sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Educação: Projeto Paz nas Escolas


SEGURANÇA E EDUCAÇÃO


As ações de prevenção à violência e criminalidade no ambiente escolar ganham reforço a partir desta semana, com o projeto Rede Digital pela Paz. O projeto desenvolvido pela Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) será lançado nesta sexta-feira (21.09), às 09 horas, na Academia da Policia Judiciária Civil, no bairro São João Del Rei, em Cuiabá.


A interação entre a Segurança Pública e os estudantes da rede pública de ensino se dará no ambiente virtual, através do site www.rededigitalpelapaz.mt.gov.br. O projeto foi criado pensando em envolver alunos de diversas idades e escolas como forma de fomentar uma cultura de paz, com ações voltadas a prevenção da criminalidade, orientadas com ideias dos próprios alunos.

Uma das primeiras ações do projeto, já acontece na sexta-feira (21.09), com a abertura do “Prêmio Cultura de Paz de História em Quadrinhos 2012”, que irá selecionar as melhores histórias, escritas e ilustradas, por alunos das três escolas da rede pública estadual, que participam das atividades desenvolvidas pelo “Rede Digital pela Paz”. As inscrições iniciam no dia 21 de setembro e finalizam em 16 de novembro de 2012.

O ambiente virtual é base do projeto “Rede Digital pela Paz” e a principal ferramenta utilizada pela Educação e a Polícia Civil para prevenir o uso de drogas, bullying, homofobia e outros tipos de violência crescente.  “A Polícia Judiciária Civil apresenta uma maneira inovadora de prevenção e controle do crime e da violência. O projeto tem a proposta de ajudar a reduzir os índices de violência no ambiente escolar e no seu entorno”, destaca o  delegado geral adjunto da Polícia Civil, Sebastião Finotto.

O projeto contemplará escolas com maior índice de violência em Cuiabá e Várzea Grande. Inicialmente, o Rede Digital pela Paz começa nas escolas estaduais João Panaroto, Dione Augusta, ambas no CPA, e Rodolfo Augusto, no bairro Paiaguas. “Entendemos que é preciso investir na educação de nossos jovens para que consigamos obter resultados redução dos índices de violência e promoção de uma cultura de paz”, analisa Finotto.

Desde junho deste ano, 90 professores e 30 alunos selecionados iniciaram capacitação para atuar como monitores dos estudantes nas atividades desenvolvidas nos laboratórios de informática, local onde os alunos vão produzir trabalhos voltados à aprendizagem e ao enfrentamento dos problemas ligados a violência vivenciados na comunidade escolar. A ideia é que adolescentes e jovens sejam autores do processo de prevenção da violência, produzindo objetos de aprendizagem digital.

O delegado Paulo Alberto Araújo, titular da Delegacia Especializada do Adolescente, é um dos parceiros na capacitação dos agentes da educação e alunos. A temática trabalhada com eles está voltada ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) no contexto escolar; Mediação de Conflitos Familiar e Escolar; Violência e Criminalidade; Direitos Humanos; e Cultura Digital. 

O site Rede Digital pela Paz (www.rededigitalpelapaz.mt.gov.br) é um ambiente para a troca de experiências, denúncias, bate-papos, informação, publicação de artigos, sugestões de livros e biografias sobre drogas, violência, sexualidade, direito e deveres, oficinas digitais e outras ferramentas de interação, como forma de inserir o publico juvenil na discussão de temas de interesse social e que assolam a sociedade, como os homicídios praticados e vitimados por jovens tão corriqueiros na atualidade.

 Como ajudar

Como autores do processo de formação e prevenção a violência, alunos da rede estadual de educação estarão envolvidos em discussão e trabalhos escolares por meio de oficinas digitais nas escolas para elaboração de games, vídeos e gibis interativos, sob a supervisão de professores e instrutores do projeto. A temática será escolhida na escola de acordo com as palestras desenvolvidas, relacionadas a todo tipo de violência (física e psicológica).

Os melhores trabalhos serão publicados no site e impressos como gibis no final de cada ano e distribuídos para todas as Escolas do Estado. 

Endereço virtual
 O endereço de acesso ao site é:  www.rededigitalpelapaz.mt.gov.br

Fonte: LUCIENE OLIVEIRA - Assessoria/PJC-MT - http://www.policiacivil.mt.gov.br/noticia.php?id=7197

Educação: 100 mil Acessos no Blog Projetos e Educação


Blog Projetos e Educação  comemora  mais de 100 mil acessos em 2 (dois) anos.



Hoje  estamos com mais de 100 mil acessos, apesar de ser um blog novo que nasceu em maio de 2010, um bebê de pouco mais de dois anos, este blog voltado para a educação, aberto para todos os colegas colaborador@s.
         Este blog foi criado com a intenção de ser uma ferramenta para auxiliar no trabalho docente, ofertando aos alun@s, uma interação com a informática, onde aulas já ministradas em sala de aula poderiam ser acessadas por eles, bem como trabalhos e a divulgação de notas deste alun@s, neste ínterim alguns projetos, artigos e trabalhos foram postados uns de minha autoria  e outros de autoria de vários educadores e educadoras, me sinto feliz e realizado neste momento, quero agradecer a todos seguidores e seguidoras que amavelmente estão sempre ao meu lado, comentando e deixando seus recados. 
             Desejo um abraço cordial e amigo a todos, Agradecemos aos nossos seguidores, leitores e colaboradores, dizendo que a determinação de produzir e reproduzir matérias de interesse da educação sempre será o nosso alvo.
Estamos em busca de patrocinadores e mais colaborador@s.


quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Educação: Projeto Governamental para erradicação do Trabalho Infantil


Fepeti quer transformar plano para a erradicação do trabalho infantil em programa de Governo

Buscar estratégias para eliminar o trabalho infantil em Mato Grosso e disseminar ações articuladas de combate a esta prática ilegal, que atinge mais de 80 mil crianças e adolescentes no estado. Estas são as diretrizes do II Plano Estadual para a Erradicação do Trabalho Infantil em Mato Grosso, fruto do envolvimento de mais de 20 entidades que compõem o Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Fepeti/MT), responsáveis pela elaboração do documento.

O Plano Estadual para a Erradicação do Trabalho Infantil é uma revisão do documento formulado em 2008 e que passou a fazer parte, em 2009, da Agenda Mato Grosso de Trabalho Decente, construída e pactuada conjuntamente por diversas instituições. Este tema passou a ser, então, um compromisso assumido pelo governo do Estado quando elegeu como um dos eixos de ação a erradicação do trabalho infantil no estado até 2015.

O projeto foi elaborado, discutido e endossado pelas bancadas de trabalhadores, empregadores e de governo durante a Conferência Estadual de Trabalho Decente, realizada no mês de outubro, em Cuiabá. Contém objetivos, ações, procedimentos e metas que devem ser alcançadas nas áreas de políticas públicas, educação, saúde e assistência social e estabelece uma maior articulação entre órgãos e entidades, e sensibilização da sociedade para as conseqüências do trabalho infantil. Um dos objetivos é promover a integração das políticas de prevenção e erradicação do trabalho infantil.

Antes de ser apresentado às entidades representativas de classe, o Plano foi avaliado e revisado durante quatro meses pelos membros do Fepeti, que promoveram um amplo debate, contribuindo com informações sobre os caminhos para a busca e aplicação de dados relativos ao tema.

Contou ainda com apoio, em sua elaboração, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), entidade com a qual o Brasil assumiu o compromisso de extinguir, até 2015, as piores formas de trabalho infantil e, até 2020, todas as formas de exploração do trabalho precoce. O Brasil está entre os quatro países da América do Sul escolhidos pela OIT para promover ações de combate à erradicação do trabalho infantil, além do Paraguai, Bolívia e Equador.

PROGRAMA DE GOVERNO

Com a aprovação do II Plano Estadual para a Erradicação do Trabalho Infantil, o Fepeti deu o primeiro passo para transformar estas ações em programa de governo. "Agora queremos sua readequação em outro patamar, transformando-o em política pública", explica o superintendente regional de Trabalho e Emprego de Mato Grosso (SRTE/MT), Valdiney de Arruda. "O Plano é um grande referencial, um condutor para a proposição de ações nos municípios e no governo com vistas a uma adequação orçamentária, tendo como objetivo transformar esta construção em programas de governo pelos municípios e pelo governo do Estado."

O documento contendo o detalhamento de todas as ações do II Plano Estadual de Erradicação do Trabalho Infantil em Mato Grosso será entregue ao governo do Estado com vistas à sua implementação e, em maio de 2012, apresentado durante a Conferência Nacional de Emprego e Trabalho Decente, em Brasília.

TRABALHO INFANTIL

Segundo o IBGE, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) aponta que, em 2009, Mato Grosso se encontrava em 9º lugar no ranking nacional do trabalho infantil, com 80.212 crianças e adolescentes entre cinco e 17 anos envolvidos com o trabalho infantil.

Dados da Superintendência Regional de Trabalho de Mato Grosso, relativos ao período de 2007 a 09/06/2011, apontam que, na faixa etária de 16 a 17 anos, houve uma incidência de maior representatividade de trabalho infantil e juvenil. De acordo com a pesquisa, 55% de crianças ou jovens afastadas nas ações fiscais estavam na faixa etária de 10 a 15 anos; 42% deste público tinham entre 16 e 17 anos, sendo que 84% eram homens.

No período entre janeiro de 2008 e novembro de 2011, as equipes de fiscalização da SRTE/MT retiraram do trabalho infantil 730 crianças e adolescentes durante as 472 operações realizadas. Nos primeiros 11 meses de 2011, o número de fiscalizações atingiu 175, com o resgate de 269 meninos e meninas que estavam sendo explorados em sua força de trabalho.

PROIBIÇÃO

A legislação brasileira estabelece que o trabalho é proibido para menores de 16 anos, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos. Na faixa etária entre 16 e 17 anos, é permitido, desde que a atividade não seja perigosa, insalubre ou em horário noturno.

FEPETI

O Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Fepeti) foi criado em 2008 e se constitui em um espaço permanente e democrático de articulação, sensibilização e mobilização das instituições governamentais e da sociedade civil para a prevenção e erradicação do trabalho infantil no estado de Mato Grosso. Sua criação se deu por iniciativa da Superintendência Regional de Trabalho e Emprego (SRTE/MT), entidade responsável pela coordenação executiva do Fórum.

 Fonte: ASSESSORIA - Sup. Regional de Trabalho e Emprego de MT
http://www.sad.mt.gov.br/index.php?pg=ver&id=317&c=38

Educação:IV Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA)


IV Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA)


IV CNMA - 24 a 27 de outubro de 2013
Brasília

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) mobiliza o País para a realização da IV Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA), que será realizada de 24 a 27 de outubro de 2013, em Brasília. A quarta edição tem o desafio de contribuir para a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, com foco em:

I - Produção e Consumo Sustentáveis;

II - Redução dos impactos ambientais; e

III - Geração de emprego e renda.

Com o lema "Vamos cuidar do Brasil", a CNMA faz novamente um convite para que a sociedade brasileira - governos, empresários e sociedade civil - se engaje no processo de democracia participativa. É o fórum adequado para expor preocupações, dividir responsabilidades e apresentar reivindicações e sugestões que aprimorem a política ambiental do País.

A CNMA é também um importante instrumento de educação ambiental, uma chance de os cidadãos se apropriarem localmente dos compromissos planetários, assumindo responsabilidades para construção de sociedades sustentáveis.
Fonte: http://www.mma.gov.br/responsabilidade-socioambiental/conferencia-nacional-do-meio-ambiente/iv-confer%C3%AAncia

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Educação: IV Seminario Internacional de Tecnología Educativa Apropiada y Crítica


IV Seminario Internacional  de Tecnología Educativa Apropiada y Crítica

“Los desafíos sociales y cognitivos para el aprendizaje virtual”

Están abiertas las inscripciones al siguiente seminario. Bs.As, 18 y 19 del mes de Setiembre de 2012

*EXPOSITORES*

Invitada de honor: Dra. Verónica Boix- Mansilla – Directora del Proyecto Latitud del
Proyecto Zero de la Universidad de Harvard, USA

Expositores:   Dr. Pablo Richy INECO- Favaloro- Dra. Beatriz Fainholc UNLP-CEDIPROE.

Coordinación General: Dra. Beatriz Fainholc.

Lugar de realización:  UNLU-Sede Ecuador 873
Cap. Fed. Buenos Aires.

Informes e inscripción: CEDIPROE.
Uruguay 766 “PB” 5 (1015)- Bs. As. Argentina
T.E.  54-11- 4 371 0544/ 9083
EM: Info@cediproe.org.ar, infocediproe@gmail.com - www.cediproe.org.ar

Gracias por ver y difundir información adjunta.

Saludos cordiales.
Beatriz Fainholc.

CEDIPROE

Centro de Diseño, Producción y Evaluación
de Recursos Multimediales para el Aprendizaje
Uruguay 766, P.B. "5". (C.P: 1015) Bs. As. Argentina
Dtra. Gral.: Dra. Beatriz Fainholc
TE:  54-11-4371 9083 / 0544
FAX: 54-11-4812 6098/4826
E.MAIL: info@cediproe.org.ar, infocediproe@gmail.com y cediproesecretaria@gmail.com
Web: www.cediproe.org.ar / www.webquest.org.ar

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Educação: VII Congresso Brasileiro da História da Educação


Circuitos e Fronteiras da História da Educação no Brasil
Apresentação
A Sociedade Brasileira de História da Educação, a mais importante instituição brasileira a reunir, desde 2000, pesquisadores das diversas regiões do Brasil que apresentam os avanços de pesquisa, debatem antigos e novos temas e apontam para o necessário alargamento dos campos teórico e empírico, se reunirá em Cuiabá, Centro Geodésico da América do Sul, em plena região Centro-Oeste, em maio do ano de 2013.

O evento, emoldurado pelo tema Circuitos e Fronteiras da História da Educação no Brasil, oportunizará discutir os tênues limites que, de um lado, estabelecem as fronteiras, divisando e apartando, mas também diluindo os limites regionais brasileiros pelas suas especificidades e identidades na construção da história da educação nacional. A dinâmica da unidade brasileira será revelada pelos circuitos que aproximam as diversas unidades federativas, apontando para circularidades de fazeres e saberes comuns a toda a nação, mesmo que manifestos em andamentos e cenários diferenciados.

Circuitos e fronteiras serão os grandes eixos em torno dos quais se aglutinarão as conferências, mesas redondas, comunicações, os painéis e lançamento de livros, ampliando os campos epistemológico e empírico e apontando inovadores rumos da história da educação no Brasil manifestos através da pluralidade de temas e problemas que demarcam a fronteira dos múltiplos fazeres e saberes nessa esfera específica do conhecimento.

Viola de Cocho, Cururu, Siriri, Festas de São Benedito e do Divino e uma diversidade de sabores, odores e energias regionais aguardam os congressistas. Sejam bem-vindos à parte mais central da América do Sul e à Universidade Federal de Mato Grosso/Instituto de Educação.
Local: Universidade Federal de Mato Grosso
Dias do evento: de 20 a 23 de maio de 2013. Cuiabá-MT
Fonte: http://www.ufmt.br/cbhe7/

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Educação: Las 33 Competencias Digitales que todo profesor(a) del siglo XXI debiera tener

Las 33 Competencias Digitales que todo profesor(a) del siglo XXI debiera tener

Desde el banco de recursos de herramientas educativas y aplicaciones móviles libres para profesores Educational Technology and Mobile Learning nos dejan un resumen con las habilidades que hemos de poseer los docentes en lo referido al manejo de las T.I.C.; nosotros, os lo traducimos. Si entráis al artículo original encontraréis vínculos hacia recursos útiles para desarrollar esas capacidades.
 
ICT EDUCATORS SKILLS
Es sorprendente cómo la tecnología ha cambiado el mundo y ha dado lugar a nuevas formas de educación que nunca habríamos pensado. Nuestros estudiantes están más formados digitalmente que en cualquier otro momento anterior; pasan más tiempo interactuando con sus dispositivos móviles de lo que interactúan  con sus propios familiares. Es cierto que este auge digital tiene repercusiones tanto positivas como negativas en nuestros estudiantes.  (...)

En realidad, hay varias ventajas para el uso de la tecnología en la educación y tratar de enumerarlas todas aquí va mucho más allá del alcance de este breve post. En términos generales, nadie discute sobre el hecho de que las ventajas de la tecnología en la educación (y en nuestra vida en general) superan sus desventajas.(..)
 
No hay duda de que el tipo de estudiantes a los que educamos y enseñamos hoy es completamente diferente al del siglo pasado. Nosotros, definitivamente, también necesitamos desarrollar competencias que, como docentes, nos dotarán de un mejor dominio de esas tecnologías, aunque, en ciertos momentos, puedan parecernos un desafío. Entre todos los retos a los que nos enfrentamos, nos encontramos con un cambio de enfoque pedagógico y metodológico dirigido a aumentar la participación del alumnado en el proceso de aprendizaje. (...)


 
El docente del siglo XXI  ha de ser capaz de:


1 - Crear y editar audio digital

2 - Utilizar marcadores sociales para compartir los recursos con/entre los estudiantes

3 - Usar blogs y wikis para generar plataformas de aprendizaje en línea dirigdas a sus estudiantes

4 - Aprovechar las imágenes digitales para su uso en el aula

5 - Usar contenidos contenidos audiovisuales y  vídeos para involucrar a los estudiantes

6 - Utilizar infografías para estimular visualmente a los estudiantes

7 - Utilizar las redes sociales para conectarse con colegas y crecer profesionalmente

8 - Crear y entregar presentaciones y sesiones de capacitación

9 - Compilar un e-portafolio para su autodesarrollo

10 - Tener un conocimiento sobre seguridad online

11 - Ser capaz de detectar el plagio en los trabajos de sus estudiantes

12 - Crear videos con capturas de pantalla y vídeo-tutoriales

13 - Recopilar contenido Web apto para el aprendizaje en el aula

14 - Usar y proporcionar a los estudiantes las herramientas de gestión de tareas necesarias para organizar su trabajo y planificar su aprendizaje de forma óptima

15 - Conocer el software de votación: se puede utilizar, por ejemplo, para crear una encuesta en tiempo real en la clase

16 - Entender las cuestiones relacionadas con derechos de autor y uso honesto de los materiales.

17 - Aprovechar los juegos de ordenador y videoconsola con fines pedagógicos

18 - Utilizar  herramientas digitales para crear cuestionarios de evaluación

19 - Uso de herramientas de colaboración para la construcción y edición de textos

20 - Encontrar y evaluar el contenido web

21 - Usar dispositivos móviles (p.ej., tablets o smartphones)

22 - Identificar recursos didácticos online seguros para los estudiantes.

23 - Utilizar las herramientas digitales para gestionar el tiempo adecuadamente

24 - Conocer el uso de Youtube y sus potencialidades dentro del aula

25 - Usar herramientas de anotación y compartir ese contenido con sus alumnas y alumnos 

26 - Compartir las páginas web y las fuentes de los recursos que ha expuesto en clase

27 - Usar organizadores gráficos, online e imprimibles

28 - Usar notas adhesivas (post-it) en línea para captar ideas interesantes

29 - Usar herramientas para crear y compartir tutoriales con la grabación fílmica de capturas de pantalla

30 - Aprovechar las herramientas de trabajo online en grupo/en equipo que utilizan mensajería

31 - Buscar eficazmente en internet empleando el mínimo tiempo posible
 
32 - Llevar a cabo un trabajo de investigación utilizando herramientas digitales

33 - Usar  herramientas para compartir archivos y documentos con los estudiantes 
 
Fonte:  http://www.escuela20.com/competencias-skills-habilidades/actualidad/las-33-competencias-digitales-que-todo-profesora-del-siglo-xxi-debiera-tener_2486_42_3979_0_1_in.html

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Educação: Funcionamento do Sistema Estadual de REDD+ em Mato Grosso


Seminário apresenta proposta para Sistema Estadual de REDD+ em Mato Grosso
O IPAM, a Secretaria de Meio Ambiente de Mato Grosso e o Instituto Centro de Vida (ICV) realizam no dia 23 de agosto, o Seminário REDD+ em Mato Grosso: Rumo à implementação. O objetivo do evento é apresentar a proposta de funcionamento do Sistema Estadual de REDD+ em Mato Grosso e discutir os potenciais benefícios climáticos e sociais, custos, e fontes de financiamento para a sua implementação. Dessa forma, o seminário visa subsidiar a tomada de decisão do poder público e mobilizar os setores da sociedade potencialmente interessados, para a implementação do Sistema Estadual de REDD+ em Mato Grosso.
Ilustre presença
O evento contará com a importante presença do diretor do programa internacional da iniciativa para Clima e Florestas do governo da Noruega, Sr. Per Fredrik Ilsaas Pharo. Sr. Pharo falará do interesse da Noruega e de outros países em apoiar mecanismos de pagamento por desempenho  (pay-for-performance) como incentivo ao REDD (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação florestal).  Além disso, Sr. Pharo irá falar sobre a iniciativa de seu governo e experiência com o Fundo Amazônia—a Noruega foi a principal doadora do fundo, com contribuição inicial de US$ 1 bilhão; e também da experiência adquirida na Indonésia, Guiana e Etiópia.
Estudo sobre custos e benefícios de REDD estadual
Outro destaque será a apresentação preliminar de estudo do IPAM sobre os custos e benefícios da implementação do sistema REDD+ no estado de MT.  O estudo foi realizado considerando a interpretação da atual minuta de lei elaborada no estado, com foco principal em levantar os custos necessários para operacionalização e transação do sistema, sob a ótica do estado.  Para cada um dos itens dentro do programa foram identificados pelos menos dois cenários diferentes de custos.
O IPAM criou um simples programa onde é possível a “customização” dos cenários e alteração de custos, por parte da Secretaria do Meio Ambiente (SEMA) estadual.   O estudo também apresenta uma seção sobre a demanda por créditos de REDD+ e identifica as principais fontes desses recursos potencialmente importantes para o estado do Mato Grosso.  As conclusões do estudo e outras considerações serão debatidos no seminário.  Quando finalizado, o estudo estará disponível para download no site do IPAM.
** Acesse e Repasse o Convite ** Programação Completa **
SERVIÇO
Seminário REDD+ em Mato Grosso: Rumo à implementação
Data: 23 de agosto de 2012 – 09h às 18h
Local: Auditório Deputado Milton Figueiredo – Assembleia Legislativa de Mato Grosso
Av. André Antônio Maggi, 5 – Centro Político Administrativo (Cuiabá, MT)
Fonte: Inscrições gratuitas:  www.sema.mt.gov.br
Mais informações: 65 3613-7276 (Coordenadoria de Mudanças Climáticas) ou 61 3468-2206 / 9673-1423 (IPAM).

sábado, 11 de agosto de 2012

Educação: MANIFESTO DE APOIO AO POVO XAVANTE DE MARÃIWATSÈDÈ PELO CUMPRIMENTO DA LEI – DESINTRUSÃO JÁ!


MANIFESTO DE APOIO AO POVO XAVANTE DE MARÃIWATSÈDÈ
PELO CUMPRIMENTO DA LEI – DESINTRUSÃO JÁ!

“Somos de Marãiwatsèdè.
Fomos expulsos de nosso território.
Nosso povo sofreu muito longe da terra, muitos morreram.
Agora resolvemos, não vamos sair nunca mais da nossa terra.
Estamos em guerra!”
~ Indígena Xavante

O conflito vivido pelo povo Xavante da Terra Indígena de Marãiwatsèdè tornou-se um caso emblemático de violação aos direitos humanos e da truculência praticada pelo Estado e pelos invasores contra os povos indígenas em Mato Grosso e no Brasil.

Essa violação se delonga desde a década de 60 quando o território dos Xavante fora ocupado  pela Agropecuária Suiá-Missú (o maior latifúndio do mundo na época). Nesse período os indígenas foram transferidos para a Terra Indígena São Marcos, na região sul de Mato Grosso, e por lá permaneceram cerca de 40 anos, posteriormente, a fazenda foi vendida para a petrolífera italiana Agip. Durante a Rio 92 a empresa italiana foi pressionada a devolver aos Xavante seu território de origem. De acordo com a Funai em 1992 (quando começaram os estudos para a demarcação da Terra Indígena Marãiwatsèdè a área passou a ser ocupada por invasores). Mesmo sem o amparo do Estado os guerreiros Xavante retornaram ao seu território e vivem atualmente espremidos em apenas 10% da área homologada em 1998 (com 165.241 hectares) de posse permanente e usufruto exclusivo desse povo. Os 90% restante do território, atualmente, está tomado ilegalmente por fazendeiros e invasores, majoritariamente, criadores de gado e produtores de soja que exaurem o ambiente, acuam e ameaçam os indígenas.

Vivendo as margens do seu território e das políticas públicas os indígenas aguardam fazer valer seus direitos. Sucessivos recursos jurídicos foram tomados para que Marãiwatsèdè volte a ser ocupada pelos primeiros habitantes: o povo Xavante. Recentemente, esse direito foi definitivamente reconhecido pela Justiça Federal de Mato Grosso que homologou o plano de desocupação de não índios da região. Resumidamente, a referida decisão judicial do processo nº 2007.36.00.012519-0, determina que:
ü A FUNAI em um prazo de 48 (quarenta e oito) horas (a partir do dia 31/07) forneça a lista dos ocupantes, não-índios, identificados em Marãiwatsèdè, bem como, informe a data de início do processo de desintrusão, cujo prazo não poderá ser inferior a quinze dias à comunicação a ser feita a este juízo;
ü Conhecida a data de início da desocupação, oficie-se de imediato, com prazo não inferior a 10 (dez) dias, à Polícia Federal e à Força Nacional de Segurança, para que prestem auxílio total e irrestrito durante todo o processo de execução da desintrusão;
ü Mandados de desocupação da área indígena, com prazo de trinta dias, mantendo-se na área de domínio da UNIÃO somente os índios, conforme já decidido por este juízo.

Na luta por justiça ambiental, a Plataforma Brasileira de Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais (DHESCA) e o Fórum de Direitos Humanos e da Terra de Mato Grosso (FDHT) vêm a público manifestar seu irrestrito apoio ao povo Xavante de Marãiwatsèdè, solicitar que os prazos sejam rigorosamente cumpridos, e, sobretudo, que a segurança e a dignidade dos indígenas sejam garantidas durante o processo de desintrusão. Aguardamos ávidos a comunicação de que Marãiwatsèdè, regressou aos seus verdadeiros donos: o povo A’uwe Uptabi ou Povo Xavante como são mais conhecidos.

09/08/12.

Plataforma Brasileira de Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais (DHESCA-Brasil)

Fórum de Direitos Humanos e da Terra de Mato Grosso (FDHT-MT)

Fonte: http://direitoshumanosmt.blogspot.com.br/2012/08/manifesto-de-apoio-ao-povo-xavante-de.html

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Educação: Seminário Educação 2012


Seminário Educação 2012

4 a 7 de novembro de 2012 
Inscrições: 
 Com submissão de trabalhos: 21/05 a 24/08 
Simples: 21/05 a 25/10 
Informações: +55(65) 3615-8925 
semiedu2012@gmail.com 
 www.ie.ufmt.br/semiedu2012 
Universidade Federal de Mato Grosso 
Instituto de Educação - IE 
Cuiabá-MT   Brasil 

Das crianças e das coisas

Ao falar da coisidade das coisas, Manuel de Barros anuncia: As coisas não querem mais ser vistas por pessoas razoáveis: Elas desejam ser olhadas de azul.  Que nem criança que você olha de ave. Um olhar de ave, um olhar de azul é um simples olhar com mais atenção.  Em seu exercício criativo, o poeta nos possibilita recriar sua poesia e devolvê-la assim: Crianças coisificadas não querem ser vistas de forma razoável, elas desejam um olhar de ave. Esta é a inspiração do Seminário Educação 2012 que se dedica a viabilizar lugares acadêmicos e culturais que acenem para a visibilidade das crianças nas sociedades adultas, mais especificamente nos contextos educacionais e de pesquisa. As imagens das crianças anunciadas associam-se às suas múltiplas lógicas e linguagens e passam a ser compreendidas como força instituinte, reinaugurando a cena educacional a partir do valor da diferença. As crianças, elas mesmas compreendem os sentimentos das coisas. Já dizia Benjamin (1994), ao brincarem com detritos, as crianças colocam restos e resíduos em uma relação nova e original. O convite que se anuncia neste Seminário Educação inspira-se na metáfora do olhar de ave, aquele capaz de perceber crianças azuis nas crianças coisificadas das instituições e fora delas.

Daniela B. S. Freire Andrade (GPPIN) e Cleomar Ferreira Gomes (GPECOL)
Coordenação geral

BENJAMIN, W. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo: Brasiliense, 1994.






Fonte:  maiores informações no site - http://www.ie.ufmt.br/semiedu2012/

terça-feira, 17 de julho de 2012

Educação Ambiental:V Colóquio de Pesquisadores em Educação Ambiental da Região Sul (V CPEASul) e do IV Encontro e Diálogos com a Educação Ambiental (IV EDEA).

 APRESENTAÇÃO

Com esta edição conjunta do V Colóquio de Pesquisadores em Educação Ambiental da Região Sul (V CPEASul) e do IV Encontro e Diálogos com a Educação Ambiental (IV EDEA), na cidade de Rio Grande/RS, pretendemos contribuir para a integração e desenvolvimento de diferentes saberes e práticas de pesquisadores que compõem a Educação Ambiental enquanto campo do conhecimento. Nesta edição do evento objetivamos congregar pesquisadores atuantes em instituições do Sul e de outras regiões do Brasil, bem como pesquisadores provenientes de países próximos às nossas fronteiras políticas meridionais, tais como o Uruguai, a Argentina e o Chile. O evento integrado V CPEASul / IV EDEA constitui-se na perspectiva de consolidarmos o campo da Educação Ambiental como mobilizador para a construção de uma sociedade justa e sustentável, por meio da proposição de integrar diferentes olhares e vozes que compõem o polifônico coro da educação ambiental na busca de estratégias para o enfrentamento da crise socioambiental contemporânea.
Fonte: http://cpeasul.blogspot.com.br/p/apresentacao.html. Acesso em 17/07/2012.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Educação:Cursos gratuitos on-line pode transformar a indústria do ensino superior?


¿Pueden los cursos online gratuitos transformar la industria de la enseñanza superior?


Cuando Bilal Shah se doctoró en ciencias de la computación por la Universidad del Sur de California, en 2010, el mercado de trabajo no le esperaba exactamente con los brazos abiertos. "Yo me gradué durante la Gran Recesión. No hay nada que ponga más a prueba mi coraje", dice.

En aquella época, él había oído hablar de un curso gratuito masivo online (MOOC, por sus siglas en inglés) —una especialización en el área de inteligencia artificial relacionada con el diseño de ciertos algoritmos de ordenador— impartido por Andrew Ng, de Stanford. Como Shah tenía mucho tiempo libre, decidió hacer el curso. Cada mañana, durante tres meses, iba al Peet's Coffee & Tea en el barrio de Brentwood, en Los Ángeles, y mientras tomaba café, atendía a las clases en su portátil. Hizo exámenes sorpresa, tareas de programación y comprobó sus avances en el foro de discusión online del curso. "Era una manera fácil y conveniente de aprender algo nuevo", dice Shah, de treinta y pocos años.

Justo después de obtener la certificación de la clase, hizo una entrevista de empleo en ID Analytics, empresa de San Diego del segmento de detección de fraudes de identidad y modelos de riesgo de crédito. "Ellos probaron a fondo mi conocimiento [de aprendizaje en máquina] y dijeron que dominaba bastante el asunto", dice. "Conseguí el empleo y me sentí muy bien".

En medio de una recuperación accidentada que ha puesto en evidencia la escasez de trabajadores cualificados en sectores específicos de la economía, mucha gente en el mundo empresarial considera los cursos gratuitos masivos online (MOOCs, por sus siglas en inglés) una pieza fundamental para la solución de ese problema. En una época de aumentos crecientes del coste de la enseñanza superior, y en que la desigualdad persistente de renta llama la atención del país, hay quienes creen que la plataforma ofrecida por los MOOCs puede transformar la enseñanza superior, ya que el acceso de millones de alumnos en todo el mundo a clases de alta calidad podría disminuir la distancia entre los que tienen y los que no tienen.

Varias empresas emergentes y facultades importantes se han sumado de forma reciente a ese modelo. Coursera, sistema de enseñanza online creado por Ng y Daphne Koller, ambos científicas de computación de Stanford, se han asociado con cuatro universidades: Stanford, Universidad de Michigan, Universidad de Pensilvania y Princeton. Coursera tiene cursos de MOOC en las áreas de matemáticas, ciencias y humanidades. Udacity, otra empresa de enseñanza online, creada en febrero por Sebastian Thrun, ex profesor de Stanford, ofrece MOOCs sobre todo en las áreas de programación de ordenador y diseño de software. La Universidad de Harvard y el MIT anunciaron de forma reciente el lanzamiento de edX, una asociación online enfocada en la enseñanza, cuyas clases comenzarán en septiembre.

"La enseñanza superior va a cambiar; el sistema es inestable", dice Kevin Werbach, profesor de Estudios jurídicos y de Ética en los negocios de Wharton, que dará un MOOC en Coursera durante el verano. "Es una industria que pasará por grandes transformaciones en la próxima década. Hay numerosas escuelas en dificultades, y los préstamos contratados por los alumnos para financiar los estudios son una carga pesadísima para ellos. En ese contexto, las plataformas online como Coursera constituyen una oportunidad interesante".

Pero aunque Coursera y otros se apoyen en la promesa de llevar la enseñanza superior a las masas, nivelando la oferta de oportunidades entre las escuelas ricas y las de recursos precarios, hay quienes se preguntan si los currículos de tales plataformas satisfacen los rigurosos patrones exigidos en esos casos. Los críticos se preguntan si las credenciales emitidas al término del curso tendrían valor en el mercado de trabajo. Hay también un escepticismo muy grande en torno a la sostenibilidad de ese modelo de negocio ya que, por lo menos de momento, las clases ofrecidas en esas plataformas son gratuitas.

"En un mundo Facebook"

A lo largo de los años, muchas escuelas se han involucrado en la enseñanza online. Fathom, empresa de enseñanza online con fines lucrativos de la Universidad de Columbia, cerró en 2003, pocos años después de su lanzamiento. AllLearn, una iniciativa semejante que cuenta con el respaldo de la Universidad de Yale, Princeton y Stanford, se lanzó en 2000 y cerró en 2006.

¿Por qué Coursera u otra nueva iniciativa cualquiera debería salir bien en un área donde otros han fallado? En primer lugar, la tecnología ha evolucionado. Los sistemas de audio y vídeo han mejorado. Las herramientas de uso compartido de escritorio y los foros de discusión son más fáciles de navegar. El acceso a las bibliotecas por Internet es mucho más amplio hoy en día. Los desarrolladores de los cursos también tienen una comprensión más sutil de cómo las personas aprenden online y cuáles son las mejores maneras de presentar la información en ese formato. Coursera, por ejemplo, divide las clases en segmentos más digeribles de 10 o 15 minutos y ofrece pruebas online de cada sesión. Los profesores responden a las preguntas de los alumnos en foros online. Se trata de un perfeccionamiento importante respecto a las iniciativas online anteriores en el área de enseñanza, que proponían un modelo de aprendizaje menos dinámico en que los alumnos asistían a clases "enlatadas" sin ninguna interacción.

En segundo lugar, han disminuido las barreras de acceso del alumno a los cursos. Asistir a una clase online actualmente no requiere mucho know-how tecnológico. Aunque así fuera, el contingente de posibles alumnos online tiene hoy un conocimiento mayor de tecnología respecto al que se tenía hace cinco años. La generación Y creció en un medio digital y, como se sabe, entiende mucho de tecnología. Ese personal usa la tecnología y las herramientas online en actividades de colaboración, comunicación e investigación. Los baby boomers no se quedan muy atrás. En 2008, solamente un 1% de ese grupo con edades entre 50 y 64 años usaban los medios sociales. Hoy, un 52% de las personas de esa franja de edad usan los medios sociales, según datos del Pew Research Center.

El avance tecnológico y la aparente facilidad con que la sociedad usa sus productos hacen que el modelo de aprendizaje en que una persona sólo enseña parezca pasado de moda, incluso raro. "En general, la forma en que los profesores dan clases en la mayor parte de las universidades no difiere mucho del modo en que los alumnos han estado siendo educados en los últimos cien años", dice Werbach. "Y eso a pesar de todos los avances tecnológicos ocurridos. Hay una percepción cada vez más nítida de que el lugar de trabajo actual ya no parece el mismo de 1940 o 1970; el aula, sin embargo, ha cambiado poco desde entonces [...] Es imposible imaginar que los cambios drásticos en la forma en que las personas interaccionan entre sí y con la tecnología no tenga impacto alguno en la manera en que aprenden".

O dónde, cuándo y cómo aprenden. Los alumnos hoy exigen facilidad y comodidad. La educación online ofrece un ritmo de aprendizaje dictado por el estudiante, de manera que él pueda estudiar según un calendario particular. "La idea de frecuentar una escuela física real no tiene mucho sentido para mucha gente, ya que las restricciones de espacio y tiempo se han eliminado", observa Douglas Shackelford, profesor de la Escuela de Negocios Kenan-Flagler, de la Universidad de Carolina del Norte, y rector de su nuevo programa de graduación online en negocios, el MBA@UNC. "Tengo un alumno que trabaja en una empresa de Fortune 100. Él me dijo que tiene cinco personas de su equipo en cuatro continentes, y nunca ha estado personalmente con ninguna de ellas. La idea de tener que volver al aula para hacer un MBA le pareció algo que su abuelo habría hecho. Vivimos en el mundo de Facebook".

Un tercer factor importante en todo eso es la economía. La facultad está fuera del alcance de mucha gente a causa de su coste elevado; pero, para mal o para bien, la formación superior es imprescindible para quien desea seguir una carrera de éxito. El coste de ir a la facultad ha subido de manera asombrosa. En 1981, la tasa media anual y las tarifas cobradas por un curso de cuatro años en una universidad pública eran de cerca de US$ 2.242 (en dólares actuales), según el Consejo Universitario. El año pasado, ese valor era de US$ 8.244 al año, un aumento del 267%. El coste de un curso universitario en una institución particular también aumentó. En 1981, la tasa anual media añadida a las tarifas para un curso de cuatro años era de US$ 10.144; hoy, ese valor es de US$ 28.500, lo que representa un aumento del 180%. La Reserva Federal (Fed) de Nueva York dice que cerca de un 15% de los americanos tiene deudas pendientes de crédito estudiantil. El banco estima que la carga total es de cerca de US$ 870.000 millones.

Los individuos con un título universitario presentan una menor tasa de desempleo que los que sólo tienen el bachillerato; además, tienen una renta superior al segundo grupo a lo largo de toda su vida. Pero el hecho es que la crisis no ha sido fácil para ninguno de los dos grupos. Según el Centro de Estudios de Mercado de Trabajo de Northeastern University, cerca de un 54% de las personas con menos de 25 años y con título universitario estaban desempleadas o infraempleadas el año pasado. Es el mayor porcentaje registrado en los últimos 11 años. La situación es peor para los que sólo tienen diploma de bachillerato. Un estudio publicado el 6 de junio por el Centro para el Desarrollo de la Fuerza de Trabajo John J. Heldrich, de la Universidad Rutgers, constató que sólo un 16% de los alumnos formados en las clases de 2009, 2010 y 2011 están empleados a tiempo completo. Otro 22% trabaja en empleos a tiempo parcial.

Esas estadísticas sombrías han dado mayor visibilidad a la industria de la enseñanza. Las universidades públicas ya dan señales de colapso debido a los recortes draconianos en el presupuesto estatal. "En una economía de crecimiento lento, hay una presión más acentuada sobre las escuelas —principalmente sobre las escuelas de enseñanza superior— porque las personas se forman y no consiguen empleo", dice Werbach, de Wharton.

Mucha gente no puede pagarse un curso superior, y muchos de los que lo lograron aún así no consiguen empleo. Esos dos grupos necesitan adquirir nuevas habilidades y mayor preparación. Plataformas de enseñanza online como Coursera, edX y Udacity, cubren una necesidad económica, explica Chris Pitts, productor de Boston especializado en contenido de enseñanza electrónica para universidades y empresas".

Es muy importante innovar en el segmento de enseñanza online", dice Pitts. "La economía de hoy requiere alternativas a la experiencia tradicional de enseñanza en escuelas físicas del mundo real. Tenemos hoy un público completamente nuevo de aprendices, gente que hace mucho tiempo que no pisa un aula, pero que necesita aprender cosas nuevas para conseguir empleo (o mantener el que tiene), y gente que no puede pagar una universidad, pero que necesita aprender muchas cosas".

Imitar –y cambiar- el aula

Tal vez haya llegado la hora de las plataformas de enseñanza, pero este tipo de iniciativa todavía se enfrenta a numerosos desafíos. El mayor problema, dice Jason Wingard, vicerrectora de enseñanza ejecutiva de Wharton, consiste en saber "cuáles serían las características de un modelo sostenible de negocio en ese segmento. Muchas de esas plataformas son gratuitas. Si se distribuye de forma gratuita el contenido del curso, eso puede arruinar su marca".

Hay dudas también respecto a la estrategia que las plataformas adoptarán para preservar estándares curriculares rigurosos, y de qué modo evaluarán su rendimiento. "¿La enseñanza online es igual o mejor que la enseñanza tradicional en escuelas del mundo real?", se pregunta Wingard. "¿Se están aplicando pruebas adecuadas para saber si los alumnos están aprendiendo como deberían?"

Otra desventaja evidente de las plataformas de enseñanza online, en comparación con las escuelas tradicionales, es la falta del ambiente propio de un campus. "La experiencia en una universidad es lo máximo en términos de enseñanza", observa Wingard. "Hay mucho contenido, mucho aprendizaje en grupo, muchas experiencias sociales. Frecuentar un curso universitario ayuda a las personas a crecer y a aprender a trabajar en el mundo".

El mercado de enseñanza online alcanzará los US$ 107.000 millones en 2015, según un nuevo informe de Global Industry Analysts, de San José, en California, empresa de consultoría en el área de mercado. Pero no se sabe muy bien de qué manera esa nueva ola de plataformas de enseñanza online se volverá rentable.

En abril, Coursera anunció que había obtenido una financiación de US$ 16 millones por parte de empresas de capital riesgo del Valle del Silicio. Udacity también está financiado por capital riesgo. MIT y la Universidad de Harvard contribuyeron con US$ 600 millones del total para el lanzamiento de edX, que es supervisado por una empresa sin fines de lucro. Pero los directores del programa dijeron que planean hacer que la iniciativa sea autosuficiente.

Los analistas de la industria señalan diversas maneras posibles por las cuáles Coursera y otros pueden generar ingresos. Las plataformas podrían, por ejemplo, cobrar a los alumnos una tarifa por los certificados de conclusión del curso o incluso por las transcripciones. Podrían también ganar dinero ofreciendo servicios premium como, por ejemplo, una herramienta de reclutamiento que estableciera la conexión del empleador con los alumnos que hubieran demostrado habilidades especiales en una determinada área. Otra posible fuente de renta: donaciones de alumnos agradecidos.

Las escuelas involucradas en esas plataformas no creen que los MOOCs gratis puedan perjudicar su reputación. Por el contrario, ellas esperan que la participación en esas plataformas aumente su prestigio internacional. Los profesores involucrados están motivados por el potencial de las plataformas a difundir el conocimiento por el mundo. En declaraciones dadas al US News and World Report, Ng, fundador de Coursera, que acaba de impartir un curso online para más de 100.000 alumnos matriculados, dijo que "normalmente, enseño en salas con 400 alumnos. Para alcanzar un público de ese tamaño, serían necesarios 250 años con el modelo tradicional de enseñanza. Actualmente, las principales universidades ofrecen una enseñanza fantástica para una minúscula fracción de la población. Soñamos con un futuro en que esas escuelas, en vez de miles de alumnos, tengan millones".

No es una casualidad que las escuelas detrás de esas plataformas estén entre las universidades más ricas del país. Ellas tienen medios para asumir el riesgo. "Las instituciones más sofisticadas tienen libertad para experimentar sin tener que preocuparse por un posible fracaso", observa Werbach. "Es más fácil cambiar cuando no existen amarras preestablecidas".

Uno de los aspectos más prometedores de esas iniciativas online es que ellos pueden nivelar la competencia entre escuelas que no disponen de recursos de primera línea. Las escuelas con poco dinero podrían, por ejemplo, pedir a los alumnos que hicieran la descarga del material de Coursera y que asistieran a los programas en casa como tarea, además de reservar un tiempo en el aula para la interacción cara a cara y discusión. Salman Khan, fundador de Khan Academy, plataforma de enseñanza online gratuita, es pionero en ese modelo de "aula no tradicional".

"Existe una posibilidad real de romper con el sistema actual de enseñanza superior", observa Jeffrey Katzmann, director de enseñanza de Xyleme, empresa de Boulder, en Colorado, que comercializa herramientas de enseñanza para las universidades. "El aprendizaje más eficaz surge de una combinación que permite a los alumnos recurrir a la tecnología y usar recursos online, y a los profesores usar de manera más eficiente el tiempo disponible en el aula. Los profesores pueden trabajar con los alumnos en el lugar donde se encuentran. La experiencia de aprendizaje se vuelve personalizada".

No es lo que piensa Georgette Chapman Phillips, vicerrectora de la división de graduación de Wharton. "Lo que la persona tiene a su disposición en un lugar como la Universidad de Pensilvania, y que Coursera no ofrece, son las personas; los otros alumnos. "Afirmar que es posible reproducir ese ambiente fuera del campus es cometer una equivocación fundamental en lo que se refiere a la enseñanza universitaria".

Lo que hace a la Universidad de Pensilvania diferente, añade, "son los profesores, porque ellos tienen algo más que ofrecer. No se trata sólo de dar las clases introductorias; se trata también de la aplicación de investigaciones de punta a la enseñanza y al mentoring. Por eso es por lo que los alumnos se pelean por una plaza".

Otros, sin embargo, dicen que para los estudiantes que no consiguen entrar, o que no están en condiciones de pagar una facultad, las plataformas de enseñanza online están mostrando que son una alternativa decente. Siempre habrá espacio para una educación de élite universitaria, sin embargo el acceso a la enseñanza y al conocimiento que esas plataformas ofrecen son muy prometedoras.

Bilal Shah está convencido de ello. "El poder de ese sistema está en su alcance global", dice. 'Piense en aquel niño africano con conexión a Internet y que ve los vídeos de Coursera. Quien sabe si él tomará lo que ha aprendido y con ello hará algo importante en su aldea. Tal vez no sea posible sustituir las universidades, pero podemos llegar a millones de niños que jamás tendrían acceso a una aula de Stanford"

Fonte:http://www.wharton.universia.net/index.cfm?fa=viewArticle&id=2228&language=spanish#.T_4uMMDRVWI.twitter

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Educação: Falência educacional: complô ou lógica?


Falência educacional: complô ou lógica?

"Quem coloca seus filhos em escolas particulares (12% do total das matrículas da educação básica) comete um grave equívoco: acredita que essas escolas são boas apenas porque são melhores do que as escolas públicas. Assim, despreocupa-se da educação dos filhos e da qualidade da escola pública"

Quando se fala em educação no Brasil, algo não faz sentido. Todos exaltam o benefício da educação e apontam-na como a solução de nossos problemas. Todos parecem engajados em sua melhoria. Apesar desse consenso e da boa vontade, nossas escolas patinam, e sua qualidade só tem decaído. Para explicar essa curiosa dissonância, era comum ouvir, dez anos atrás, a ideia de que nosso fracasso na área se devia à falta de "vontade política" de nossos governantes, ou ainda ao complô das elites pela alienação do proletariado, ou, finalmente, às imposições do Fundo Monetário Internacional (FMI), que supostamente exigia o corte de gastos na educação em seus acordos com o país.

De lá para cá, os dotados de "vontade política" chegaram ao poder, as elites de antanho deram lugar à república dos sindicalistas e o Brasil já não precisa mais da tutela do FMI, ao qual não deve nada. Mas a melhora esperada não veio. O resultado do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) de 2005 é mais baixo que o de 1995. Apesar disso, o discurso da área educacional continua o mesmo. Será que eles estão certos, e que há um complô tão poderoso a favor da nossa ignorância que nem os próprios atores da nossa tragédia percebem a sua insignificância? Estariam as "forças ocultas" de Jânio Quadros rondando novamente os palácios, de onde talvez jamais tenham saído? Ou será que nosso atraso é mais compreensível à luz de uma análise racional dos envolvidos na área, presumindo-se que eles agem de maneira lógica e maldosa? Creio que a segunda hipótese é a mais provável: nossa inércia é compreensível se entendemos a economia política dos grupos envolvidos.

Comecemos pelos alunos. Eles aprendem muito pouco, e são os maiores interessados em seu próprio sucesso acadêmico. Por que não protestam? Há, em primeiro lugar, a questão etária: não é possível imaginar que crianças de 10 ou 12 anos se mobilizem em passeata pública por um ensino de melhor qualidade. Quando os alunos se dão conta das deficiências do seu ensino, costuma já ser tarde demais, e a própria carência educacional dificulta a reclamação: é improvável que um semiletrado escreva um artigo cativante ou uma carta pungente ao seu congressista. Em segundo lugar, os alunos são condicionados pelo seu sistema de ensino a acreditar que o culpado pelo insucesso do aluno é ele mesmo. Nessa missão, seus mestres são extremamente efetivos: em pesquisa recente da Unesco, 82% dos alunos ouvidos dizem que, se o aluno não passa de ano, a culpa é sua, muito mais que da escola (mencionada por apenas 5%) ou dos professores (3,7%). Para piorar, os próprios pais culpam o filho pelo insucesso na escola: pesquisa publicada no livro A Escola Vista por Dentro indica que 63% dos pais da escola municipal e 54% dos da estadual culpam o filho por sua repetência. Cercados por esse mar de desconfiança e assolados pelo próprio desconhecimento, os alunos protestam mais com os pés que com a cabeça: quando entendem que a escola lhes consome muito tempo sem dar muito em troca, abandonam-na.

O FMI SE FOI
E as elites saíram do poder, agora ocupado por governantes com "vontade política", mas a esperada melhora da educação não veio

O próximo grupo de interessados pela educação é o dos pais dos alunos. Por que eles aceitam bovinamente uma péssima educação para seus filhos? Aqui devemos dividir esse universo em dois: há o grupo de classe média e alta, que coloca os filhos em escola particular, e o restante da população, que usa a escola pública.

Quem coloca seus filhos em escolas particulares (12% do total das matrículas da educação básica) comete um grave equívoco: acredita que essas escolas são boas apenas porque são melhores que as escolas públicas. Assim, despreocupa-se da educação dos filhos e da qualidade da escola pública. O problema é que a escola particular é também muito ruim – basta ver os resultados dos alunos de alto nível socioeconômico em testes internacionais como o Pisa, em que nossos alunos ricos têm desempenho pior que o dos alunos mais pobres dos países desenvolvidos. E o segundo problema é que, como a escola pública forma, via de regra, os professores da escola particular, enquanto não melhorarmos todo o sistema, não teremos educação de qualidade para ninguém. Mas os pais das escolas particulares não entendem isso; afastam-se da questão educacional por acreditar que essa problemática não os afeta.

Esperar-se-ia, porém, que os pais de alunos da escola pública (os outros 88% das matrículas) estivessem profundamente descontentes com a educação dos filhos e bradando por sua melhoria. Mas não estão: as pesquisas apontam que, pelo contrário, estão satisfeitos com a escola das crianças. Essa visão não é causada por preguiça ou desinteresse, mas por despreparo. Pesquisa do Inep mostrou que quase 60% dos pais do ensino público não completaram nem o ensino fundamental, 73% têm renda inferior a três salários mínimos, três quartos nunca ou raramente leem jornal. Pesquisas qualitativas mostram que esse pai compara a escola da sua época – em que faltava vaga, não havia merenda nem transporte – com a escola do filho. Vendo todas as benesses materiais que o filho recebe, associa-as a uma educação de boa qualidade. Reclama quando o professor falta à aula, mas é só. Se o pai acha a escola boa e o filho vai mal, então é natural que o pai culpe o filho e exima a escola, perpetuando o sistema roto.

Depois dos pais, temos os diretores escolares. Destes, segundo o MEC, 60% são indicados pelo Poder Executivo de sua cidade ou estado. Menos de 10% são concursados, outros 19,5% são eleitos. É provável que a maioria, indicada por políticos, não esteja disposta a bancar grandes revoluções em suas escolas, que poderiam levar à sua destituição – especialmente se prescrevessem aos seus professores as medidas impopulares que estão associadas ao melhor desempenho acadêmico, como uso constante de dever de casa, avaliação de alunos, redução do absenteísmo docente, uso intensivo de material didático e utilização do tempo de aula para tarefas expositivas, e não cópia do quadro-negro ou realização de exercícios. A maioria dos diretores é composta de ex-professores, o que reforça o corporativismo, e não há no Brasil instituições de ensino que preparem uma pessoa para o ofício de diretor escolar, de forma que mesmo os diretores bem-intencionados são frequentemente despreparados.

Vejamos o professor. Por que ele não produz uma educação de melhor qualidade? Em primeiro lugar, porque não consegue. O professor brasileiro tem uma péssima formação e não é preparado para encarar uma sala de aula do Brasil real, especialmente em áreas de vulnerabilidade social. Em segundo lugar, porque é tomado por um viés ideológico que torna o sucesso acadêmico insignificante. Em pesquisa da Unesco, só 8,9% dos professores indicaram "proporcionar conhecimentos básicos" como uma das finalidades importantes da educação. "Formar cidadãos conscientes" ficou com 72,2% das preferências. Confrontados com o seu fracasso, então, nossos professores têm duas respostas-padrão: ou culpam o aluno e seus pais, ou culpam a visão neoliberal e reducionista de quem reclama da escola que forma analfabetos, porque a educação "é muito mais do que isso".

Finalmente, chegamos à última peça dessa engrenagem, aquela que é paga e eleita para administrar o sistema e zelar pelo bem comum: os políticos. Se o político for desonesto, a educação será um ótimo lugar para tirar dinheiro: não só concentra uma parte grande do orçamento (no mínimo 25%) como ainda é cheia de transferências do governo federal. Tem uma grande vantagem: se o sujeito rouba da saúde e faltam remédios ou médicos, a população chia; se rouba dos transportes e faltam ônibus, os eleitores reclamam; se rouba da educação e os alunos não aprendem, ninguém se importa. Mas, mesmo que o político seja honesto e comprometido com o progresso da sua região, é confrontado com uma decisão indigesta: se ele quiser mesmo reformar seu sistema educacional, terá de parar de investir em merenda ou em prédios e investir na formação de diretores e professores, terá de cobrar o seu desempenho, terá de mobilizar pais e alunos, terá de remanejar professores e funcionários incompetentes. Tudo isso causa des-conforto. Se a experiência de estados reformistas na área, como São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais ou Sergipe, servir de exemplo, o descontentamento descambará em greve. Os professores são uma das categorias profissionais mais numerosas e vocais em suas reclamações. Os beneficiários dessas reformas mal sabem que têm um problema e, portanto, não reconhecerão a melhoria. Se tiverem de deixar de trabalhar para cuidar dos filhos sem aula por causa da greve, perigam ser contrários às reformas. O lógico, nesse caso, para os políticos, é fazer o quê? Exatamente: nada. Assim vamos ficando, ano a ano, mais ignorantes e despreparados.

Autor: Gustavo Ioschpe -Economista, especialista em educação - Acesso  em  27/06/2012. http://veja.abril.com.br/gustavo_ioschpe/index_180209.shtml

terça-feira, 19 de junho de 2012

Educação: Promoção da Cultura de Paz nas Escolas

Promoção da Cultura de Paz nas Escolas


Como  vimos  nas  ações,  projetos  e  sugestões  apontados  até  agora,  as  estratégias  das  escolas para enfrentar a violência variam de acordo com os problemas enfrentados em cada lugar. Esse é um ponto chave quando se pensa em ações de prevenção da violência: entender as dinâmicas de cada local, em vez de simplesmente replicar modelos, e então desenvolver ações relacionadas a essas dinâmicas.

Ainda que  a especificidade de  cada escola deva  ser  levada em  conta, há um eixo  comum que perpassa todos os pontos abordados na cartilha e diz respeito ao papel da escola na promoção  da  cultura  de  paz,  entendida  como  um  modo  de  pensar  e  agir  que  respeita  a diversidade,  o  diálogo  e  a  negociação  como  estratégias  para  a  resolução  dos  conflitos,  e que rejeita qualquer tipo de violência no ambiente escolar.

Considerar  estratégias  de  fortalecimento  da  cultura  de  paz  com  foco  na  juventude  é muito importante, pois muitas vezes o envolvimento dos jovens com a violência – mesmo  a  violência  letal  –  está  relacionado  a  uma  cultura  que  legitima  comportamentos, atitudes  e  valores,  reforçando  estigmas,  estimulando  a  intolerância  e  a  violência  como a  única  forma  de  se  adquirir  respeito  e  poder.  


Por  isso,  trabalhar  a  cultura  de  paz  e  as ações de desnaturalização da violência no ambiente escolar é essencial para promover o questionamento desses valores e atitudes e contribuir para a convivência segura.


Nesse sentido, vale destacar o papel dos educadores e de todos os atores escolares no estímulo à reflexão crítica, à adoção de comportamentos não violentos e à valorização da mediação de conflitos e do diálogo. 


Outro aspecto que merece atenção é a forma pela qual os jovens muitas vezes utilizam símbolos relacionados à violência para serem validados e respeitados perante seu grupo − e isso também pode e deve ser trabalhado dentro da escola. 


Um exemplo claro é a valorização e mesmo o porte de armas de fogo (mesmo que proibido por lei) no ambiente escolar. As armas carregam um valor simbólico muito forte na sociedade, especialmente no imaginário dos jovens, que as associam a poder, virilidade e defesa pessoal. 


Apesar de não figurar entre as principais ocorrências de violência nas escolas, a presença e o uso de armas no ambiente escolar devem ser trabalhados. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, as armas de fogo são a principal causa de morte entre jovens de 15 a 24 anos. 


Além do mais, quando as armas de fogo estão presentes em situações de briga e  desentendimentos,  aumentam  muito  a  sensação  de  insegurança  e  a  chance  de  esses conflitos terminarem em morte violenta.



Estratégias: 


• Desenvolver uma campanha de repúdio à violência e ao uso das armas por adolescentes e jovens.


• Desenvolver,  junto  com  os  alunos,  materiais  de  comunicação  sobre  o tema (filmes, cartazes, folders, spots para rádio, e outros) que possam ser disseminados para outros adolescentes e jovens.


• Mobilizar grupos de jovens para discussões e/ou outras dinâmicas (teatro, dança) que podem estar focadas, por exemplo, no uso da arma e na “cultura do machão”, promovendo a reflexão e o questionamento sobre a cultura da violência. Essas ações devem atrair tanto os jovens homens como as jovens mulheres, que acabam muitas vezes contribuindo para a valorização do “masculino, forte, que usa arma”.


• Realizar um pacto coletivo com os diversos atores (escolares e externos, como a polícia, os guardas e a segurança privada), estimulando a desvalorização de comportamentos violentos e da presença de armas na escola.


Fonte: Cartilhas Temáticas - Instituto Sou da Paz  http://www.soudapaz.org/Portals/0/Downloads/Cartilha01ESCOLA_VsFINAL.pdf


Educação: Importância da Participação da Família e da Comunidade Escolar

Importância da Participação da Família e da Comunidade 


A dificuldade na definição de limites, do papel e das responsabilidades da escola e da família na educação dos jovens compromete o diálogo e a aproximação dessas duas instituições. O que não se percebe é que ambas as instituições devem desempenhar papéis não antagônicos,  mas  interdependentes  e  complementares,  baseados  em  relações  de  respeito  e cooperação.  Essa  aproximação  pode  acabar  fortalecendo  ações  conjuntas  para  tratar  de problemas cotidianos.

Sugestões para criar ou fortalecer o vínculo com a família:


• Revisão  do  conceito  de  família  mediante  aceitação  pela  escola  de  outros  tipos  de configurações  familiares,  além das figuras materna e paterna.  Em muitos  casos,  avós, irmão/irmã mais velhos são os responsáveis pelos adolescentes.


• Adotar  estratégias  variadas  para  atrair  a  família  em  outras  atividades  na  escola,  também como forma de evitar que os pais ou responsáveis sejam chamados somente em situações negativas ou constrangedoras.


•Troca constante de informações sobre o andamento da vida escolar.



As condições sociais dos bairros onde as escolas estão localizadas afetam diretamente seu cotidiano,  as  relações  e  a  percepção  sobre  segurança  dos  membros  da  comunidade  escolar.  Em  muitos  territórios,  as  escolas  são  uma  das  poucas  instituições  públicas  de  lazer, cultura e ponto de encontro.


Por esse motivo, a unidade escolar torna-se referência e é procurada  diariamente  pelos  moradores,  em  sua  maioria  jovens.  Como  se  sabe,  essa  relação nem sempre é harmoniosa

Como já observado, muitas escolas que obtiveram sucesso na construção de um ambiente pacífico  optaram  por  se  aproximar  e  abrir  o  diálogo  com  os  moradores  do  entorno,  demonstrando que a escola deve ser valorizada como fundamental no processo de construção da cidadania.



Sugestões:

• Desenhar estratégias de aproximação com a comunidade privilegiando uma linguagem simples, de fácil entendimento, que promova a socialização e a convivência.


• Aproximar a escola da comunidade entendendo suas vulnerabilidades, limites e potencialidades.


•Promover atividades de que a comunidade possa participar e com a qual possa contribuir.

No Brasil inúmeras iniciativas de abertura da escola para a comunidade vêm demonstrando ser uma excelente estratégia para reduzir níveis de violência dentro e fora do espaço escolar.




Programa Escola Aberta
Foi  criado  com  base  na  constatação  feita  pela  UNESCO  de  que  os  índices  de  violência envolvendo jovens são maiores nos fins de semana. Assim, foi criado o Programa Abrindo Espaços que, mais tarde, foi assumido pelo Ministério da Educação, com a ampliação dos seus objetivos: além de promover espaços alternativos de lazer, educação, informação e cultura para os  jovens e  suas  comunidades, o programa  visa  construir  a  cultura da paz; integrar a escola e a comunidade; melhorar a qualidade da educação.


A  proposta  central  é  proporcionar  aos  alunos  e  às  suas  comunidades  espaços  alternativos para o desenvolvimento de atividades de cultura, esporte, lazer, geração de renda, formação para a cidadania e ações educativas complementares durante o fim de semana. Seu foco prioritário são os jovens.


As atividades são realizadas por meio de oficinas cujos temas são selecionados pela comunidade. As mais comuns são as oficinas de hip-hop, capoeira, futebol, artesanato, dança, entre outras. Em geral, os “oficineiros” responsáveis pelas atividades são talentos que residem na vizinhança. 


Dessa maneira, o programa Escola Aberta estreita as relações entre escola e comunidade e pretende reduzir a violência na comunidade escolar, promovendo o protagonismo juvenil. 
Leia mais:
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12367&Itemid=817



Programa Comunidade Presente
A proposta é sensibilizar e instrumentalizar assistentes técnicos pedagógicos (ATPs), diretores, professores, funcionários, pais e alunos, por meio de oficinas de capacitação, divulgação de cartilhas temáticas e apoio a projetos, para que as escolas sejam espaços de exercício de participação e de organização dessa comunidade. 
O grande mérito do programa é ser uma iniciativa articuladora, não só de outros projetos da  Secretaria  de  Educação  como  também  das  ações  que  a  própria  escola  já  realiza.  A metodologia proposta pelo programa é de tal forma flexível, que torna viável sua implementação em toda a rede. 


São estratégias do programa:


• Identificar ações de violência existentes no ambiente escolar (mapeamento), resgatando o que a escola tem feito para minimizar essas ações e propor outras mais eficazes.
• Desenvolver  estratégias  de  ação  que  promovam  a  socialização  e  a  convivência  por 
meio de atividades esportivas, culturais e de lazer.
• Implantar ações que a comunidade, juntamente com a escola, julgar necessárias..
Leia mais:
http://www.educacao.sp.gov.br/comunidade_presente/index.htm



Fonte: Cartilhas Temáticas - Instituto Sou da Paz  http://www.soudapaz.org/Portals/0/Downloads/Cartilha01ESCOLA_VsFINAL.pdf












Educação: Valorização dos Professores na Escola

Valorização dos Professores


Os relatos e reivindicações de professores/as da rede de pública de ensino tratam de uma rotina  de  trabalho marcada  por  carências  e  sobrecargas.  Por  um  lado,  citam  os  baixos  salários, as péssimas condições de infraestrutura, a falta de autonomia e apoio para o desenvolvimento de projetos e de formação para lidar com dificuldades do cotidiano escolar. Por outro, citam as salas de aula lotadas, sobrecarga de funções e trabalhos burocráticos.

A  combinação  dessas  condições  afeta  diretamente  sua  vida  pessoal  e,  obviamente,  suas relações  nas  unidades  escolares,  que,  como  vimos  nas  seções  anteriores,  nem  sempre  são harmoniosas.  


No  entanto,  segundo  pesquisa  da  UNESCO,  quando  construída  com  respeito, companheirismo e cumplicidade, essa relação deixa lembranças para o resto de suas vidas.


Assim como outros atores escolares, o docente é peça-chave na construção de um bom clima escolar. Desse modo, sua valorização deve estar pautada em ações capazes de gerar climas de satisfação profissional caracterizados por acolhimento, suporte e condições para desenvolver seu trabalho.



Estratégias:


  • Criar  mecanismos  e  canais  de  ampliação da participação dos professores nas decisões  das  escolas,  aproximando-os da direção e da equipe técnica.
  • Dar apoio psicológico por meio de parcerias  com  equipamentos  públicos  de saúde  e  entidades  profissionais  e  de ensino superior.
  • Dar maior  autonomia  para  o  desenvolvimento  de  projetos  específicos,  como, por exemplo, atividades extraclasse.
  • Dar oportunidade de formação continuada a fim de que o professor possa atualizar-se para enfrentar o cotidiano. 
  • Nos horários de trabalho pedagógico,  focar  a  formação em temas com os quais os docentes não estão familiarizados  e  que  podem  auxiliá-los  em conflitos  dentro  da  sala  de  aula,  como,  por exemplo, mediação de conflitos.
  • Estimular  a  aproximação  entre  professores e estudante


Fonte: Cartilhas Temáticas - Instituto Sou da Paz  http://www.soudapaz.org/Portals/0/Downloads/Cartilha01ESCOLA_VsFINAL.pdf






Educação: A Escola e os Estudantes em Liberdade Assistida

Estudantes em Liberdade Assistida


A liberdade assistida é uma medida socioeducativa que prevê a reinserção social de adolescentes e jovens que cometeram atos infracionais. Por lei, uma de suas atividades obrigatórias é frequentar as aulas em escolas públicas, com o acompanhamento de um orientador, que, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069/90), deve promover socialmente o adolescente e o jovem com sua família e a comunidade, supervisionar a frequência e o aproveitamento escolar, agenciar sua formação profissional e sua inserção no mercado de trabalho, e apresentar relatório sobre o caso.

Os desafios são a integração e a participação desses adolescentes e jovens na vida escolar. Há dificuldades na relação cotidiana estabelecida com outros membros da escola. Muitas vezes, os estudantes em liberdade assistida são vistos como bandidos ou aqueles que vão minar as relações saudáveis e atrapalhar os outros alunos. Além disso, constata-se a ausência ou a dificuldade do acompanhamento por parte do orientador, a falta de conhecimento sobre as atribuições e responsabilidades desse jovem por parte dos docentes e da equipe técnica da escola e vice-versa.



Recomendações para que esses estudantes sejam inseridos no ambiente escolar:


• Descriminalizar  a  visão  que  se  tem  desses  estudantes  por  parte  dos  professores, da direção e dos próprios colegas, por meio da discussão nas escolas sobre liberdade assistida. 


• Capacitar os docentes e  a direção  sobre o papel de  cada  instituição pública na liberdade assistida e a aproximação com as autoridades públicas que trabalham diretamente com os jovens.


• Fomentar  a  participação  dos  estudantes  em  liberdade  assistida  nas  atividades de integração desenvolvidas pela escola, fazendo que ela seja parte da sua rede social e seja representativa em sua vida


• Estabelecer, nos órgãos competentes, um sistema eficaz de segunda chance aos jovens em liberdade assistida, para que frequentem programas compensatórios que lhes tragam esperança e incentivo.


Fonte: Cartilhas Temáticas - Instituto Sou da Paz  http://www.soudapaz.org/Portals/0/Downloads/Cartilha01ESCOLA_VsFINAL.pdf


Educação: Relação de convivência e sociabilidade na escola

Relação de convivência e  sociabilidade na escola


Relação entre os Jovens 
A convivência e a sociabilidade entre estudantes jovens são permeadas por relações conflituosas dos mais diversos tipos, que podem estar, de um lado, vinculadas a problemas graves como agressões verbais, físicas, humilhações (bullying e cyberbullying), discriminação e homofobia. 

Por outro lado, há maneiras de se relacionar típicas da adolescência/juventude que não podem ser vistas a priori como problemáticas. Em uma pesquisa coordenada por Miriam Abramovay (estudiosa da área) em escolas da rede pública do Distrito Federal, percebeu-se que algumas ações como a criação de apelidos, que assumem um tom de graça, acabam por criar laços de amizade e não  necessariamente potencializam atos violentos.


Cabe, portanto, aos atores escolares identificar as relações potencialmente capazes de tornar o ambiente mais propício a conflitos violentos e propor regras de convivência com a participação de todos, inclusive os jovens não matriculados na escola, mas frequentadores do seu espaço. 


Já  com  relação  às  brigas  e  xingamentos  entre  alunos,  deve-se  discutir  os  casos  abertamente, mostrando a possibilidade de resolução de conflitos por meio do diálogo e de técnicas específicas, como é o caso da mediação de conflitos.


Outra questão importante são os pequenos grupos formados por afinidades culturais, de gênero, etnia etc., parte inegável da construção de suas identidades e formas de se relacionar com o mundo. O que acontece em muitos casos são brigas entre esses grupos. A escola deve então promover a interação e a socialização entre os diversos grupos formados nas escolas, estimulando o respeito às diferenças.



Bullying: abuso ou constrangimento físico ou psicológico, intencional e repetitivo, sem motivação evidente, contra alguém que tem dificuldade de se defender. Um comportamento frequente de bullying nas escolas é o uso sistemático de apelidos humilhantes ou preconceituosos, xingamentos, desenhos, ofensas morais, verbais e sexuais no relacionamento entre alunos ou entre professores e alunos. 

Os pais podem contribuir para o surgimento dessa conduta quando são tolerantes ou permissivos em relação ao comportamento agressivo dos filhos, ou quando usam frequentemente o poder e a violência para 
controlar as crianças e os adolescentes. 

Cyberbullying: envio ou postagem de material nocivo ou participação em alguma forma de agressão social usando a internet ou outras tecnologias digitais.

Relação entre Estudantes e Professores


Segundo pesquisa coordenada por Miriam Abramovay, realizada em instituições escolares da  rede pública do Distrito  Federal, um  indicativo de bom  clima escolar  segundo osestudantes é a relação de afeição, confiança, amizade e respeito estabelecida entre eles e os professores.


Na  sala  de  aula,  há  situações  em  que  se  desenrolam  intricados  processos  de  negociação entre  alunos  e  professores  que  muitas  vezes  acabam  em  xingamentos,  desrespeito  e  até agressões.  Grande  parte  delas  encontra  sua  origem  nas  relações  de  poder  estabelecidas em sala de aula, marcadas pela diferença de papéis. 


O professor é uma autoridade e deve ser respeitada como tal. No entanto, ele não pode esquecer de seu papel, tornando-se promotor  de  violência,  como  vemos  em  casos  de  humilhações  de  alunos  ou  na  construção unilateral de regras de convivência na sala de aula, que apenas os alunos devem respeitar. Isso é um sintoma claro de perda de comunicação e diálogo entre as duas partes.



Portanto,  uma  das  primeiras  ações  para  se  obter  um  ambiente  harmonioso  é  criar  regras de convivência dentro da sala de aula pactuadas por todos, em que o limite e o papel de cada um é previamente estabelecido. Para assegurar que tais normas sejam cumpridas por todos, vale divulgá-las e, sempre que oportuno, resgatá-las.




Outra ação está na criação e/ou fortalecimento do Conselho de Classe. O Conselho reúne supervisores, orientadores, professores e alunos para discutir a aprendizagem, seus desempenhos e avaliações. No conselho de classe, mais do que saber se o aluno será aprovado ou não, objetiva-se  encontrar  os  pontos  de  dificuldade  tanto  do  aluno  quanto  da  própria  instituição de ensino. 


Dessa forma, busca-se a reformulação nas práticas escolares com base nas reflexões geradas  pela  discussão  em  conselho  de  classe.  Além  disso,  compartilham-se  informações  sobre a classe e sobre cada aluno para embasar a tomada de decisões e melhorar o processo de ensino-aprendizagem.





Fonte: Cartilhas Temáticas - Instituto Sou da Paz  http://www.soudapaz.org/Portals/0/Downloads/Cartilha01ESCOLA_VsFINAL.pdf