domingo, 27 de março de 2011

Deleuze: Las cosas entre las cosas

Deleuze: Las cosas entre las cosas: "Nos plantan árboles en la cabeza: el de la vida, el del saber, etc. Todo el mundo reclama raíces. El poder es siempre arborescente. Casi to..."

sábado, 12 de março de 2011

MEIO AMBIENTE: Terremotos no Mundo

Terremotos!

Entenda como funcionam os terremotos e saiba quais foram os maiores terremotos registrados no Brasil e os maiores tremores de terra no mundo. Saiba como é feita a medição dos terremotos na escala Richter e até quanto vai esta medida.



Os terremotos sempre estiveram presentes no planeta. Ocorrem mais de 3 milhões de terremotos por ano, ou seja, mais de 8 mil por dia (praticamente um a cada 11 segundos). Então por quê não percebemos o chão tremendo o tempo todo?

A resposta é simples: eles são muito fracos para serem notados e um grande número deles ocorrem em solo marinho (que cobre 70% da superfície do planeta) ou em regiões desabitadas (desertos, regiões polares, montanhas e florestas).

Você vai ver muita coisa interessante sobre os terremotos e fotos incríveis, mas antes veja este infográfico explicando como e por que ocorrem terremotos e depois continuaremos a leitura.

Veja as principais causas de um terremoto:

Movimento das placas tectônicas - A causa principal e a que causam mais danos;

Erupções vulcânicas - Embora os vulcões provoquem abalos sísmicos são raros os casos em que causam algum dano;

Impactos de meteoros - Impactos de meteoros já são raros e os que causam terremotos mais raros ainda;

Desmoronamento de grandes estruturas - O desabamento de cavernas, minas, montanhas, etc provocam tremores leves e locais.

Esta incrível foto mostra os limites das placas tectônicas e, o que eu achei mais interessante, é que indica a direção para onde as placas tectônicas estão se deslocando.



É fácil perceber a quantidade de vulcões que surgem nos limites das placas. Perceba também que o Brasil fica localizado bem no centro de uma placa tectônica. Isso explica porque quase não ocorrem terremotos de grande escala no Brasil.

Aqui está uma lista com os principais e maiores terremotos ocorridos no Brasil:

São Paulo, 1922 – 5.1 pontos na escala Richter;

Espírito Santo, 1955 – 6.3 pontos na escala Richter;

Mato Grosso, 1955 – 6.6 pontos na escala Richter;

Ceará, 1980 – 5.2 pontos na escala Richter;

Amazonas, 1983 – 5.5 pontos na escala Richter;

Rio Grande do Norte, 1986 – 5.1 pontos na escala Richter;

Minas Gerais, 2007 – 4.9 pontos na escala Richter­.

Como você pode perceber os tremores de terra no Brasil são raros. Isso é muito bom, mas traz uma desvantagem: como são muitos raros, os terremotos não eram levados em conta na hora em que se construiam edifícios.

E isso pode trazer consequências desastrosas, afinal, mais cedo ou mais tarde ocorrerá um tremor de grande escala em cidades com muitos arranhas-céus como São Paulo ou Rio de Janeiro.

Falando em grandes terremotos veja uma lista e mapa com os maiores terremotos no mundo (os tremores mais letais):



1º - Shaansi, China, 1556, 830 mil mortos.

Na região central da China, a terra tremeu em 23 de janeiro de 1556 para produzir o pior desastre natural de que se tem notícia.

O terremoto atingiu oito províncias e arrebentou 98 cidades, algumas delas perderam 60% da população. A maior parte das pessoas morreu soterrada na queda de casas mal construídas.

2º - Calcutá, Índia, 1737, 300 mil mortos.

Relatos de época indicam que essa catástrofe de 11 de outubro de 1737 tenha sido um terremoto. Mas, como na época não existiam registros 100% confiáveis, alguns especialistas levantam a hipótese de que o estrago foi causado por um ciclone. Além dos mortos, o cataclismo deixou 20 mil barcos à deriva na costa.

3º - Tangshan, China, 1976, 250 mil mortos.

O tremor de 27 de julho de 1976 sacudiu o nordeste da China.
A cidade toda dormia quando o chão mexeu, fazendo cerca de 800 mil feridos. Até hoje, especialistas suspeitam que o número de mortos possa ser muito maior que o divulgado pelo governo. Estima-se que o total de vítimas possa ter chegado a 650 mil

4º - Kansu, China, 1920, 200 mil mortos.

Essa região situada no centro-norte do país não sentia um tremor havia 280 anos, mas esse de 16 de dezembro de 1920 botou para quebrar: atingiu uma área de 67 mil km2, arrasando dez cidades.

A série de ondulações deformou a área rural e prejudicou uma das principais atividades econômicas da região, a agricultura.

5º - Kwanto, Japão, 1923, 143 mil mortos.

O megatremor de 1º de setembro de 1923 atingiu as principais cidades do Japão. Só em Tóquio e Yokohama, mais de 60 mil pessoas morreram nos incêndios causados pelo abalo. Logo depois desse terremoto, a profundidade da baía de Sagami, no sul de Tóquio, aumentou mais de 250 metros em alguns pontos.

6º - Messina, Itália, 1908, 120 mil mortos.

Em 28 de dezembro de 1908, o sul da Itália sofreu com um grande terremoto que devastou as regiões da Sicília e da Calábria. Para complicar ainda mais as coisas, o tremor foi seguido por tsunamis de até 12 metros de altura. A seqüência de enormes paredes de água quebrou na costa do país e amplificou os estragos.

7º - Chihli, China, 1290, 100 mil mortos.

Quase não há registros sobre esse chacoalhão de 27 de setembro de 1290 - apenas a certeza de que ele foi um dos mais mortais da história. A província de Chihli, que teve seu nome mudado para Hopei em 1928, inclui a cidade de Tangshan e é famosa pelos terremotos, que já teriam vitimado mais de 1 milhão de pessoas.

8º - Shemakha, Azerbaijão, 1667, 80 mil mortos.

Por estar situada em cima de uma zona sujeita a abalos, essa cidade foi destruída por vários terremotos. O primeiro e mais mortal foi esse de novembro de 1667. Depois do susto, a tranqüilidade não durou muito: registros da época indicam que a terra voltou a tremer por lá dois anos mais tarde.

9º - Lisboa, Portugal, 1755, 70 mil mortos.

Em apenas 3 horas, a capital portuguesa foi atingida por três tremores distintos, que destruíram 85% da cidade. Gigantescas ondas atingiram a região, a água subiu 5 metros acima do nível normal e um incêndio consumiu casas, igrejas, palácios e bibliotecas. A tragédia aconteceu em 1º de novembro de 1755.

10º - Yungay, Peru, 1970, 66 mil mortos.

Esse terremoto de 31 de maio de 1970 fez desabar um enorme pico de gelo na cordilheira dos Andes. Em poucos minutos, a cidade de Yungay estava debaixo de uma massa de neve e detritos que desceram a encosta a mais de 300 km/h. Para piorar a situação, as inundações subiram o prejuízo para 530 milhões de dólares.

Clique aqui para ver uma lista completa com todos os maiores terremotos da história da humanidade, tanto em magnitude (intensidade) quanto em números de mortos.

Incrível, monitore os terremotos que estão ocorrendo no mundo em tempo real. O mapa é atulaizado cada vez que ocorre um novo tremor de magnitude significante no planeta.

A foto abaixo é um link que mosta um mapa-múndi com os terremotos ocorridos hoje e ontem (em vermelho), nas últimas duas semanas (amarelo) e nos últimos 5 anos (rosa). Detalhe: clique nos círculos para ampliar a região do terremoto.


Maiores detalhes acesse o link abaixo.
Fonte: http://planetin.blogspot.com/2008/05/terremotos-no-brasil-e-no-mundo-fora-da.html

ATIVIDADES EDUCATIVAS

Atividades 

Provavelmente muitos já conhecem esse site, mas vale a pena divulgar, pois é uma excelente iniciativa feita por Neri Santos.

No Site Brincando se Aprende você encontra Atividades Educativas de diversos temas e disciplinas abordados de uma maneira prática e fácil, é uma grande seleção de jogos e atividades on-line que estão distribuídos pela internet, todos os jogos já estão classificados de acordo com sua área de conhecimento. O principal objetivo, segundo o autor, é facilitar a inclusão da informática na educação.

Clique na imagem para acessar

Biogeografia: Caatinga

CAATINGA
INTRUDUÇÃO

O bioma Caatinga é o principal ecossistema existente na Região Nordeste, ocupa mais de 75% de sua área, estendendo-se pelo domínio de climas semi-áridos, numa área de 80.000.000 ha, 6,84% do território nacional: ocupa os estados da Bahia, Ceará, Piauí, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Paraíba, Sergipe, Alagoas, Maranhão e o norte de Minas Gerais. Segundo o Censo 2000, cerca de 27 milhões de brasileiros vivem na região coberta pela Caatinga, em quase 800 mil km² de área. A irregularidade climática é um dos fatores que mais interferem na vida do sertanejo. 
O termo Caatinga é originário do tupi-guarani e significa “mata branca”.
FLORA

A Caatinga apresenta três estratos: arbóreo ( 8 a 12 metros ), arbustivo ( 2 a 5 metros ) e o herbáceo ( abaixo de 2 metros ). A vegetação adaptou-se ao clima seco para se proteger. As folhas, por exemplo, são finas ou inexistentes. Algumas plantas armazenam água, como os cactos, outras se caracterizam por terem raízes praticamente na superfície do solo para absorver o máximo de chuva.

A Caatinga é dominada por tipos de vegetação com características xerofíticas – formações vegetais secas, que compõem uma paisagem cálida e espinhosa – com estratos compostos por gramíneas, arbustos e árvores de porte baixo ou médio ( 3 a 7 metros de altura ), caducifólias ( folhas que caem ), com grande quantidade de plantas espinhosas ( exemplo: leguminosas ), entremeadas de outras espécies como as cactáceas e as bromeliáceas.

A Caatinga, conta com 318 espécies de plantas endêmicas, ou seja, que não são encontradas em outros ecossistemas. O número – quase o dobro citado no último levantamento do tipo, há dez anos – é uma das informações contidas no livro Vegetação e Flora da Caatinga que foi lançado em agosto de 2002, durante o qüinquagésimo terceiro Congresso Nacional de Botânica, no centro de convenções, em Olinda - Pernambuco. 
As plantas endêmicas pertencem a 18 gêneros de 42 famílias botânicas distintas. A família mais bem representada na lista é a das leguminosas, com 80 plantas. Em seguida está a das cactáceas, com 41 espécies. Entre as cactáceas endêmicas estão o mandacaru ( Cereus Jamacaru ) e a coroa de frade (Melocáctus Oreas).

FAUNA

As espécies da Caatinga somam mais de 4.230. A biodiversidade da Caatinga, no entanto, é a menos conhecida no um mundo. Levantamentos sobre a fauna do domínio da Caatinga revelam a existência de 41 espécies de lagartos, 7 espécies de anfibenídeos (espécies de lagartos sem pés), 45 espécies de serpentes, 4 de quelônios, uma de Crocodylia, 44 anfíbios anuros e uma de Gymnophiona.
Os níveis de endemismo também surpreenderam os pesquisadores. Das 48 espécies de lagartos e cobras-de-duas-cabeças (anfisbenas), 16 são somente encontradas na Caatinga. Isso equivale a um índice de quase 40% de endemismo. Reunindo anfíbios e répteis, o índice é de 15%. Há 148 mamíferos registrados para a Caatinga, 10 são endêmicos. O endemismo mais surpreendente, no entanto, é o dos peixes. A maioria é exclusiva da região.

Entre as aves, o índice de endemismo é menor. Das 348 espécies registradas apenas 15 são endêmicas. Em compensação, a Caatinga abriga 20 em risco de extinção, das quais duas estão entre as aves ameaçadas do mundo, a ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) e a arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari). A primeira é exclusiva de Curaçá, na Bahia. A segunda, do Raso da Catarina, no mesmo estado.
SOBRE A SECA

O aspecto agressivo da vegetação contrasta com o colorido diversificado das flores emergentes no período das chuvas, cujo índice pluviométrico varia entre 300 e 800 milímetros anualmente. Quando chega o mês de agosto, parece que a natureza morreu. Não se vêem nuvens no céu, a umidade do ar é mínima, a água chega a evaporar 7mm por dia e a temperatura do solo pode atingir 60°C. As folhas da maioria das árvores já caíram e assim, o gado e os animais nativos, como a ema, o preá, o mocó e o camaleão, começam a emagrecer. As únicas cores vivas estão nas flores douradas do cajueiro, nos cactus e juazeiros. A maioria dos rios pára de correr e as lagoas começam a secar. A ocorrência de secas estacionais e periódicas (a estiagem pode durar de sete a nove meses) estabelece regimes intermitentes aos rios e deixa a vegetação sem folhas. Pequenos ramos finos, casca fina, cor esbranquiçada, deixam o sol bater forte no solo. As folhas que caem são consumidas pelo calor sem formar manta florestal. O solo, de tonalidade clara, fica desprotegido e trinca, racha. As secas são cíclicas e prolongadas, interferindo na maneira decisiva na vida do sertanejo – nome pelo qual é conhecido o típico habitante da Caatinga. Elas prejudicam bastante a produção agrícola e a pecuária, as bases da economia local.

Mesmo quando chove, o solo pedregoso não consegue armazenar a água que cai e a temperatura elevada (médias entre 25°C e 29°C) provoca intensa evaporação. Na longa estiagem os sertões são, muitas vezes, semidesertos que, apesar do tempo nublado, não costumam receber chuva. A folhagem das plantas volta a brotar e fica verde nos curtos períodos de chuva (o inverno é uma estação de chuva irregular. Três a cinco meses de verde, ás vezes inundação). A paisagem muda muito rapidamente. As árvores cobrem-se de folhas e o solo fica forrado de pequenas plantas. A fauna volta a engordar.

OCUPAÇÃO DA CAATINGA

A Caatinga tem sido ocupada desde os tempos do Brasil-Colônia com o regime de sesmarias e sistemas de capitanias hereditárias, por meios de doações de terra, criando-se condições para a concentração fundiária. A extração de madeira, a monocultura de cana-de-açúcar e a pecuária nas grandes propriedades (latifúndios) deram origem á exploração econômica. Na região da Caatinga, ainda é praticada a agricultura de sequeiro.

DEGRADAÇÃO

Os ecossistemas do bioma Caatinga encontram-se bastantes alterados, com a substituição de espécies vegetais nativas por cultivos e pastagens. O desmatamento e as queimadas são ainda práticas comuns no preparo da terra para a agropecuária que, além de destruir a cobertura vegetal, prejudica a manutenção de populações da fauna silvestre, e a qualidade da água, e o equilíbrio do clima e do solo. Aproximadamente 80% dos ecossistemas originais já foram modificados por ação antrópica.

AÇÕES PARA PROTEÇÃO

A indicação das áreas prioritárias para a conservação da Caatinga faz parte do cumprimento das obrigações brasileiras na Conservação da Biodiversidade, um dos documentos resultantes da Rio-92.
O ecossistema foi o último a ser mapeado com esse objetivo. Antes passaram pelo mesmo processo o Cerrado e Pantanal, a Mata Atlântica e os campos sulinos, os ambientes costeiros e a Amazônia.

A Caatinga não é um ecossistema pobre em diversidade, como se pensava até mesmo no meio acadêmico. É sim, o menos estudado, o menos protegido e um dos mais degradados. E também o único exclusivamente brasileiro.
Bibliografia: “Diagnóstico para o bioma Caatinga”, “Vegetação e Flora da Caatinga”, “Ecologia e Conservação da Caatinga“, “Atlas da Biodiversidade”, conhecimentos locais e outros fragmentos de pesquisa.

Biodiversidade: Beija-Flor da Gravata Vermelha

Beija-flor de gravata vermelha

Ave do Reino Animalia, Filo Chordata, Classe das Aves, Ordem Apodiformes e Família Trochilidaes, tem seu nome cientifico Augastes Lumachella, porém é chamado de Beija-flor da gravata vermelha, pelos habitantes do Interior da Bahia. O Beija-flor de gravata vermelha é uma espécie que não existe em nenhum outro lugar do mundo, só na Chapada Diamantina, sendo um dos mais raros do Brasil.
"É um tipo de Beija-flor que tem uma prolongação de penas na garganta, que parece uma gravata vermelha, com um brilho fantástico", descreve o cientista alemão Rolf Grantsau que é um apaixonado por pássaros desta espécie.

REFERÊNCIAS:  
HTM
http://globoreporter.globo.com/Globoreporter0,19125,VGC0-2703-58-1-1523,00.html






quinta-feira, 10 de março de 2011

Projetos educacionais Interdisciplinares

Educação


Ação SolidáriaCarnafolia
Afetivo sexual1Consciência Negra
Avaliação Escolar1Leitura e vida
Avaliação Escolar 2Melhorando a qualidade
Plano prática pedagó.Projeto Eleições
Projeto folclore1Projeto interdisciplinar
Projeto sobre avaliaçãoRádio Escolar
Trabalho e cidadaniaÁgua: Morte ou Vida?
Projeto EscolaEducação no trânsito
Copa mundo 2002Olimpíadas 2004
Gincana estud. 2004PPP - Projeto Pedag.
SerHorta Escolar
Projeto escola LimpaProjeto Interv. Pedag.
Páscoa, um novo olharProjeto de olho na leitura
  

Autora: Juraci de Oliveira Chaves
www.jurainverso.kit.net
juraci@interpira.com.br

Projeto Pedagógico Interdisciplinar: Horta Escolar

Projeto Pedagógico Horta Escolar

“ Não existe nenhuma coisa séria que não possa ser dita com um sorriso.”
Alejandro Casona

Título: Horta Escolar
Contextualização: A Escola Estadual Profª Anésia Gonçalves Longuinhos situa-se à Rua Raimundo Nascimento 432, no Bairro Santos Dumont em Pirapora, Minas Gerais.
Funciona em dois turnos com 550 alunos, da Fase Introdutória a 8ª série com o proposto de contribuir com a formação integral das crianças e adolescentes por meio de um Projeto Educacional pautado nos princípios da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei nº 9394/96.
É uma instituição Estadual.
Linha Central: Conscientização alimentar do ser humano.
Público alvo: Comunidade escolar
Tempo de duração: Este projeto contém atividades para serem desenvolvidas durante o ano de 2005.

Justificativa:
O nosso projeto horta escolar tem como premissa básica reforçar e enriquecer a merenda escolar e resgatar o plantio de horta doméstica, colocando o aluno do centro urbano em contato com a terra, permitindo a interatividade da ação educacional na relação direta com o fazer cultural e as relações do homem com a terra.
Pretendemos que este projeto funcione como forte aliado na perspectiva da consagração da proposta política pedagógica consubstancial no construtivismo e que possibilitará a melhoria da qualidade da alimentação escolar e, ao mesmo tempo a mudança de hábitos e gostos alimentares.

Problematização:
O que sabemos sobre:
hábitos que favorecem uma boa alimentação?
A classificação dos alimentos?
Tendência dos alunos em eleger alimentos de que gostam e não gostam.

Objetivos Gerais:
Implantar a Horta Escolar, de forma interdisciplinar e vivenciada, onde a natureza possa ser compreendida como um todo dinâmico, e o ser humano como parte integrante e agente de transformação do ambiente em que vive.

Objetivos Específicos:
- desenvolver competências, que permitam aos educandos compreenderem a importância de uma alimentação de qualidade;
- Desenvolver de forma lúdica e interdisciplinar conteúdos das diversas áreas do conhecimento;
- Contribuir para a formação de hábitos alimentares mais saudáveis;
- promover uma mudança de postura e de percepção de responsabilidade em relação à gestão saudável dos diversos espaços/ ambientes em que vivemos;
- obter alimentos para a melhoria da qualidade da merenda escolar;
-Incentivar o gosto em se plantar hortas domésticas.
Desenvolvimento:
Serão estabelecidas ações previamente com a turma como:
- entrevistas com pessoas e leituras de textos sobre Horta escolar;
- discussão e debates sobre a importância de uma
alimentação variada;
- pesquisa junto a familiares mais experientes sobre as principais hortaliças;
- preparação do terreno para plantio de couve, pimentão,
mostarda, cheiro verde e outros;
- realização de murais com atividades culinárias com a preocupação de usar receitas saudáveis;
- Seleção de melhores receitas para integrar o livro de receitas;
- trabalho em sala de aula com o filme “ Hortaliças”:
Conclusão:
Sabemos das dificuldades, mas podemos sem a menor sombra de dúvidas ratificar a importância que uma horta escolar, pedagogicamente explorada e não pensada apenas como um espaço produtor de alimentos, e sim para a consolidação de trabalhos interdisciplinares e a construção de atitudes de cidadania.
Certamente, teremos um longo caminho a percorrer. Mas, em nossa unidade escolar o percorreremos passo a passo.
Avaliação:
A avaliação deste projeto se dará através da materialização de cada um dos momentos previstos, e um dos parâmetros mais importantes para aferir o sucesso das ações será o nível de engajamento e de continuidade nos trabalhos da horta.

Pirapora, Mg
Juraci de Oliveira Chaves e equipe.
www.jurainverso.kit.net

Bioquímica: Bioluminescência

Bioluminescência

bioluminescência é um processo bioquímico utilizado por muitos animais e algas marinhas, resultando na produção de luz. O processo é feito através da oxidação de uma proteína chamada Luciferina por uma enzima chamada Lucíferas.



Autores: Fernando Cossignani e Fernanda Rodrigues

Funções dos Rins

Funcionamento dos Rins...

Como hoje é Dia Mundial do Rim, segue um texto explicando sobre o funcionamento e a anatomia deles. Lembrando que em 2010, foram realizados 6.402 transplantes de Rim. Seja um doador!!!

Localização e características

Os rins situam-se na parte dorsal do abdome, logo abaixo do diafragma, um de cada lado da coluna vertebral, nessa posição estão protegidos pelas últimas costelas e também por uma camada de gordura. Cada rim tem cerca de 11,25 cm de comprimento, 5 a 7,5 cm de largura e um pouco mais de 2,5 cm de espessura. A massa do rim no homem adulto varia entre 125 e 170 g; na mulher adulta, entre 115 e 155 g. Tem cor vermelho-escuro e a forma de um grão de feijão enorme.

São órgãos excretores. Possui uma cápsula fibrosa, que protege o córtex (cor amarelada) mais externo, e a medula (avermelhada) mais interna. O ureter é um tubo que conduz a urina até a bexiga. Cada rim é formado de tecido conjuntivo, que sustenta e dá forma ao órgão, e por milhares ou milhões de unidades filtradoras, os néfrons, localizados na região renal.

Néfrons

O néfrom é uma longa estrutura tubular microscópica que possui, em uma das extremidades, uma expansão em forma de taça, denominada cápsula de Bowman, que se conecta com o túbulo contorcido proximal, que continua pela alça de Henle e pelo tubo contornado distal, este desemboca em um tubo coletor. São responsáveis pela filtração do sangue e remoção das excreções.

Em cada rim, a borda interna côncava constitui o hilo renal. Pelo hilo renal passam a artéria renal, a veia renal e o início do ureter, canal de escoamento da urina. Na porção renal mais interna localizam-se tubos coletores de urina. O tipo de néfrom e a localização dos rins variam.

Função

A função dos rins é filtrar o sangue, removendo os resíduos nitrogenados produzidos pelas células, sais e outras substâncias em excesso. Além dessa função excretora, os rins também são responsáveis pela osmorregulação em nosso organismo. Controlando a eliminação de água e sais da urina, esses órgãos mantêm a tonicidade do sangue adequada às necessidades de nossas células.

Funcionamento

O sangue chega ao rim através da artéria renal, que se ramifica muito no interior do órgão, originando grande número de arteríolas aferentes, onde cada uma ramifica-se no interior da cápsula de Bowman do néfrom, formando um enovelado de capilares denominado glomérulo de Malpighi.

Os capilares do glomérulo deixam extravasar diversas substâncias presentes no sangue (água, uréia, glicose, aminoácidos, sais e diversas moléculas de tamanho pequeno), através de suas finas paredes. Essas substâncias extravasadas passam entre as células da parede da cápsula de Bowman e atingem o túbulo contorcido proximal, onde constituem o filtrado glomerular (urina inicial). O filtrado glomerular é semelhente, em composição química, ao plasma sanguíneo, com a diferença de que não possui proteínas, incapazes de atravessar os capilares glomerulares.

Urina

Diariamente passam pelos rins, quase 2 mil litros de filtrado glomerular. A urina inicial caminha sucessivamente pelo túbulo contorcido proximal, pela alça de Henle e pelo túbulo contornado distal, de onde é lançada em duto coletor. Durante o percurso, as paredes dos túbulos renais reabsorvem glicose, vitaminas, hormônios, parte dos sais e a maior parte da água que compunham a urina inicial. As substâncias reabsorvidas passam para o sangue dos capilares que envolvem o néfrom. Esses capilares originam-se da ramificação da arteríola eferente, pela qual o sangue deixa a cápsula de Bowman. A uréia, por não ser reabsorvida pelas paredes do néfrom, é a principal constituinte da urina.

Aproveitamento do filtrado glomerular

Dos 600 litros do filtrado glomerular produzido diariamente pelos rins, forma-se apenas 1,5 litro de urina, portanto, mais de 98% da água do filtrado foi reabsorvida, principalmente na região da alça de Henle.

Os capilares que reabsorvem as substâncias úteis dos túbulos renais se reúnem para formar um vaso único, a veia renal, que leva o sangue para fora do rim, em direção ao coração.

Fonte: http://www.webciencia.com/ e http://studiofitblog.blogspot.com

quarta-feira, 9 de março de 2011

Plantas Medicinais: Cereais e suas propriedades nutritivas e terapêuticas

Cereais: Propriedades nutritivas e terapêuticas




TRIGO (Triticum aestivum)

FAMÍLIA: Poaceae
GÉNERO: Triticum
ORIGEM: Médio Oriente.
PROPRIEDADES: Tem muitas vitaminas do grupo B e E, que diminui a concentração de açúcar no sangue e na urina, por isso é também anti-anémico. É rico em ácido fólico que é um poderoso antioxidante. Deve ser incluído na alimentação infantil, pois fortalece o sistema imunitário, protegendo da doença. Aumenta o processo de renovação celular.







AVEIA (Avena sativa)

FAMÍLIA: Poaceae
GÉNERO: Avena
ORIGEM: Ásia.
PROPRIEDADES: é um cereal muito nutritivo, que possui cálcio, ferro, proteínas, além de vitaminas, carboidratos e fibras. Pela fibra solúvel é benéfico para o bom funcionamento intestinal, controle do açúcar no sangue, manutenção e diminuição do colesterol, controle da pressão arterial e regulador do funcionamento do intestino.








CENTEIO (Secale cereale)

FAMÍLIA: Poaceae
GÉNERO: Secale
ORIGEM: Médio Oriente.
PROPRIEDADES: O centeio é menos nutritivo do que os outros cereais mas é o cereal mais rico no aminoácido essencial lisina. Além de depurativo do sangue, oferece a grande qualidade de facilitar a circulação sanguínea, o que útil na prevenção e no tratamento das doenças cardiovasculares e da arteriosclerose. Não contém glúten.








MILHO (Zea maiz)

FAMÍLIA: Poaceae
GÉNERO: Zea
ORIGEM: América do Norte e Central.
PROPRIEDADES: È rico em fibras, fundamental para a eliminação das toxinas do organismo humano. Rico em hidratos de carbono, proteínas e vitaminas do complexo B, que combate a degeneração muscular, actua no crescimento e protege o sistema reprodutor. É boa fonte de energia, por ter grandes quantidades de açúcares e gorduras. O milho contém vários sais minerais como (ferro, fósforo, potássio e zinco). Não tem glúten.







ESPELTA (Triticum spelta)

FAMÍLIA: Poaceae
GÉNERO: Triticum
ORIGEM: Europa
PROPRIEDADES:  A Espelta contém cerca de 57,9 por cento de hidratos de carbono (9,2 por cento excluindo fibra ), 17% de proteínas e 3,0 por cento de gordura , bem como minerais e vitaminas dietéticos  . (7). Como contém uma quantidade moderada de glúten , é apropriado para alguns fermentos. Na Alemanha, os grãos verdes são escritas secas e comidas como grãos verdes. Não é adequado para pessoas com doença celíaca.



KAMUT (Triticum turgidum)

FAMÍLIA: Poaceae
GÉNERO: Triticum
ORIGEM: Médio oriente
PROPRIEDADES: Em comparação com o trigo mole, é maior em oito dos nove minerais, contém até 65% mais aminoácidos, e possui maior quantidade de lipídos e ácidos gordos. O Kamut tem um nível de proteína até 40% superior à média normal de trigo. Também tem maior percentagem de lipídios, que produzem mais energia que os hidratos de carbono.





ARROZ (Oryza sativa)

FAMÍLIA: Poaceae
GÉNERO: Oryza
ORIGEM: Japão
PROPRIEDADES: O arroz é composto por 85% da energia em hidratos de carbono, 7% de gordura, e 8% de proteína. O arroz também tem uma quantidade considerável de proteínas, com um excelente espectro de aminoácidos . A qualidade da proteína de arroz (66%) é maior do que o trigo integral (53%) e milho (49%). Da pequena quantidade de gordura no arroz integral, é sobretudo poli-insaturada, sendo muito usado em dietas.

 


GIRASSOL (Helianthus annus)

FAMÍLIA: Asteraceae
GÉNERO: Helianthus
ORIGEM: América do Sul
PROPRIEDADES: As flores e folhas são eficazes em acelerar a cicatrização de feridas e contusões, e também pode auxiliar o tratamento de problemas da garganta e pulmões.
As sementes são ricas em ómega-6 que é útil na prevenção de problemas cardíacos e no tratamento de esclerose múltipla.
Fonte: http://naturezaartehumana.blogspot.com/2011/02/cereais-mais-comuns-propriedades.html


  

GAIA

GAIA

Duas ações simples da GAIA (Global Action Interest of Animals) que chamam a atenção para o problema da tortura de animais.
Uma sacola bem criativa e uma capa de plástico que envolve revistas obrigando a pessoa a rasgar o animal.
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