domingo, 7 de outubro de 2012

Educação Ambiental: Manifesto da SBPC e ABC sobre o Código Florestal encaminhado para a Presidenta Dilma Rousseff


Novo manifesto da SBPC e ABC sobre o Código Florestal encaminhado para a presidente Dilma Rousseff
"A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) vêm mais uma vez manifestar sua preocupação com o Código Florestal, desta vez por meio de alterações na MP 571/2012 aprovadas pelo Congresso Nacional, que representam mais retrocessos, e graves riscos para o País", afirma a carta encaminhada pela SBPC e ABC para a presidente Dilma Rousseff.

"Senhora Presidenta, se queremos um futuro sustentável para o País, se queremos promover o desenvolvimento do Brasil, se queremos que a agricultura brasileira perdure ao longo do tempo com grande produtividade, que minimizemos os efeitos das mudanças climáticas, que mantenhamos nosso estoque de água, essencial para a vida e para a agricultura, que protejamos a rica biodiversidade brasileira, temos que proteger nossas florestas", apelam a SBPC e a ABC.

Eis a carta.

Senhora Presidenta,

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) vêm mais uma vez manifestar sua preocupação com o Código Florestal, desta vez por meio de alterações na MP 571/2012 aprovadas pelo Congresso Nacional, que representam mais retrocessos, e graves riscos para o País.

O Brasil deveria partir de premissas básicas que ele próprio aprovou em fóruns internacionais, como na Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. O documento aprovado na Rio+20, denominado “O Futuro que Queremos”, ressalta o compromisso com um futuro sustentável para o planeta de modo que haja a integração equilibrada das dimensões social, econômica e ambiental.

O documento reconhece a importância da colaboração da comunidade científica e tecnológica para o desenvolvimento sustentável e o fortalecimento da conexão entre a ciência e as políticas, mediante avaliações científicas confiáveis que facilitem a adoção de decisões informadas.

Reafirma a necessidade de promover, fortalecer e apoiar uma agricultura mais sustentável, que melhore a segurança alimentar, erradique a fome e seja economicamente viável, ao mesmo tempo em que conserva as terras, a água, os recursos genéticos vegetais e animais, a diversidade biológica e os ecossistemas e aumente a resiliência à mudança climática e aos desastres naturais.

Também reconhece a necessidade de manter os processos ecológicos naturais que sustentam os sistemas de produção de alimentos. Além disto, ressalta os benefícios sociais, econômicos e ambientais que as florestas, seus produtos e serviços, podem proporcionar para as pessoas e para as economias. Para que isto ocorra, os países concordaram em envidar esforços para o manejo sustentável das florestas, a recomposição, a restauração e o florestamento, para aumentar as reservas florestais de carbono.

Com a aprovação da MP 571/2012 pelo Senado o Brasil deixará de cumprir os compromissos que assumiu com seus cidadãos e com o mundo, aprovando medidas que não privilegiam a agricultura sustentável e que não reconhecem a colaboração da ciência e da tecnologia nas tomadas de decisão.

A ABC e a SBPC são contra as seguintes alterações na MP 571/2012:

Definição de Pousio sem delimitação de área – Foi alterada a definição de pousio incluída pela MP, retirando o limite de 25% da área produtiva da propriedade ou posse (Art. 3o inciso XXIV). Para a ABC e SBPC as áreas de pousio deveriam ser reconhecidas apenas à pequena propriedade ou posse rural familiar ou de população tradicional, como foram até o presente, sem generalizações. Além disto, deveriam manter na definição o percentual da área produtiva que pode ser considerada como prática de interrupção temporária das atividades agrícolas.

Redução da obrigação de recomposição da vegetação às margens dos rios – O texto aprovado pelo Senado Federal beneficiou as médias e grandes propriedades rurais, alterando o Art. 61-A da MP 571/2012. Nele, a área mínima obrigatória de recuperação de vegetação às margens dos rios desmatadas ilegalmente até julho de 2008 foi reduzida. As APPs não podem ser descaracterizadas sob pena de perder sua natureza e sua função. A substituição do leito maior do rio pelo leito regular para a definição das APPs torna vulneráveis amplas áreas úmidas em todo o país, particularmente naAmazônia e no Pantanal, onde são importantes para a conservação da biodiversidade, da manutenção da qualidade e quantidade de água, e de prover serviços ambientais, pois elas protegem vidas humanas, o patrimônio público e privado de desastres ambientais.

Redução das exigências legais para a recuperação de nascentes dos rios. A medida provisória também consolidou a redução da extensão das áreas a serem reflorestadas ao redor das nascentes. Apesar de que a MP considera comoÁrea de Preservação Permanente (APP) um raio de 50 metros ao redor de nascente, a MP introduziu a expressão “perenes” (Art. 4o, inciso IV), com o intuito de excluir dessas exigências as nascentes intermitentes que, frequentemente, ocorrem em regiões com menor disponibilidade anual de água. Para fins de recuperação, nos casos de áreas rurais consolidadas em Áreas de Preservação Permanente no entorno de nascentes e olhos d’água perene, é admitida a manutenção de atividades agrossilvipastoris, de ecoturismo ou de turismo rural, sendo obrigatória a recomposição do raio mínimo de 15 (quinze) metros (Art. 61-A § 5º).

Reflorestamento de nascentes e matas ciliares com espécies arbóreas frutíferas exóticas. É inaceitável permitir a recuperação de nascentes e matas ciliares com árvores frutíferas exóticas, ainda mais sem ser consorciada com vegetação nativa, em forma de monocultivos em grandes propriedades. Os cultivos de frutíferas exóticas exigem em geral uso intensivo de agrotóxicos, o que implicará contaminação direta dos cursos de água (Art. 61-A, inciso V).

Áreas de Preservação Permanente no Cômputo das Reservas Legais – As Áreas de Preservação Permanentenão podem ser incluídas no cômputo das Reservas Legais do imóvel. As comunidades biológicas, as estruturas e as funções ecossistêmicas das APPs e das reservas legais (RLs) são distintas. O texto ainda considera que no referido cômputo se poderá considerar todas as modalidades de cumprimento da Reserva Legal, ou seja, regeneração, recomposição e compensação (Art. 15 § 3o ). A ABC e a SBPC sempre defenderam que a eventual compensação de déficit de RL fosse feita nas áreas mais próximas possíveis da propriedade, dentro do mesmo ecossistema, de preferência na mesma microbacia ou bacia hidrográfica. No entanto, as alterações na MP 571/2012 mantêm mais ampla a possibilidade de compensação de RL no âmbito do mesmo bioma, o que não assegura a equivalência ecológica de composição, de estrutura e de função. Mantido esse dispositivo, sua regulamentação deveria exigir tal equivalência e estipular uma distância máxima da área a ser compensada, para que se mantenham os serviços ecossistêmicos regionais. A principal motivação que justifica a RL é o uso sustentável dos recursos naturais nas áreas de menor aptidão agrícola, o que possibilita conservação da biodiversidade nativa com aproveitamento econômico, além da diversificação da produção.

Redução da área de recomposição no Cerrado Amazônico – O Art. 61-B, introduziu a mudança que permite que proprietários possuidores dos imóveis rurais, que em 22 de julho de 2008, detinham até 10 (dez) módulos fiscais e desenvolviam atividades agrossilvipastoris nas áreas consolidadas em Áreas de Preservação Permanente, recomponham até o limite de 25% da área total do imóvel, para imóveis rurais com área superior a 4 (quatro) e até 10 (dez) módulos fiscais, excetuados aqueles localizados em áreas de floresta na Amazônia Legal. Este dispositivo permitirá a redução da área de recomposição no Cerrado Amazônico. Toda a Amazônia Legal seguia regras mais rígidas. Com a mudança, apenas áreas de florestas da Amazônia Legal ficam excluídas do limite de 25%.

Delegação aos Estados para definir, caso a caso, quanto os grandes proprietários devem recuperar de Áreas de Preservação Permanente (APPs) ilegalmente desmatadas. A delimitação de áreas de recuperação, mantidos os parâmetros mínimos e máximos definidos pela União, foi remetida para o Programa de Regularização Ambiental (PRA) a delimitação de áreas de recuperação. Atualmente esta competência é compartilhada entre municípios, Estados e governo federal. Determinar que cada estado defina o quanto os grandes proprietários terão de recuperar das áreas de preservação irregularmente desmatadas, pode incentivar uma “guerra ambiental”.

Diminuição da proteção das veredas – O texto até agora aprovado diminuiu a proteção às veredas. A proposta determina ainda que as veredas só estarão protegidas numa faixa marginal, em projeção horizontal, de 50 metros a partir do “espaço permanentemente brejoso e encharcado” (Art. 4o, inciso XI), o que diminui muito sua área de proteção. Antes, a área alagada durante a época das chuvas era resguardada. Além desse limite, o desmatamento será permitido. As veredas são fundamentais para o fornecimento de água, pois são responsáveis pela infiltração de água que alimenta as nascentes da Caatinga e do Cerrado, justamente as que secam durante alguns meses do ano em função do estresse hídrico.

Regularização das atividades e empreendimentos nos manguezais – O artigo 11-A, incluído pela MP, permite que haja nos manguezais atividades de carcincultura e salinas, bem como a regularização das atividades e empreendimentos de carcinicultura e salinas cuja ocupação e implantação tenham ocorrido antes de 22 de julho de 2008 (§§ 1o 6º). Os manguezais estão indiretamente protegidos pelo Código Florestal desde 1965, e diretamente desde 1993, na Mata Atlântica, e 2002, na Amazônia. Esse artigo, além de promover a regularização de áreas desmatadas irregularmente, permite que novas áreas sejam abertas para instalação de criações de camarões.

Senhora Presidenta, se queremos um futuro sustentável para o País, se queremos promover o desenvolvimento do Brasil, se queremos que a agricultura brasileira perdure ao longo do tempo com grande produtividade, que minimizemos os efeitos das mudanças climáticas, que mantenhamos nosso estoque de água, essencial para a vida e para a agricultura, que protejamos a rica biodiversidade brasileira, temos que proteger nossas florestas.

Portanto solicitamos cordial e respeitosamente que Vossa Excelência atue para garantir que os itens acima apontados sejam considerados na MP 571/ 2012, aprovada pelo Senado Federal.

Atenciosamente,

Helena B. Nader
Presidente SBPC

Jacob Palis
Presidente ABC
Fonte: Rede Mato-Grossense de Educação Ambiental - REMTEA
http://www.ufmt.br/remtea/index.htm

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Educação: Mulheres, Indígenas e Crianças Despontam Como as Principais Vítimas de Violência

FEMINISMO E SUSTENTABILIDADE


Mulheres, indígenas e crianças despontam como as principais vítimas de violência, exploração sexual e da moradia precária resultantes da construção da megausina de Belo Monte, no norte do Brasil. “Lutar contra a construção da barragem é também uma forma de lutar pela liberdade, dignidade e pelos direitos das mulheres daqui”, afirma Mariene Gomes, do Movimento de Mulheres de Altamira do Campo.
 Fonte: http://www.clam.org.br/noticias-clam/conteudo.asp?cod=9818 

Educação: Obrigações dos Estados com LGBT


ONU lança relatório de obrigações dos Estados com LGBT

A Organização das Nações Unidas (ONU) entrou de vez na luta pelos direitos das pessoas LGBT no mundo todo e acaba de lançar um relatório com as principais obrigações legais que Estados devem aplicar para a proteção de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT). Publicado na última sexta-feira, 14 de setembro, o documento foi lançado pelo Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH).


Publicada em: 20/09/2012

Fonte: http://www.clam.org.br/na-midia/conteudo.asp?cod=9858#.UFs3CCPZNFA.facebook

Educação: Tecnologia para "Empoderar" Mulheres


Agência Sueca tem segunda chamada aberta - tema é tecnologia para "empoderar" mulheres

Além da chamada já publicada em nosso site duas semanas atrás, a Agência Sueca para a Cooperação Internacional e Desenvolvimento (SIDA) conta com outra oportunidade aberta para financiamento de projetos de organizações da sociedade civil. Serão apoiadas iniciativas onde a tecnologia de informação e comunicação esteja sendo aplicada para o "empoderamento" de garotas e mulheres.

O prazo para envio de propostas é o mesmo da primeira chamada, dia 18 de outubro, e o objetivo específico dela é aumentar a equidade sócio-econômica entre homens e mulheres garantindo acesso igualitário a tecnologia e oportunidades iguais para homens, mulheres, meninos e meninas no uso da tecnologia em uma sociedade aberta.

As propostas devem ser escritas em inglês ou sueco, e não há um orçamento mínimo ou máximo que será apoiado, porém a SIDA informa sobre os recursos máximos disponíveis para apoio a todos os projetos. Na página dessa oportunidade é disponibilizado um FAQ e um e-mail de contato para tirar dúvidas que surgirem.

Todas as informações estão disponíveis nesta página http://www.sida.se/ict4women.
APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS
TIC para o empoderamento de mulheres e meninas
Publicado em: segunda-feira 10 de setembro, 2012Mudado: quinta-feira, 27 de setembro, 2012Sida convida organizações cívicas e outros atores relvant para solicitar financiamento, a iniciativas onde a informação e tecnologia de comunicações está sendo usado para aumentar a mulheres e meninas uso e acesso às TIC nos países em desenvolvimento.
O objetivo específico do presente convite à apresentação de propostas é aumentar sócio-econômico a igualdade entre mulheres e homens, garantindo a igualdade de acesso à tecnologia e à igualdade de oportunidades para homens, mulheres, meninos e meninas de utilizar as TIC em uma sociedade aberta.
Este convite à apresentação de propostas está ligada à estratégia do Governo sueco para o Desenvolvimento de Capacidade e Colaboração 2011-2013 . Esta estratégia tem como objectivo apoiar a prestação de boas habilidades e de alta capacidade entre os vários intervenientes para facilitar o uso eficaz de, e acesso a, Tecnologia da Informação e Comunicação para o Desenvolvimento (ICT4D).
Somente Aplicações projeto completo deverá ser apresentado para avaliação. Encontre mais informações nesses documentos seguintes: o  formulário de pedido completo   e seus anexos 1 , 2 , 3 e 4 . Além disso, é mais importante ler as orientações cuidadosamente, (ver caixa verde à direita para toda a informação relacionada, mas lembre-se a aplicação não é feita por meio desses documentos.)
Apresentação do requerimento está agora aberto. Todas as aplicações devem ser feitas através do nosso sistema de aplicação digital .
Prazo para apresentação de candidaturas é 18 outubro de 2012.
Apenas aplicações para projetos a serem implementados a partir do ano de 2012 ou 2013 e que terminará em 31 de dezembro de 2014 serão consideradas.
Perguntas não respondidas depois de ter lido as diretrizes  e Perguntas Frequentes documentos  podem ser enviados para ict4women@sida.se . 
Proprietário da página:O Departamento de Comunicação


Fonte: Rede Mato-Grossense de Educação Ambiental - REMTEA
http://www.ufmt.br/remtea/index.htm

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Educação: libro para la formación de profesores

Livro para a formação de professores


Os actualizamos información sobre el libro basado en entrevistas “Preguntas fundamentales de la enseñanza” (Universitas, 2012), reditado, que por su contenido -los testimonios de sus 39 participantes- está siendo bien acogido como como material para la investigación, reflexión y formación de profesores de Infantil, Primaria y Secundaria, desde asignaturas de Pedagogía en general y del área de DOE en particular.
Su consulta y presencia en bibliotecas y foros de profesorado sería de gran ayuda para su difusión.
A través de la editorial haremos llegar un ejemplar a los colegas y revistas que se comprometan a reseñarlo.
Portada: http://web.uam.es/personal_pdi/fprofesorado/agustind/portadas/portadapreg.jpg
Contraportada: http://web.uam.es/personal_pdi/fprofesorado/agustind/portadas/contraportadapreg.jpg
Índice
Introducción
Listado de participantes
Primera parte: “Preguntas fundamentales de la enseñanza”
-        Pregunta 1. ¿Qué es para ti la educación?
-        Pregunta 2. ¿Cuáles son a tu juicio las preguntas fundamentales de la Didáctica y la Organización Escolar?
-        Pregunta 3. ¿Cuál crees que es el papel que deben jugar las TIC en la enseñanza?
-        Pregunta 4. ¿Cómo valoras una enseñanza basada en competencias?
-        Pregunta 5. ¿Para qué enseñar, para qué formar?
-        Pregunta 6. ¿La enseñanza está evolucionando?
-        Pregunta 7. ¿Hay aprendizaje formativo sin enseñanza?
-        Pregunta 8. ¿Entiendes que es suficiente la formación inicial del profesorado que se desarrolla para los distintos niveles educativos?
-        Pregunta 9. ¿Cuáles son las claves para favorecer el desarrollo profesional de los docentes de los distintos niveles educativos?
-        Pregunta 10. ¿Por qué el autoconocimiento, la conciencia, la evolución humana, la humanidad (como fuente de identidad), etc. apenas se tratan en la formación inicial del profesorado?
-        Pregunta 11. ¿Por qué el conocimiento del cerebro -como órgano de la razón y de la formación- no forma parte de la formación inicial del profesorado o de la educación?
-        Pregunta 12. ¿Cuál es el mayor error que los profesores/MRPs/Investigadores [se pidió a cada participante que se identificara con su colectivo de referencia, previamente definido] están cometiendo con la educación?
-        Pregunta 13. Por favor, ofrece un titular (periodístico) para la Didáctica y Organización Escolar actual, con la mirada puesta en el futuro.
Segunda parte: “Los protagonistas”
A) Respuestas de profesionales de la Educación Infantil, Primaria y Secundaria
1.      Almudena Montesinos Guerrero
2.      Estefanía Rodríguez Manso
3.      Amparo Romero
4.      María del Carmen Díaz Navarro
5.      Isabel Parejo Vázquez
6.      María Isabel González Sánchez
7.      Ana Vanessa Huerta Soria
8.      Paula Belmonte Martín
9.      Jesús Ruiz Gálvez
10.  Milagrosa Borrego Vázquez
11.  Mar Cortina Selva
12.  Francisco Menchén Bellón
13.  Fernando Nuñez Partido
14.  Eduardo Soler Fiérrez
B) Respuestas de representantes de ‘Movimientos de Renovación Pedagógica’(MRP)
1.      Miguel Ángel Aragón Salinas
2.      José Domínguez Rodríguez
3.      Cristina Elorza Ibáñez de Gauna
4.      Felipa García García
5.      Mª Ángeles Llorente Cortés
6.      Andrés Nuñez de Lemus
7.      Julio Rogero Anaya
8.      Pere Torres López
C) Respuestas de investigadores del área de DOE (Didáctica y Organización Escolar)
1.      Tania Muñoz Álvarez
2.      Nivia Álvarez Aguilar
3.      Jesús Asensi Díaz
4.      Juan Bautista Martínez Rodríguez
5.      Antonio Bolívar Botía
6.      Agustín de la Herrán Gascón
7.      Araceli Estebaranz García y Pilar Mingorance Díaz
8.      Manuel Fernández Cruz
9.      Félix Eugenio González Jiménez
10.  Joan Mallart Navarra
11.  Jaume Martínez Bonafé
12.  Antonio Medina Rivilla
13.  Cristina Moral Santaella
14.  Wolfgang Müeller-Commichau
15.  Joaquín Paredes Labra
16.  Miguel Ángel Santos Guerra
Conclusión
Saludos
Agustín de la Herrán Gascón
Dpto. de Didáctica y Teoría de la Educación
Despacho I-315
Facultad de Formación de Profesorado y Educación
Universidad Autónoma de Madrid
Ctra de Colmenar Viejo, Km. 15.500
28049 Cantoblanco
Madrid
España
http://www.uam.es/personal_pdi/fprofesorado/agustind/

BARROS, D.M.V. Estilos de Aprendizaje y las Tecnologías: Medios didácticos en lo virtual. Editorial Académica Española, Madrid, 2012.
https://www.morebooks.de/store/es/book/estilos-de-aprendizaje-y-las-tecnolog%C3%ADas/isbn/978-3-8473-5430-7
TESE Premiada com os Premios Extraordinarios de Doctorado 2010/2011,UNED, Madrid, España.
V Congreso Mundial de Estilos de aprendizaje- Santander- España
http://www.estilosaprendizaje.unican.es/

 Profa Dra Daniela Melaré Vieira Barros
DEED - Departamento de Educação e Ensino a Distância
dbarros@univ-ab.pt
Universidade Aberta - http://www.uab.pt/
LEAD - http://lead.uab.pt/wordpress/
Campus do Taguspark
Edifício Inovação I
2740 - 122 Oeiras
Portugal
http://dmelare.blogspot.com/

EDUCAÇÃO: VI JORNADA DESIGUALDADES RACIAIS NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA

VI JORNADA
DESIGUALDADES RACIAIS NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA


INTRODUÇÃO
A VI Jornada Desigualdades Raciais na Educação Brasileira é um evento paralelo ao Seminário Educação, promovido pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Relações Raciais e Educação (NEPRE). Constitui-se, principalmente, uma grande oportunidade para aprofundamento de conhecimentos sobre conteúdos de história e cultura afrobrasileira e africana, ocasião em que renomados pesquisadores de várias universidades brasileiras apresentam resultados de seus estudos e pesquisas.
Mostra de experiências pedagógicas na implementação da Lei nº 10.639/03O objetivo é promover espaço de interlocução entre profissionais da educação, gestores e público em geral sobre a implementação da Lei nº 10.639/03, tendo como foco as experiências que vem sendo desenvolvidas no cotidiano das práticas didático-pedagógicas escolares.
CERTIFICAÇÃOOs certificados de participação na VI Jornada Desigualdades Raciais na Educação Brasileira e os de apresentação de trabalho na Mostra de experiências pedagógicas na implementação da Lei nº 10.639/03 serão emitidos e entregues pelo NEPRE.
INSCRIÇÕES VI JORNADA
Para realização da inscrição na VI Jornada Desigualdades Raciais na Educação Brasileira, acesse o arquivo que conterá uma ficha de inscrição a ser preenchida e encaminhada para o endereço eletrônico: jornada.dreb@gmail.com

FONTE: http://www.ie.ufmt.br/semiedu2012/

Educação: Cultura de Paz nas Escolas


UNESCO BRASIL: PUBLICAÇÕES ON-LINE DA CULTURA PARA A PAZ NAS ESCOLAS
 Em 2000, no marco do Ano Internacional para uma Cultura de Paz, a Representação da UNESCO no Brasil lançou o Programa Abrindo Espaços: educação e cultura para a paz, uma iniciativa que abre escolas públicas nos fins de semana para oferecer aos jovens e sua comunidade atividades de esporte, arte, cultura, lazer e formação inicial para o trabalho.

O Programa Abrindo Espaços baseia-se na cultura de paz e não-violência e na promoção da cidadania de adolescentes, jovens e da comunidade escolar. Trata-se de uma iniciativa que reúne várias áreas do mandato da UNESCO – é uma ação de inclusão social que incentiva a melhoria da qualidade da escola, a participação cultural, a conscientização sobre a prevenção de DST e Aids e o cuidado com o meio ambiente.

Além de promover o desenvolvimento humano, a cidadania e a inclusão social de jovens e suas comunidades, o Programa Abrindo Espaços favorece ainda a melhoria da qualidade da educação no país, ampliando oportunidades de acesso a atividades educativas, culturais, esportivas, de lazer e de geração de renda. As atividades são abertas a toda a comunidade também com o propósito de melhorar a qualidade da relação e da interação entre professores, alunos e familiares.
Paz, como se faz? Semeando cultura de paz nas escolas. 3.ed. 
Autores: Diskin, Lia; Roizman, Laura Gorresio
3. ed. Brasilia: UNESCO, Fundação Vale, 2008. 108 p.
ISBN: 978-85-7652-074-0
 Download gratuito (PDF, 2.78 Mb)

Resumo: Trata-se da terceira edição de um manual preparado com base nas aprendizagens fundamentais do século XXI propostas pelo Relatório Delors, que objetiva o desenvolvimento da expressão, da criatividade, do diálogo e da aceitação do outro com estratégia educativa para a construção de uma cultura de paz. Além disso, o manual tem o propósito de incentivar processos de autocriação e autogestão nos participantes do Programa Abrindo Espaços.

Abrindo espaços: educação e cultura para a paz. 4.ed.
 Brasília: UNESCO, Fundação Vale, 2008. 109 p.
ISBN: 978-85-7652-078-8
Download gratuito (PDF, 1.7 Mb)
Distribuição Institucional - Como Adquirir

 Resumo: Edição revisada do livro texto do programa, que inclui referências conceituais e institucionais, como ainda o histórico de sua implementação desde o início, em 2000.

 Mais Educação, menos Violência.
 Brasília: UNESCO, Fundação Vale, 2008. 109 p
ISBN: 978-85-7652-078-8
Download gratuito (PDF, 1.7 Mb)
Distribuição Institucional - Como Adquirir


 Interação escola-família: subsídios para práticas escolares (Somente em PDF)
Organizadoras: Castro, Jane Margareth; Regattieri, Marilza
Brasília: UNESCO, Ministério da Educação/Secretaria de Educação Básica, 2009. 104p.
ISBN: 978-85-7652-111-2
Download gratuito:em português (PDF, 437 Kb)

O presente estudo elege como prioridade, dentre tantas funções importantes, que a aproximação das escolas e das famílias pode ter a recuperação da singularidade do aluno visto no seu contexto mais amplo, impactando no desempenho escolar de crianças e jovens. Percebeu-se por meio deste estudo que quando a escola melhora seu conhecimento e compreensão sobre os alunos, sua capacidade de comunicação e adequação das estratégias didáticas aumenta e, em consequência, aumenta as chances de um trabalho escolar bem-sucedido. Nesse sentido, a conquista da participação das famílias na vida escolar dos alunos deve ser vista como parte constituinte do trabalho de planejamento educacional. Espera-se que esta publicação possa contribuir com os profissionais de educação no Brasil para que consigam cumprir o desafio assumido em Dacar de oferecer uma educação de qualidade para todos.

Uma antologia de trabalhos literários brasileiros. Os textos sâo inspiradores, emocionantes e de leitura fácil.

Autores: Mário Quintana; Carlos Drummond de Andrade; Clarice Lispector; Cora Rónai; Victor Giudice; Humberto Teixeira; Luiz Gonzaga; Lygia Fagundes Telles; Chico Buarque; Paulo Mendes Campos; Marina Colasanti; Cora Coralina

Brasília: UNESCO, 2009. 60 p., il.
ISBN: 978-85-7652-098-6
Download gratuito (PDF, 1.5 Mb)
 Fonte: UNESCO - http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/special-themes/preventing-youth-violence/open-schools-programme/ e http://www.rededigitalpelapaz.mt.gov.br/index.php/cultura-de-paz

Educação: Projeto Paz nas Escolas


SEGURANÇA E EDUCAÇÃO


As ações de prevenção à violência e criminalidade no ambiente escolar ganham reforço a partir desta semana, com o projeto Rede Digital pela Paz. O projeto desenvolvido pela Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) será lançado nesta sexta-feira (21.09), às 09 horas, na Academia da Policia Judiciária Civil, no bairro São João Del Rei, em Cuiabá.


A interação entre a Segurança Pública e os estudantes da rede pública de ensino se dará no ambiente virtual, através do site www.rededigitalpelapaz.mt.gov.br. O projeto foi criado pensando em envolver alunos de diversas idades e escolas como forma de fomentar uma cultura de paz, com ações voltadas a prevenção da criminalidade, orientadas com ideias dos próprios alunos.

Uma das primeiras ações do projeto, já acontece na sexta-feira (21.09), com a abertura do “Prêmio Cultura de Paz de História em Quadrinhos 2012”, que irá selecionar as melhores histórias, escritas e ilustradas, por alunos das três escolas da rede pública estadual, que participam das atividades desenvolvidas pelo “Rede Digital pela Paz”. As inscrições iniciam no dia 21 de setembro e finalizam em 16 de novembro de 2012.

O ambiente virtual é base do projeto “Rede Digital pela Paz” e a principal ferramenta utilizada pela Educação e a Polícia Civil para prevenir o uso de drogas, bullying, homofobia e outros tipos de violência crescente.  “A Polícia Judiciária Civil apresenta uma maneira inovadora de prevenção e controle do crime e da violência. O projeto tem a proposta de ajudar a reduzir os índices de violência no ambiente escolar e no seu entorno”, destaca o  delegado geral adjunto da Polícia Civil, Sebastião Finotto.

O projeto contemplará escolas com maior índice de violência em Cuiabá e Várzea Grande. Inicialmente, o Rede Digital pela Paz começa nas escolas estaduais João Panaroto, Dione Augusta, ambas no CPA, e Rodolfo Augusto, no bairro Paiaguas. “Entendemos que é preciso investir na educação de nossos jovens para que consigamos obter resultados redução dos índices de violência e promoção de uma cultura de paz”, analisa Finotto.

Desde junho deste ano, 90 professores e 30 alunos selecionados iniciaram capacitação para atuar como monitores dos estudantes nas atividades desenvolvidas nos laboratórios de informática, local onde os alunos vão produzir trabalhos voltados à aprendizagem e ao enfrentamento dos problemas ligados a violência vivenciados na comunidade escolar. A ideia é que adolescentes e jovens sejam autores do processo de prevenção da violência, produzindo objetos de aprendizagem digital.

O delegado Paulo Alberto Araújo, titular da Delegacia Especializada do Adolescente, é um dos parceiros na capacitação dos agentes da educação e alunos. A temática trabalhada com eles está voltada ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) no contexto escolar; Mediação de Conflitos Familiar e Escolar; Violência e Criminalidade; Direitos Humanos; e Cultura Digital. 

O site Rede Digital pela Paz (www.rededigitalpelapaz.mt.gov.br) é um ambiente para a troca de experiências, denúncias, bate-papos, informação, publicação de artigos, sugestões de livros e biografias sobre drogas, violência, sexualidade, direito e deveres, oficinas digitais e outras ferramentas de interação, como forma de inserir o publico juvenil na discussão de temas de interesse social e que assolam a sociedade, como os homicídios praticados e vitimados por jovens tão corriqueiros na atualidade.

 Como ajudar

Como autores do processo de formação e prevenção a violência, alunos da rede estadual de educação estarão envolvidos em discussão e trabalhos escolares por meio de oficinas digitais nas escolas para elaboração de games, vídeos e gibis interativos, sob a supervisão de professores e instrutores do projeto. A temática será escolhida na escola de acordo com as palestras desenvolvidas, relacionadas a todo tipo de violência (física e psicológica).

Os melhores trabalhos serão publicados no site e impressos como gibis no final de cada ano e distribuídos para todas as Escolas do Estado. 

Endereço virtual
 O endereço de acesso ao site é:  www.rededigitalpelapaz.mt.gov.br

Fonte: LUCIENE OLIVEIRA - Assessoria/PJC-MT - http://www.policiacivil.mt.gov.br/noticia.php?id=7197

Educação: 100 mil Acessos no Blog Projetos e Educação


Blog Projetos e Educação  comemora  mais de 100 mil acessos em 2 (dois) anos.



Hoje  estamos com mais de 100 mil acessos, apesar de ser um blog novo que nasceu em maio de 2010, um bebê de pouco mais de dois anos, este blog voltado para a educação, aberto para todos os colegas colaborador@s.
         Este blog foi criado com a intenção de ser uma ferramenta para auxiliar no trabalho docente, ofertando aos alun@s, uma interação com a informática, onde aulas já ministradas em sala de aula poderiam ser acessadas por eles, bem como trabalhos e a divulgação de notas deste alun@s, neste ínterim alguns projetos, artigos e trabalhos foram postados uns de minha autoria  e outros de autoria de vários educadores e educadoras, me sinto feliz e realizado neste momento, quero agradecer a todos seguidores e seguidoras que amavelmente estão sempre ao meu lado, comentando e deixando seus recados. 
             Desejo um abraço cordial e amigo a todos, Agradecemos aos nossos seguidores, leitores e colaboradores, dizendo que a determinação de produzir e reproduzir matérias de interesse da educação sempre será o nosso alvo.
Estamos em busca de patrocinadores e mais colaborador@s.


quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Educação: Projeto Governamental para erradicação do Trabalho Infantil


Fepeti quer transformar plano para a erradicação do trabalho infantil em programa de Governo

Buscar estratégias para eliminar o trabalho infantil em Mato Grosso e disseminar ações articuladas de combate a esta prática ilegal, que atinge mais de 80 mil crianças e adolescentes no estado. Estas são as diretrizes do II Plano Estadual para a Erradicação do Trabalho Infantil em Mato Grosso, fruto do envolvimento de mais de 20 entidades que compõem o Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Fepeti/MT), responsáveis pela elaboração do documento.

O Plano Estadual para a Erradicação do Trabalho Infantil é uma revisão do documento formulado em 2008 e que passou a fazer parte, em 2009, da Agenda Mato Grosso de Trabalho Decente, construída e pactuada conjuntamente por diversas instituições. Este tema passou a ser, então, um compromisso assumido pelo governo do Estado quando elegeu como um dos eixos de ação a erradicação do trabalho infantil no estado até 2015.

O projeto foi elaborado, discutido e endossado pelas bancadas de trabalhadores, empregadores e de governo durante a Conferência Estadual de Trabalho Decente, realizada no mês de outubro, em Cuiabá. Contém objetivos, ações, procedimentos e metas que devem ser alcançadas nas áreas de políticas públicas, educação, saúde e assistência social e estabelece uma maior articulação entre órgãos e entidades, e sensibilização da sociedade para as conseqüências do trabalho infantil. Um dos objetivos é promover a integração das políticas de prevenção e erradicação do trabalho infantil.

Antes de ser apresentado às entidades representativas de classe, o Plano foi avaliado e revisado durante quatro meses pelos membros do Fepeti, que promoveram um amplo debate, contribuindo com informações sobre os caminhos para a busca e aplicação de dados relativos ao tema.

Contou ainda com apoio, em sua elaboração, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), entidade com a qual o Brasil assumiu o compromisso de extinguir, até 2015, as piores formas de trabalho infantil e, até 2020, todas as formas de exploração do trabalho precoce. O Brasil está entre os quatro países da América do Sul escolhidos pela OIT para promover ações de combate à erradicação do trabalho infantil, além do Paraguai, Bolívia e Equador.

PROGRAMA DE GOVERNO

Com a aprovação do II Plano Estadual para a Erradicação do Trabalho Infantil, o Fepeti deu o primeiro passo para transformar estas ações em programa de governo. "Agora queremos sua readequação em outro patamar, transformando-o em política pública", explica o superintendente regional de Trabalho e Emprego de Mato Grosso (SRTE/MT), Valdiney de Arruda. "O Plano é um grande referencial, um condutor para a proposição de ações nos municípios e no governo com vistas a uma adequação orçamentária, tendo como objetivo transformar esta construção em programas de governo pelos municípios e pelo governo do Estado."

O documento contendo o detalhamento de todas as ações do II Plano Estadual de Erradicação do Trabalho Infantil em Mato Grosso será entregue ao governo do Estado com vistas à sua implementação e, em maio de 2012, apresentado durante a Conferência Nacional de Emprego e Trabalho Decente, em Brasília.

TRABALHO INFANTIL

Segundo o IBGE, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) aponta que, em 2009, Mato Grosso se encontrava em 9º lugar no ranking nacional do trabalho infantil, com 80.212 crianças e adolescentes entre cinco e 17 anos envolvidos com o trabalho infantil.

Dados da Superintendência Regional de Trabalho de Mato Grosso, relativos ao período de 2007 a 09/06/2011, apontam que, na faixa etária de 16 a 17 anos, houve uma incidência de maior representatividade de trabalho infantil e juvenil. De acordo com a pesquisa, 55% de crianças ou jovens afastadas nas ações fiscais estavam na faixa etária de 10 a 15 anos; 42% deste público tinham entre 16 e 17 anos, sendo que 84% eram homens.

No período entre janeiro de 2008 e novembro de 2011, as equipes de fiscalização da SRTE/MT retiraram do trabalho infantil 730 crianças e adolescentes durante as 472 operações realizadas. Nos primeiros 11 meses de 2011, o número de fiscalizações atingiu 175, com o resgate de 269 meninos e meninas que estavam sendo explorados em sua força de trabalho.

PROIBIÇÃO

A legislação brasileira estabelece que o trabalho é proibido para menores de 16 anos, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos. Na faixa etária entre 16 e 17 anos, é permitido, desde que a atividade não seja perigosa, insalubre ou em horário noturno.

FEPETI

O Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Fepeti) foi criado em 2008 e se constitui em um espaço permanente e democrático de articulação, sensibilização e mobilização das instituições governamentais e da sociedade civil para a prevenção e erradicação do trabalho infantil no estado de Mato Grosso. Sua criação se deu por iniciativa da Superintendência Regional de Trabalho e Emprego (SRTE/MT), entidade responsável pela coordenação executiva do Fórum.

 Fonte: ASSESSORIA - Sup. Regional de Trabalho e Emprego de MT
http://www.sad.mt.gov.br/index.php?pg=ver&id=317&c=38

Educação:IV Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA)


IV Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA)


IV CNMA - 24 a 27 de outubro de 2013
Brasília

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) mobiliza o País para a realização da IV Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA), que será realizada de 24 a 27 de outubro de 2013, em Brasília. A quarta edição tem o desafio de contribuir para a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, com foco em:

I - Produção e Consumo Sustentáveis;

II - Redução dos impactos ambientais; e

III - Geração de emprego e renda.

Com o lema "Vamos cuidar do Brasil", a CNMA faz novamente um convite para que a sociedade brasileira - governos, empresários e sociedade civil - se engaje no processo de democracia participativa. É o fórum adequado para expor preocupações, dividir responsabilidades e apresentar reivindicações e sugestões que aprimorem a política ambiental do País.

A CNMA é também um importante instrumento de educação ambiental, uma chance de os cidadãos se apropriarem localmente dos compromissos planetários, assumindo responsabilidades para construção de sociedades sustentáveis.
Fonte: http://www.mma.gov.br/responsabilidade-socioambiental/conferencia-nacional-do-meio-ambiente/iv-confer%C3%AAncia

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Educação: IV Seminario Internacional de Tecnología Educativa Apropiada y Crítica


IV Seminario Internacional  de Tecnología Educativa Apropiada y Crítica

“Los desafíos sociales y cognitivos para el aprendizaje virtual”

Están abiertas las inscripciones al siguiente seminario. Bs.As, 18 y 19 del mes de Setiembre de 2012

*EXPOSITORES*

Invitada de honor: Dra. Verónica Boix- Mansilla – Directora del Proyecto Latitud del
Proyecto Zero de la Universidad de Harvard, USA

Expositores:   Dr. Pablo Richy INECO- Favaloro- Dra. Beatriz Fainholc UNLP-CEDIPROE.

Coordinación General: Dra. Beatriz Fainholc.

Lugar de realización:  UNLU-Sede Ecuador 873
Cap. Fed. Buenos Aires.

Informes e inscripción: CEDIPROE.
Uruguay 766 “PB” 5 (1015)- Bs. As. Argentina
T.E.  54-11- 4 371 0544/ 9083
EM: Info@cediproe.org.ar, infocediproe@gmail.com - www.cediproe.org.ar

Gracias por ver y difundir información adjunta.

Saludos cordiales.
Beatriz Fainholc.

CEDIPROE

Centro de Diseño, Producción y Evaluación
de Recursos Multimediales para el Aprendizaje
Uruguay 766, P.B. "5". (C.P: 1015) Bs. As. Argentina
Dtra. Gral.: Dra. Beatriz Fainholc
TE:  54-11-4371 9083 / 0544
FAX: 54-11-4812 6098/4826
E.MAIL: info@cediproe.org.ar, infocediproe@gmail.com y cediproesecretaria@gmail.com
Web: www.cediproe.org.ar / www.webquest.org.ar

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Educação: VII Congresso Brasileiro da História da Educação


Circuitos e Fronteiras da História da Educação no Brasil
Apresentação
A Sociedade Brasileira de História da Educação, a mais importante instituição brasileira a reunir, desde 2000, pesquisadores das diversas regiões do Brasil que apresentam os avanços de pesquisa, debatem antigos e novos temas e apontam para o necessário alargamento dos campos teórico e empírico, se reunirá em Cuiabá, Centro Geodésico da América do Sul, em plena região Centro-Oeste, em maio do ano de 2013.

O evento, emoldurado pelo tema Circuitos e Fronteiras da História da Educação no Brasil, oportunizará discutir os tênues limites que, de um lado, estabelecem as fronteiras, divisando e apartando, mas também diluindo os limites regionais brasileiros pelas suas especificidades e identidades na construção da história da educação nacional. A dinâmica da unidade brasileira será revelada pelos circuitos que aproximam as diversas unidades federativas, apontando para circularidades de fazeres e saberes comuns a toda a nação, mesmo que manifestos em andamentos e cenários diferenciados.

Circuitos e fronteiras serão os grandes eixos em torno dos quais se aglutinarão as conferências, mesas redondas, comunicações, os painéis e lançamento de livros, ampliando os campos epistemológico e empírico e apontando inovadores rumos da história da educação no Brasil manifestos através da pluralidade de temas e problemas que demarcam a fronteira dos múltiplos fazeres e saberes nessa esfera específica do conhecimento.

Viola de Cocho, Cururu, Siriri, Festas de São Benedito e do Divino e uma diversidade de sabores, odores e energias regionais aguardam os congressistas. Sejam bem-vindos à parte mais central da América do Sul e à Universidade Federal de Mato Grosso/Instituto de Educação.
Local: Universidade Federal de Mato Grosso
Dias do evento: de 20 a 23 de maio de 2013. Cuiabá-MT
Fonte: http://www.ufmt.br/cbhe7/

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Educação: Las 33 Competencias Digitales que todo profesor(a) del siglo XXI debiera tener

Las 33 Competencias Digitales que todo profesor(a) del siglo XXI debiera tener

Desde el banco de recursos de herramientas educativas y aplicaciones móviles libres para profesores Educational Technology and Mobile Learning nos dejan un resumen con las habilidades que hemos de poseer los docentes en lo referido al manejo de las T.I.C.; nosotros, os lo traducimos. Si entráis al artículo original encontraréis vínculos hacia recursos útiles para desarrollar esas capacidades.
 
ICT EDUCATORS SKILLS
Es sorprendente cómo la tecnología ha cambiado el mundo y ha dado lugar a nuevas formas de educación que nunca habríamos pensado. Nuestros estudiantes están más formados digitalmente que en cualquier otro momento anterior; pasan más tiempo interactuando con sus dispositivos móviles de lo que interactúan  con sus propios familiares. Es cierto que este auge digital tiene repercusiones tanto positivas como negativas en nuestros estudiantes.  (...)

En realidad, hay varias ventajas para el uso de la tecnología en la educación y tratar de enumerarlas todas aquí va mucho más allá del alcance de este breve post. En términos generales, nadie discute sobre el hecho de que las ventajas de la tecnología en la educación (y en nuestra vida en general) superan sus desventajas.(..)
 
No hay duda de que el tipo de estudiantes a los que educamos y enseñamos hoy es completamente diferente al del siglo pasado. Nosotros, definitivamente, también necesitamos desarrollar competencias que, como docentes, nos dotarán de un mejor dominio de esas tecnologías, aunque, en ciertos momentos, puedan parecernos un desafío. Entre todos los retos a los que nos enfrentamos, nos encontramos con un cambio de enfoque pedagógico y metodológico dirigido a aumentar la participación del alumnado en el proceso de aprendizaje. (...)


 
El docente del siglo XXI  ha de ser capaz de:


1 - Crear y editar audio digital

2 - Utilizar marcadores sociales para compartir los recursos con/entre los estudiantes

3 - Usar blogs y wikis para generar plataformas de aprendizaje en línea dirigdas a sus estudiantes

4 - Aprovechar las imágenes digitales para su uso en el aula

5 - Usar contenidos contenidos audiovisuales y  vídeos para involucrar a los estudiantes

6 - Utilizar infografías para estimular visualmente a los estudiantes

7 - Utilizar las redes sociales para conectarse con colegas y crecer profesionalmente

8 - Crear y entregar presentaciones y sesiones de capacitación

9 - Compilar un e-portafolio para su autodesarrollo

10 - Tener un conocimiento sobre seguridad online

11 - Ser capaz de detectar el plagio en los trabajos de sus estudiantes

12 - Crear videos con capturas de pantalla y vídeo-tutoriales

13 - Recopilar contenido Web apto para el aprendizaje en el aula

14 - Usar y proporcionar a los estudiantes las herramientas de gestión de tareas necesarias para organizar su trabajo y planificar su aprendizaje de forma óptima

15 - Conocer el software de votación: se puede utilizar, por ejemplo, para crear una encuesta en tiempo real en la clase

16 - Entender las cuestiones relacionadas con derechos de autor y uso honesto de los materiales.

17 - Aprovechar los juegos de ordenador y videoconsola con fines pedagógicos

18 - Utilizar  herramientas digitales para crear cuestionarios de evaluación

19 - Uso de herramientas de colaboración para la construcción y edición de textos

20 - Encontrar y evaluar el contenido web

21 - Usar dispositivos móviles (p.ej., tablets o smartphones)

22 - Identificar recursos didácticos online seguros para los estudiantes.

23 - Utilizar las herramientas digitales para gestionar el tiempo adecuadamente

24 - Conocer el uso de Youtube y sus potencialidades dentro del aula

25 - Usar herramientas de anotación y compartir ese contenido con sus alumnas y alumnos 

26 - Compartir las páginas web y las fuentes de los recursos que ha expuesto en clase

27 - Usar organizadores gráficos, online e imprimibles

28 - Usar notas adhesivas (post-it) en línea para captar ideas interesantes

29 - Usar herramientas para crear y compartir tutoriales con la grabación fílmica de capturas de pantalla

30 - Aprovechar las herramientas de trabajo online en grupo/en equipo que utilizan mensajería

31 - Buscar eficazmente en internet empleando el mínimo tiempo posible
 
32 - Llevar a cabo un trabajo de investigación utilizando herramientas digitales

33 - Usar  herramientas para compartir archivos y documentos con los estudiantes 
 
Fonte:  http://www.escuela20.com/competencias-skills-habilidades/actualidad/las-33-competencias-digitales-que-todo-profesora-del-siglo-xxi-debiera-tener_2486_42_3979_0_1_in.html

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Educação: Funcionamento do Sistema Estadual de REDD+ em Mato Grosso


Seminário apresenta proposta para Sistema Estadual de REDD+ em Mato Grosso
O IPAM, a Secretaria de Meio Ambiente de Mato Grosso e o Instituto Centro de Vida (ICV) realizam no dia 23 de agosto, o Seminário REDD+ em Mato Grosso: Rumo à implementação. O objetivo do evento é apresentar a proposta de funcionamento do Sistema Estadual de REDD+ em Mato Grosso e discutir os potenciais benefícios climáticos e sociais, custos, e fontes de financiamento para a sua implementação. Dessa forma, o seminário visa subsidiar a tomada de decisão do poder público e mobilizar os setores da sociedade potencialmente interessados, para a implementação do Sistema Estadual de REDD+ em Mato Grosso.
Ilustre presença
O evento contará com a importante presença do diretor do programa internacional da iniciativa para Clima e Florestas do governo da Noruega, Sr. Per Fredrik Ilsaas Pharo. Sr. Pharo falará do interesse da Noruega e de outros países em apoiar mecanismos de pagamento por desempenho  (pay-for-performance) como incentivo ao REDD (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação florestal).  Além disso, Sr. Pharo irá falar sobre a iniciativa de seu governo e experiência com o Fundo Amazônia—a Noruega foi a principal doadora do fundo, com contribuição inicial de US$ 1 bilhão; e também da experiência adquirida na Indonésia, Guiana e Etiópia.
Estudo sobre custos e benefícios de REDD estadual
Outro destaque será a apresentação preliminar de estudo do IPAM sobre os custos e benefícios da implementação do sistema REDD+ no estado de MT.  O estudo foi realizado considerando a interpretação da atual minuta de lei elaborada no estado, com foco principal em levantar os custos necessários para operacionalização e transação do sistema, sob a ótica do estado.  Para cada um dos itens dentro do programa foram identificados pelos menos dois cenários diferentes de custos.
O IPAM criou um simples programa onde é possível a “customização” dos cenários e alteração de custos, por parte da Secretaria do Meio Ambiente (SEMA) estadual.   O estudo também apresenta uma seção sobre a demanda por créditos de REDD+ e identifica as principais fontes desses recursos potencialmente importantes para o estado do Mato Grosso.  As conclusões do estudo e outras considerações serão debatidos no seminário.  Quando finalizado, o estudo estará disponível para download no site do IPAM.
** Acesse e Repasse o Convite ** Programação Completa **
SERVIÇO
Seminário REDD+ em Mato Grosso: Rumo à implementação
Data: 23 de agosto de 2012 – 09h às 18h
Local: Auditório Deputado Milton Figueiredo – Assembleia Legislativa de Mato Grosso
Av. André Antônio Maggi, 5 – Centro Político Administrativo (Cuiabá, MT)
Fonte: Inscrições gratuitas:  www.sema.mt.gov.br
Mais informações: 65 3613-7276 (Coordenadoria de Mudanças Climáticas) ou 61 3468-2206 / 9673-1423 (IPAM).

sábado, 11 de agosto de 2012

Educação: MANIFESTO DE APOIO AO POVO XAVANTE DE MARÃIWATSÈDÈ PELO CUMPRIMENTO DA LEI – DESINTRUSÃO JÁ!


MANIFESTO DE APOIO AO POVO XAVANTE DE MARÃIWATSÈDÈ
PELO CUMPRIMENTO DA LEI – DESINTRUSÃO JÁ!

“Somos de Marãiwatsèdè.
Fomos expulsos de nosso território.
Nosso povo sofreu muito longe da terra, muitos morreram.
Agora resolvemos, não vamos sair nunca mais da nossa terra.
Estamos em guerra!”
~ Indígena Xavante

O conflito vivido pelo povo Xavante da Terra Indígena de Marãiwatsèdè tornou-se um caso emblemático de violação aos direitos humanos e da truculência praticada pelo Estado e pelos invasores contra os povos indígenas em Mato Grosso e no Brasil.

Essa violação se delonga desde a década de 60 quando o território dos Xavante fora ocupado  pela Agropecuária Suiá-Missú (o maior latifúndio do mundo na época). Nesse período os indígenas foram transferidos para a Terra Indígena São Marcos, na região sul de Mato Grosso, e por lá permaneceram cerca de 40 anos, posteriormente, a fazenda foi vendida para a petrolífera italiana Agip. Durante a Rio 92 a empresa italiana foi pressionada a devolver aos Xavante seu território de origem. De acordo com a Funai em 1992 (quando começaram os estudos para a demarcação da Terra Indígena Marãiwatsèdè a área passou a ser ocupada por invasores). Mesmo sem o amparo do Estado os guerreiros Xavante retornaram ao seu território e vivem atualmente espremidos em apenas 10% da área homologada em 1998 (com 165.241 hectares) de posse permanente e usufruto exclusivo desse povo. Os 90% restante do território, atualmente, está tomado ilegalmente por fazendeiros e invasores, majoritariamente, criadores de gado e produtores de soja que exaurem o ambiente, acuam e ameaçam os indígenas.

Vivendo as margens do seu território e das políticas públicas os indígenas aguardam fazer valer seus direitos. Sucessivos recursos jurídicos foram tomados para que Marãiwatsèdè volte a ser ocupada pelos primeiros habitantes: o povo Xavante. Recentemente, esse direito foi definitivamente reconhecido pela Justiça Federal de Mato Grosso que homologou o plano de desocupação de não índios da região. Resumidamente, a referida decisão judicial do processo nº 2007.36.00.012519-0, determina que:
ü A FUNAI em um prazo de 48 (quarenta e oito) horas (a partir do dia 31/07) forneça a lista dos ocupantes, não-índios, identificados em Marãiwatsèdè, bem como, informe a data de início do processo de desintrusão, cujo prazo não poderá ser inferior a quinze dias à comunicação a ser feita a este juízo;
ü Conhecida a data de início da desocupação, oficie-se de imediato, com prazo não inferior a 10 (dez) dias, à Polícia Federal e à Força Nacional de Segurança, para que prestem auxílio total e irrestrito durante todo o processo de execução da desintrusão;
ü Mandados de desocupação da área indígena, com prazo de trinta dias, mantendo-se na área de domínio da UNIÃO somente os índios, conforme já decidido por este juízo.

Na luta por justiça ambiental, a Plataforma Brasileira de Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais (DHESCA) e o Fórum de Direitos Humanos e da Terra de Mato Grosso (FDHT) vêm a público manifestar seu irrestrito apoio ao povo Xavante de Marãiwatsèdè, solicitar que os prazos sejam rigorosamente cumpridos, e, sobretudo, que a segurança e a dignidade dos indígenas sejam garantidas durante o processo de desintrusão. Aguardamos ávidos a comunicação de que Marãiwatsèdè, regressou aos seus verdadeiros donos: o povo A’uwe Uptabi ou Povo Xavante como são mais conhecidos.

09/08/12.

Plataforma Brasileira de Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais (DHESCA-Brasil)

Fórum de Direitos Humanos e da Terra de Mato Grosso (FDHT-MT)

Fonte: http://direitoshumanosmt.blogspot.com.br/2012/08/manifesto-de-apoio-ao-povo-xavante-de.html

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Educação: Seminário Educação 2012


Seminário Educação 2012

4 a 7 de novembro de 2012 
Inscrições: 
 Com submissão de trabalhos: 21/05 a 24/08 
Simples: 21/05 a 25/10 
Informações: +55(65) 3615-8925 
semiedu2012@gmail.com 
 www.ie.ufmt.br/semiedu2012 
Universidade Federal de Mato Grosso 
Instituto de Educação - IE 
Cuiabá-MT   Brasil 

Das crianças e das coisas

Ao falar da coisidade das coisas, Manuel de Barros anuncia: As coisas não querem mais ser vistas por pessoas razoáveis: Elas desejam ser olhadas de azul.  Que nem criança que você olha de ave. Um olhar de ave, um olhar de azul é um simples olhar com mais atenção.  Em seu exercício criativo, o poeta nos possibilita recriar sua poesia e devolvê-la assim: Crianças coisificadas não querem ser vistas de forma razoável, elas desejam um olhar de ave. Esta é a inspiração do Seminário Educação 2012 que se dedica a viabilizar lugares acadêmicos e culturais que acenem para a visibilidade das crianças nas sociedades adultas, mais especificamente nos contextos educacionais e de pesquisa. As imagens das crianças anunciadas associam-se às suas múltiplas lógicas e linguagens e passam a ser compreendidas como força instituinte, reinaugurando a cena educacional a partir do valor da diferença. As crianças, elas mesmas compreendem os sentimentos das coisas. Já dizia Benjamin (1994), ao brincarem com detritos, as crianças colocam restos e resíduos em uma relação nova e original. O convite que se anuncia neste Seminário Educação inspira-se na metáfora do olhar de ave, aquele capaz de perceber crianças azuis nas crianças coisificadas das instituições e fora delas.

Daniela B. S. Freire Andrade (GPPIN) e Cleomar Ferreira Gomes (GPECOL)
Coordenação geral

BENJAMIN, W. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo: Brasiliense, 1994.






Fonte:  maiores informações no site - http://www.ie.ufmt.br/semiedu2012/

terça-feira, 17 de julho de 2012

Educação Ambiental:V Colóquio de Pesquisadores em Educação Ambiental da Região Sul (V CPEASul) e do IV Encontro e Diálogos com a Educação Ambiental (IV EDEA).

 APRESENTAÇÃO

Com esta edição conjunta do V Colóquio de Pesquisadores em Educação Ambiental da Região Sul (V CPEASul) e do IV Encontro e Diálogos com a Educação Ambiental (IV EDEA), na cidade de Rio Grande/RS, pretendemos contribuir para a integração e desenvolvimento de diferentes saberes e práticas de pesquisadores que compõem a Educação Ambiental enquanto campo do conhecimento. Nesta edição do evento objetivamos congregar pesquisadores atuantes em instituições do Sul e de outras regiões do Brasil, bem como pesquisadores provenientes de países próximos às nossas fronteiras políticas meridionais, tais como o Uruguai, a Argentina e o Chile. O evento integrado V CPEASul / IV EDEA constitui-se na perspectiva de consolidarmos o campo da Educação Ambiental como mobilizador para a construção de uma sociedade justa e sustentável, por meio da proposição de integrar diferentes olhares e vozes que compõem o polifônico coro da educação ambiental na busca de estratégias para o enfrentamento da crise socioambiental contemporânea.
Fonte: http://cpeasul.blogspot.com.br/p/apresentacao.html. Acesso em 17/07/2012.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Educação:Cursos gratuitos on-line pode transformar a indústria do ensino superior?


¿Pueden los cursos online gratuitos transformar la industria de la enseñanza superior?


Cuando Bilal Shah se doctoró en ciencias de la computación por la Universidad del Sur de California, en 2010, el mercado de trabajo no le esperaba exactamente con los brazos abiertos. "Yo me gradué durante la Gran Recesión. No hay nada que ponga más a prueba mi coraje", dice.

En aquella época, él había oído hablar de un curso gratuito masivo online (MOOC, por sus siglas en inglés) —una especialización en el área de inteligencia artificial relacionada con el diseño de ciertos algoritmos de ordenador— impartido por Andrew Ng, de Stanford. Como Shah tenía mucho tiempo libre, decidió hacer el curso. Cada mañana, durante tres meses, iba al Peet's Coffee & Tea en el barrio de Brentwood, en Los Ángeles, y mientras tomaba café, atendía a las clases en su portátil. Hizo exámenes sorpresa, tareas de programación y comprobó sus avances en el foro de discusión online del curso. "Era una manera fácil y conveniente de aprender algo nuevo", dice Shah, de treinta y pocos años.

Justo después de obtener la certificación de la clase, hizo una entrevista de empleo en ID Analytics, empresa de San Diego del segmento de detección de fraudes de identidad y modelos de riesgo de crédito. "Ellos probaron a fondo mi conocimiento [de aprendizaje en máquina] y dijeron que dominaba bastante el asunto", dice. "Conseguí el empleo y me sentí muy bien".

En medio de una recuperación accidentada que ha puesto en evidencia la escasez de trabajadores cualificados en sectores específicos de la economía, mucha gente en el mundo empresarial considera los cursos gratuitos masivos online (MOOCs, por sus siglas en inglés) una pieza fundamental para la solución de ese problema. En una época de aumentos crecientes del coste de la enseñanza superior, y en que la desigualdad persistente de renta llama la atención del país, hay quienes creen que la plataforma ofrecida por los MOOCs puede transformar la enseñanza superior, ya que el acceso de millones de alumnos en todo el mundo a clases de alta calidad podría disminuir la distancia entre los que tienen y los que no tienen.

Varias empresas emergentes y facultades importantes se han sumado de forma reciente a ese modelo. Coursera, sistema de enseñanza online creado por Ng y Daphne Koller, ambos científicas de computación de Stanford, se han asociado con cuatro universidades: Stanford, Universidad de Michigan, Universidad de Pensilvania y Princeton. Coursera tiene cursos de MOOC en las áreas de matemáticas, ciencias y humanidades. Udacity, otra empresa de enseñanza online, creada en febrero por Sebastian Thrun, ex profesor de Stanford, ofrece MOOCs sobre todo en las áreas de programación de ordenador y diseño de software. La Universidad de Harvard y el MIT anunciaron de forma reciente el lanzamiento de edX, una asociación online enfocada en la enseñanza, cuyas clases comenzarán en septiembre.

"La enseñanza superior va a cambiar; el sistema es inestable", dice Kevin Werbach, profesor de Estudios jurídicos y de Ética en los negocios de Wharton, que dará un MOOC en Coursera durante el verano. "Es una industria que pasará por grandes transformaciones en la próxima década. Hay numerosas escuelas en dificultades, y los préstamos contratados por los alumnos para financiar los estudios son una carga pesadísima para ellos. En ese contexto, las plataformas online como Coursera constituyen una oportunidad interesante".

Pero aunque Coursera y otros se apoyen en la promesa de llevar la enseñanza superior a las masas, nivelando la oferta de oportunidades entre las escuelas ricas y las de recursos precarios, hay quienes se preguntan si los currículos de tales plataformas satisfacen los rigurosos patrones exigidos en esos casos. Los críticos se preguntan si las credenciales emitidas al término del curso tendrían valor en el mercado de trabajo. Hay también un escepticismo muy grande en torno a la sostenibilidad de ese modelo de negocio ya que, por lo menos de momento, las clases ofrecidas en esas plataformas son gratuitas.

"En un mundo Facebook"

A lo largo de los años, muchas escuelas se han involucrado en la enseñanza online. Fathom, empresa de enseñanza online con fines lucrativos de la Universidad de Columbia, cerró en 2003, pocos años después de su lanzamiento. AllLearn, una iniciativa semejante que cuenta con el respaldo de la Universidad de Yale, Princeton y Stanford, se lanzó en 2000 y cerró en 2006.

¿Por qué Coursera u otra nueva iniciativa cualquiera debería salir bien en un área donde otros han fallado? En primer lugar, la tecnología ha evolucionado. Los sistemas de audio y vídeo han mejorado. Las herramientas de uso compartido de escritorio y los foros de discusión son más fáciles de navegar. El acceso a las bibliotecas por Internet es mucho más amplio hoy en día. Los desarrolladores de los cursos también tienen una comprensión más sutil de cómo las personas aprenden online y cuáles son las mejores maneras de presentar la información en ese formato. Coursera, por ejemplo, divide las clases en segmentos más digeribles de 10 o 15 minutos y ofrece pruebas online de cada sesión. Los profesores responden a las preguntas de los alumnos en foros online. Se trata de un perfeccionamiento importante respecto a las iniciativas online anteriores en el área de enseñanza, que proponían un modelo de aprendizaje menos dinámico en que los alumnos asistían a clases "enlatadas" sin ninguna interacción.

En segundo lugar, han disminuido las barreras de acceso del alumno a los cursos. Asistir a una clase online actualmente no requiere mucho know-how tecnológico. Aunque así fuera, el contingente de posibles alumnos online tiene hoy un conocimiento mayor de tecnología respecto al que se tenía hace cinco años. La generación Y creció en un medio digital y, como se sabe, entiende mucho de tecnología. Ese personal usa la tecnología y las herramientas online en actividades de colaboración, comunicación e investigación. Los baby boomers no se quedan muy atrás. En 2008, solamente un 1% de ese grupo con edades entre 50 y 64 años usaban los medios sociales. Hoy, un 52% de las personas de esa franja de edad usan los medios sociales, según datos del Pew Research Center.

El avance tecnológico y la aparente facilidad con que la sociedad usa sus productos hacen que el modelo de aprendizaje en que una persona sólo enseña parezca pasado de moda, incluso raro. "En general, la forma en que los profesores dan clases en la mayor parte de las universidades no difiere mucho del modo en que los alumnos han estado siendo educados en los últimos cien años", dice Werbach. "Y eso a pesar de todos los avances tecnológicos ocurridos. Hay una percepción cada vez más nítida de que el lugar de trabajo actual ya no parece el mismo de 1940 o 1970; el aula, sin embargo, ha cambiado poco desde entonces [...] Es imposible imaginar que los cambios drásticos en la forma en que las personas interaccionan entre sí y con la tecnología no tenga impacto alguno en la manera en que aprenden".

O dónde, cuándo y cómo aprenden. Los alumnos hoy exigen facilidad y comodidad. La educación online ofrece un ritmo de aprendizaje dictado por el estudiante, de manera que él pueda estudiar según un calendario particular. "La idea de frecuentar una escuela física real no tiene mucho sentido para mucha gente, ya que las restricciones de espacio y tiempo se han eliminado", observa Douglas Shackelford, profesor de la Escuela de Negocios Kenan-Flagler, de la Universidad de Carolina del Norte, y rector de su nuevo programa de graduación online en negocios, el MBA@UNC. "Tengo un alumno que trabaja en una empresa de Fortune 100. Él me dijo que tiene cinco personas de su equipo en cuatro continentes, y nunca ha estado personalmente con ninguna de ellas. La idea de tener que volver al aula para hacer un MBA le pareció algo que su abuelo habría hecho. Vivimos en el mundo de Facebook".

Un tercer factor importante en todo eso es la economía. La facultad está fuera del alcance de mucha gente a causa de su coste elevado; pero, para mal o para bien, la formación superior es imprescindible para quien desea seguir una carrera de éxito. El coste de ir a la facultad ha subido de manera asombrosa. En 1981, la tasa media anual y las tarifas cobradas por un curso de cuatro años en una universidad pública eran de cerca de US$ 2.242 (en dólares actuales), según el Consejo Universitario. El año pasado, ese valor era de US$ 8.244 al año, un aumento del 267%. El coste de un curso universitario en una institución particular también aumentó. En 1981, la tasa anual media añadida a las tarifas para un curso de cuatro años era de US$ 10.144; hoy, ese valor es de US$ 28.500, lo que representa un aumento del 180%. La Reserva Federal (Fed) de Nueva York dice que cerca de un 15% de los americanos tiene deudas pendientes de crédito estudiantil. El banco estima que la carga total es de cerca de US$ 870.000 millones.

Los individuos con un título universitario presentan una menor tasa de desempleo que los que sólo tienen el bachillerato; además, tienen una renta superior al segundo grupo a lo largo de toda su vida. Pero el hecho es que la crisis no ha sido fácil para ninguno de los dos grupos. Según el Centro de Estudios de Mercado de Trabajo de Northeastern University, cerca de un 54% de las personas con menos de 25 años y con título universitario estaban desempleadas o infraempleadas el año pasado. Es el mayor porcentaje registrado en los últimos 11 años. La situación es peor para los que sólo tienen diploma de bachillerato. Un estudio publicado el 6 de junio por el Centro para el Desarrollo de la Fuerza de Trabajo John J. Heldrich, de la Universidad Rutgers, constató que sólo un 16% de los alumnos formados en las clases de 2009, 2010 y 2011 están empleados a tiempo completo. Otro 22% trabaja en empleos a tiempo parcial.

Esas estadísticas sombrías han dado mayor visibilidad a la industria de la enseñanza. Las universidades públicas ya dan señales de colapso debido a los recortes draconianos en el presupuesto estatal. "En una economía de crecimiento lento, hay una presión más acentuada sobre las escuelas —principalmente sobre las escuelas de enseñanza superior— porque las personas se forman y no consiguen empleo", dice Werbach, de Wharton.

Mucha gente no puede pagarse un curso superior, y muchos de los que lo lograron aún así no consiguen empleo. Esos dos grupos necesitan adquirir nuevas habilidades y mayor preparación. Plataformas de enseñanza online como Coursera, edX y Udacity, cubren una necesidad económica, explica Chris Pitts, productor de Boston especializado en contenido de enseñanza electrónica para universidades y empresas".

Es muy importante innovar en el segmento de enseñanza online", dice Pitts. "La economía de hoy requiere alternativas a la experiencia tradicional de enseñanza en escuelas físicas del mundo real. Tenemos hoy un público completamente nuevo de aprendices, gente que hace mucho tiempo que no pisa un aula, pero que necesita aprender cosas nuevas para conseguir empleo (o mantener el que tiene), y gente que no puede pagar una universidad, pero que necesita aprender muchas cosas".

Imitar –y cambiar- el aula

Tal vez haya llegado la hora de las plataformas de enseñanza, pero este tipo de iniciativa todavía se enfrenta a numerosos desafíos. El mayor problema, dice Jason Wingard, vicerrectora de enseñanza ejecutiva de Wharton, consiste en saber "cuáles serían las características de un modelo sostenible de negocio en ese segmento. Muchas de esas plataformas son gratuitas. Si se distribuye de forma gratuita el contenido del curso, eso puede arruinar su marca".

Hay dudas también respecto a la estrategia que las plataformas adoptarán para preservar estándares curriculares rigurosos, y de qué modo evaluarán su rendimiento. "¿La enseñanza online es igual o mejor que la enseñanza tradicional en escuelas del mundo real?", se pregunta Wingard. "¿Se están aplicando pruebas adecuadas para saber si los alumnos están aprendiendo como deberían?"

Otra desventaja evidente de las plataformas de enseñanza online, en comparación con las escuelas tradicionales, es la falta del ambiente propio de un campus. "La experiencia en una universidad es lo máximo en términos de enseñanza", observa Wingard. "Hay mucho contenido, mucho aprendizaje en grupo, muchas experiencias sociales. Frecuentar un curso universitario ayuda a las personas a crecer y a aprender a trabajar en el mundo".

El mercado de enseñanza online alcanzará los US$ 107.000 millones en 2015, según un nuevo informe de Global Industry Analysts, de San José, en California, empresa de consultoría en el área de mercado. Pero no se sabe muy bien de qué manera esa nueva ola de plataformas de enseñanza online se volverá rentable.

En abril, Coursera anunció que había obtenido una financiación de US$ 16 millones por parte de empresas de capital riesgo del Valle del Silicio. Udacity también está financiado por capital riesgo. MIT y la Universidad de Harvard contribuyeron con US$ 600 millones del total para el lanzamiento de edX, que es supervisado por una empresa sin fines de lucro. Pero los directores del programa dijeron que planean hacer que la iniciativa sea autosuficiente.

Los analistas de la industria señalan diversas maneras posibles por las cuáles Coursera y otros pueden generar ingresos. Las plataformas podrían, por ejemplo, cobrar a los alumnos una tarifa por los certificados de conclusión del curso o incluso por las transcripciones. Podrían también ganar dinero ofreciendo servicios premium como, por ejemplo, una herramienta de reclutamiento que estableciera la conexión del empleador con los alumnos que hubieran demostrado habilidades especiales en una determinada área. Otra posible fuente de renta: donaciones de alumnos agradecidos.

Las escuelas involucradas en esas plataformas no creen que los MOOCs gratis puedan perjudicar su reputación. Por el contrario, ellas esperan que la participación en esas plataformas aumente su prestigio internacional. Los profesores involucrados están motivados por el potencial de las plataformas a difundir el conocimiento por el mundo. En declaraciones dadas al US News and World Report, Ng, fundador de Coursera, que acaba de impartir un curso online para más de 100.000 alumnos matriculados, dijo que "normalmente, enseño en salas con 400 alumnos. Para alcanzar un público de ese tamaño, serían necesarios 250 años con el modelo tradicional de enseñanza. Actualmente, las principales universidades ofrecen una enseñanza fantástica para una minúscula fracción de la población. Soñamos con un futuro en que esas escuelas, en vez de miles de alumnos, tengan millones".

No es una casualidad que las escuelas detrás de esas plataformas estén entre las universidades más ricas del país. Ellas tienen medios para asumir el riesgo. "Las instituciones más sofisticadas tienen libertad para experimentar sin tener que preocuparse por un posible fracaso", observa Werbach. "Es más fácil cambiar cuando no existen amarras preestablecidas".

Uno de los aspectos más prometedores de esas iniciativas online es que ellos pueden nivelar la competencia entre escuelas que no disponen de recursos de primera línea. Las escuelas con poco dinero podrían, por ejemplo, pedir a los alumnos que hicieran la descarga del material de Coursera y que asistieran a los programas en casa como tarea, además de reservar un tiempo en el aula para la interacción cara a cara y discusión. Salman Khan, fundador de Khan Academy, plataforma de enseñanza online gratuita, es pionero en ese modelo de "aula no tradicional".

"Existe una posibilidad real de romper con el sistema actual de enseñanza superior", observa Jeffrey Katzmann, director de enseñanza de Xyleme, empresa de Boulder, en Colorado, que comercializa herramientas de enseñanza para las universidades. "El aprendizaje más eficaz surge de una combinación que permite a los alumnos recurrir a la tecnología y usar recursos online, y a los profesores usar de manera más eficiente el tiempo disponible en el aula. Los profesores pueden trabajar con los alumnos en el lugar donde se encuentran. La experiencia de aprendizaje se vuelve personalizada".

No es lo que piensa Georgette Chapman Phillips, vicerrectora de la división de graduación de Wharton. "Lo que la persona tiene a su disposición en un lugar como la Universidad de Pensilvania, y que Coursera no ofrece, son las personas; los otros alumnos. "Afirmar que es posible reproducir ese ambiente fuera del campus es cometer una equivocación fundamental en lo que se refiere a la enseñanza universitaria".

Lo que hace a la Universidad de Pensilvania diferente, añade, "son los profesores, porque ellos tienen algo más que ofrecer. No se trata sólo de dar las clases introductorias; se trata también de la aplicación de investigaciones de punta a la enseñanza y al mentoring. Por eso es por lo que los alumnos se pelean por una plaza".

Otros, sin embargo, dicen que para los estudiantes que no consiguen entrar, o que no están en condiciones de pagar una facultad, las plataformas de enseñanza online están mostrando que son una alternativa decente. Siempre habrá espacio para una educación de élite universitaria, sin embargo el acceso a la enseñanza y al conocimiento que esas plataformas ofrecen son muy prometedoras.

Bilal Shah está convencido de ello. "El poder de ese sistema está en su alcance global", dice. 'Piense en aquel niño africano con conexión a Internet y que ve los vídeos de Coursera. Quien sabe si él tomará lo que ha aprendido y con ello hará algo importante en su aldea. Tal vez no sea posible sustituir las universidades, pero podemos llegar a millones de niños que jamás tendrían acceso a una aula de Stanford"

Fonte:http://www.wharton.universia.net/index.cfm?fa=viewArticle&id=2228&language=spanish#.T_4uMMDRVWI.twitter