quinta-feira, 10 de março de 2011

Funções dos Rins

Funcionamento dos Rins...

Como hoje é Dia Mundial do Rim, segue um texto explicando sobre o funcionamento e a anatomia deles. Lembrando que em 2010, foram realizados 6.402 transplantes de Rim. Seja um doador!!!

Localização e características

Os rins situam-se na parte dorsal do abdome, logo abaixo do diafragma, um de cada lado da coluna vertebral, nessa posição estão protegidos pelas últimas costelas e também por uma camada de gordura. Cada rim tem cerca de 11,25 cm de comprimento, 5 a 7,5 cm de largura e um pouco mais de 2,5 cm de espessura. A massa do rim no homem adulto varia entre 125 e 170 g; na mulher adulta, entre 115 e 155 g. Tem cor vermelho-escuro e a forma de um grão de feijão enorme.

São órgãos excretores. Possui uma cápsula fibrosa, que protege o córtex (cor amarelada) mais externo, e a medula (avermelhada) mais interna. O ureter é um tubo que conduz a urina até a bexiga. Cada rim é formado de tecido conjuntivo, que sustenta e dá forma ao órgão, e por milhares ou milhões de unidades filtradoras, os néfrons, localizados na região renal.

Néfrons

O néfrom é uma longa estrutura tubular microscópica que possui, em uma das extremidades, uma expansão em forma de taça, denominada cápsula de Bowman, que se conecta com o túbulo contorcido proximal, que continua pela alça de Henle e pelo tubo contornado distal, este desemboca em um tubo coletor. São responsáveis pela filtração do sangue e remoção das excreções.

Em cada rim, a borda interna côncava constitui o hilo renal. Pelo hilo renal passam a artéria renal, a veia renal e o início do ureter, canal de escoamento da urina. Na porção renal mais interna localizam-se tubos coletores de urina. O tipo de néfrom e a localização dos rins variam.

Função

A função dos rins é filtrar o sangue, removendo os resíduos nitrogenados produzidos pelas células, sais e outras substâncias em excesso. Além dessa função excretora, os rins também são responsáveis pela osmorregulação em nosso organismo. Controlando a eliminação de água e sais da urina, esses órgãos mantêm a tonicidade do sangue adequada às necessidades de nossas células.

Funcionamento

O sangue chega ao rim através da artéria renal, que se ramifica muito no interior do órgão, originando grande número de arteríolas aferentes, onde cada uma ramifica-se no interior da cápsula de Bowman do néfrom, formando um enovelado de capilares denominado glomérulo de Malpighi.

Os capilares do glomérulo deixam extravasar diversas substâncias presentes no sangue (água, uréia, glicose, aminoácidos, sais e diversas moléculas de tamanho pequeno), através de suas finas paredes. Essas substâncias extravasadas passam entre as células da parede da cápsula de Bowman e atingem o túbulo contorcido proximal, onde constituem o filtrado glomerular (urina inicial). O filtrado glomerular é semelhente, em composição química, ao plasma sanguíneo, com a diferença de que não possui proteínas, incapazes de atravessar os capilares glomerulares.

Urina

Diariamente passam pelos rins, quase 2 mil litros de filtrado glomerular. A urina inicial caminha sucessivamente pelo túbulo contorcido proximal, pela alça de Henle e pelo túbulo contornado distal, de onde é lançada em duto coletor. Durante o percurso, as paredes dos túbulos renais reabsorvem glicose, vitaminas, hormônios, parte dos sais e a maior parte da água que compunham a urina inicial. As substâncias reabsorvidas passam para o sangue dos capilares que envolvem o néfrom. Esses capilares originam-se da ramificação da arteríola eferente, pela qual o sangue deixa a cápsula de Bowman. A uréia, por não ser reabsorvida pelas paredes do néfrom, é a principal constituinte da urina.

Aproveitamento do filtrado glomerular

Dos 600 litros do filtrado glomerular produzido diariamente pelos rins, forma-se apenas 1,5 litro de urina, portanto, mais de 98% da água do filtrado foi reabsorvida, principalmente na região da alça de Henle.

Os capilares que reabsorvem as substâncias úteis dos túbulos renais se reúnem para formar um vaso único, a veia renal, que leva o sangue para fora do rim, em direção ao coração.

Fonte: http://www.webciencia.com/ e http://studiofitblog.blogspot.com

quarta-feira, 9 de março de 2011

Plantas Medicinais: Cereais e suas propriedades nutritivas e terapêuticas

Cereais: Propriedades nutritivas e terapêuticas




TRIGO (Triticum aestivum)

FAMÍLIA: Poaceae
GÉNERO: Triticum
ORIGEM: Médio Oriente.
PROPRIEDADES: Tem muitas vitaminas do grupo B e E, que diminui a concentração de açúcar no sangue e na urina, por isso é também anti-anémico. É rico em ácido fólico que é um poderoso antioxidante. Deve ser incluído na alimentação infantil, pois fortalece o sistema imunitário, protegendo da doença. Aumenta o processo de renovação celular.







AVEIA (Avena sativa)

FAMÍLIA: Poaceae
GÉNERO: Avena
ORIGEM: Ásia.
PROPRIEDADES: é um cereal muito nutritivo, que possui cálcio, ferro, proteínas, além de vitaminas, carboidratos e fibras. Pela fibra solúvel é benéfico para o bom funcionamento intestinal, controle do açúcar no sangue, manutenção e diminuição do colesterol, controle da pressão arterial e regulador do funcionamento do intestino.








CENTEIO (Secale cereale)

FAMÍLIA: Poaceae
GÉNERO: Secale
ORIGEM: Médio Oriente.
PROPRIEDADES: O centeio é menos nutritivo do que os outros cereais mas é o cereal mais rico no aminoácido essencial lisina. Além de depurativo do sangue, oferece a grande qualidade de facilitar a circulação sanguínea, o que útil na prevenção e no tratamento das doenças cardiovasculares e da arteriosclerose. Não contém glúten.








MILHO (Zea maiz)

FAMÍLIA: Poaceae
GÉNERO: Zea
ORIGEM: América do Norte e Central.
PROPRIEDADES: È rico em fibras, fundamental para a eliminação das toxinas do organismo humano. Rico em hidratos de carbono, proteínas e vitaminas do complexo B, que combate a degeneração muscular, actua no crescimento e protege o sistema reprodutor. É boa fonte de energia, por ter grandes quantidades de açúcares e gorduras. O milho contém vários sais minerais como (ferro, fósforo, potássio e zinco). Não tem glúten.







ESPELTA (Triticum spelta)

FAMÍLIA: Poaceae
GÉNERO: Triticum
ORIGEM: Europa
PROPRIEDADES:  A Espelta contém cerca de 57,9 por cento de hidratos de carbono (9,2 por cento excluindo fibra ), 17% de proteínas e 3,0 por cento de gordura , bem como minerais e vitaminas dietéticos  . (7). Como contém uma quantidade moderada de glúten , é apropriado para alguns fermentos. Na Alemanha, os grãos verdes são escritas secas e comidas como grãos verdes. Não é adequado para pessoas com doença celíaca.



KAMUT (Triticum turgidum)

FAMÍLIA: Poaceae
GÉNERO: Triticum
ORIGEM: Médio oriente
PROPRIEDADES: Em comparação com o trigo mole, é maior em oito dos nove minerais, contém até 65% mais aminoácidos, e possui maior quantidade de lipídos e ácidos gordos. O Kamut tem um nível de proteína até 40% superior à média normal de trigo. Também tem maior percentagem de lipídios, que produzem mais energia que os hidratos de carbono.





ARROZ (Oryza sativa)

FAMÍLIA: Poaceae
GÉNERO: Oryza
ORIGEM: Japão
PROPRIEDADES: O arroz é composto por 85% da energia em hidratos de carbono, 7% de gordura, e 8% de proteína. O arroz também tem uma quantidade considerável de proteínas, com um excelente espectro de aminoácidos . A qualidade da proteína de arroz (66%) é maior do que o trigo integral (53%) e milho (49%). Da pequena quantidade de gordura no arroz integral, é sobretudo poli-insaturada, sendo muito usado em dietas.

 


GIRASSOL (Helianthus annus)

FAMÍLIA: Asteraceae
GÉNERO: Helianthus
ORIGEM: América do Sul
PROPRIEDADES: As flores e folhas são eficazes em acelerar a cicatrização de feridas e contusões, e também pode auxiliar o tratamento de problemas da garganta e pulmões.
As sementes são ricas em ómega-6 que é útil na prevenção de problemas cardíacos e no tratamento de esclerose múltipla.
Fonte: http://naturezaartehumana.blogspot.com/2011/02/cereais-mais-comuns-propriedades.html


  

GAIA

GAIA

Duas ações simples da GAIA (Global Action Interest of Animals) que chamam a atenção para o problema da tortura de animais.
Uma sacola bem criativa e uma capa de plástico que envolve revistas obrigando a pessoa a rasgar o animal.
plastic_bag_1_.jpg
magazine_blister_1_.jpg
barra.jpg

Carbono & Metano e o Efeito Climático

Documentário Carbono & Metano, descomplica efeito estufa e mudanças climáticas

Para quem não sabe, sou Orientadora Social em projetos em que a maior parte do público atendido são de adolescentes. Nos encontros ligados a Meio Ambiente, sempre fico tentando achar um material de apoio informativo mas que seja leve. Falar de efeito estufa e  aquecimento global é um grande desafio, pois muitos deles até já ouviram falar na escola, mas na maior parte das vezes, não entendem muito bem o assunto, não se interessam, ou acham que é só uma teoria. 
 O  uso de recursos audio-visuais é sempre um grande aliado e, muito mais eficiente do que  ficar na lousa somente na explicação de conceitos.  Mas vamos combinar, apesar de “Uma verdade Incoveniente” ser um ótimo e premiado documentário, ele tem uma narrativa pouco atraente para quem ainda não se interessa pelo tema.
Fiquei sabendo hoje pelo @TweetsDoAlan do documentário Carbono & Metano. No estilo “Pink e Cérebro” os vilões Carbono e Metano tentam  “dominar o mundo” por meio do efeito estufa e do aquecimento global.  O filme faz parte do acervo do portal “Cultura Ambiental nas Escolas“, patrocinado pela TetraPak, e que reúne outros materias multimidias de apoio a alunos e professores.
O filme pode ser visto na integra no portal, mas também está disponível noYoutube em 5 partes. Abaixo posto a primeira parte: [http://www.youtube.com/watch?v=KDZsMOLr1Qk]
Sobre o filme:Destinado preferencialmente a crianças e jovens de 10 a 15 anos de idade, aborda de forma lúdica e descontraída temas aparentemente de difícil compreensão como efeito estufa e mudanças climáticas. Incentivado pela Lei Rouanet e patrocinado pela Tetra Pak, o filme tem cerca de 50 minutos e é dividido em três episódios, facilitando a utilização didática. 
Carbono & Metano é um “documentário de ficção” que se desenrola em duas camadas narrativas sobrepostas ao longo da história: a parte ficcional tem como fio condutor as moléculas protagonistas e o documentário é apresentado pela simpática repórter Joyce. “Sabemos, por experiência, que um enredo ficcional bem montado ajuda a captar a atenção de nosso público e a encantá-lo, o que favorece muito a transmissão de conteúdos científicos, mesmo quando complexos”, diz Philippe Henry, responsável pelo roteiro e direção.
O filme conta a história de Carbono e Metano, interpretadas por atores, e suas tentativas de “dominar o mundo” por meio do efeito estufa e do aquecimento global. Em estilo de gibi de super-heróis, o média-metragem trata de um dos maiores problemas da atualidade: a sustentabilidade, ou seja, o equilíbrio entre desenvolvimento econômico, justiça social e respeito ao meio ambiente. 
Cientistas, professores, ambientalistas, pedagogos e outros especialistas participam do filme, emitindo opiniões embasadas sobre os temas abordados. Entre eles estão Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Ministério da Ciência e Tecnologia, Virgilio Viana, da Fundação Amazônia Sustentável, e Carlos Alberto de Mattos Scaramuzza, superintendente de conservação do WWF-Brasil. Carbono e Metano foram humanizados e o resultado é que suas personalidades são espelhos de seus traços químicos. Carbono é mais encorpado (com maior peso atômico), enquanto Metano é mais franzino. 
Isolados, são afáveis e amigáveis – na origem, foram responsáveis pelo surgimento da vida. Reunidos em bandos, descontrolados, podem se tornar agressivos e antissociais, formando verdadeiras “gangues”. Representam, respectivamente, 80% e 15% das emissões de gases de efeito estufa.
Fonte: http://sustentavel20.wordpress.com - Autora: Aline Kelly de Almeida

Sustentabilidade Faça a Sua Parte

O que é Sustentabilidade?





Segundo a wikipédia Sustentabilidade é um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana.
Sustentabilidade nos dicionários estará definida como a capacidade de ser sustentável.




A Sustentabilidade abrange vários níveis de organização, desde a vizinhança local até o planeta inteiro.

Nesse contexto entendemos que Sustentabilidade é a capacidade de um indivíduo, grupo de indivíduos ou empresas e aglomerados produtivos em geral; têm de manterem-se inseridos num determinado ambiente sem, contudo, impactar violentamente esse meio.
Como fazer a sua parte?
Nunca antes se ouviu falar tanto em sustentabilidade como nos dias de hoje.Como nós, que somos apenas uma pequena parte desse enorme planeta,poderemos contribuir para diminuir a devastação do meio ambiente e a escandalosa onda de poluição e destruição de recursos naturais que nos preocupa?


Basta ter pequenas atitudes sustentáveis ao longo de sua existência.

Medidas simples como economizar e reciclar papel.Trocar o carro pela bicicleta. Reciclar latas e embalagens; não queimar lixo; economizar água e energia elétrica através de um uso mais racional desses recursos; garantir que as empresas que fornecem bens e serviços para você tenham também a mesma preocupação e recusando-se a consumir produtos de origem ilícita ou que tenham sido obtidos (extraídos ou fabricados) através de meios prejudiciais a natureza.

Autoras:Daiana Kuhn,Franciele de Bairros e Juliana Porn

segunda-feira, 7 de março de 2011

Idades do Homem

As sete idades do Homem


As expressões “ator social” e “papel social” são habituais nas Ciências

Sociais, mas resultam obviamente da aplicação de conceitos originários do

teatro à vida social. Nestes versos Shakespeare exprime de modo metafórico

e intuitivo algumas das ideias envolvidas na explicação do que são atores e

papéis sociais.

O mundo inteiro é um palco, E todos os homens e mulheres são meros atores:

Eles têm suas saídas e suas entradas; E um homem cumpre em seu tempo muitos

papéis.

Seus atos se distribuem por sete idades. No início a criança Choraminga e regurgita

nos braços da mãe.

E mais tarde o garoto se queixa com sua mochila, E seu rosto iluminado pela manhã,

arrastando-se como uma lesma

Sem vontade de ir à escola. E então o apaixonado, Suspirando como um forno, com

uma balada aflita,

Feita para os olhos da sua amada. Depois o soldado, Cheio de juramentos estranhos,

com a barba de um leopardo,

Zeloso de sua honra, rápido e súbito na briga, Buscando a bolha ilusória da reputação

Até mesmo na boca de um canhão. E então vem a justiça,

Com uma grande barriga arredondada pelo consumo de frangos gordos,

Com olhos severos e barba bem cortada, Cheio de aforismos sábios e argumentos

modernos. E assim ele cumpre seu papel. A sexta idade o introduz

Na pobre situação de velho bobo de chinelos, Com óculos no nariz e a bolsa do lado,

Suas calças estreitas guardadas, o mundo demasiado largo para elas, Suas canelas

encolhidas, e sua grande voz masculina

Quebrando-se e voltando-se outra vez para os sons agudos, Os sopros e assobios da

infância. A última cena de todas,

Que termina sua estranha e acidentada história, É a segunda infância e o mero esquecimento,

Sem dentes, sem mais visão, sem gosto, sem coisa alguma.


"As You Please", Acto II, Cena VII, em "The Complete Works of William Shakespeare", Edited by W. J. Craig, M.A., Magpie Books, London, 1992, 1142 pp.


Fonte: http://cadernosociologia.blogspot.com/2010/01/as-sete-idades-do-homem.html

SEXO E GÊNERO

Sexo e Gênero


"Sexo: As diferenças anatómicas que separam os homens das mulheres.

Género: As expectativas sociais em termos do comportamento tido como apropriado aos membros de cada sexo. Por gênero não se entendem os atributos físicos em termos dos quais os homens e as mulheres diferem, mas os traços formados socialmente de masculinidade e feminilidade.

Os sociólogos contrastam frequentemente o sexo com o gênero. Por sexo entendem-se as características físicas do corpo; o gênero diz respeito a formas de comportamento socialmente aprendidas."

Anthony Giddens, Sociologia, 5ª edição, F.C. Gulbenkian, Lisboa, 2007, pp. 693 e 702.
Fonte:http://cadernosociologia.blogspot.com/2008/08/sexo-e-gnero.html

Tópicos de Anatomia e Fisiologia Humana

Introdução a Anatomia e Fisiologia Humana


A anatomia humana estuda as partes estruturais do organismo vivo. A fisiologia é a ciência que estuda os mecanismos funcionais dos sistemas orgânicos.

O termo anatomia é de origem grega - anatome, que significa "cortar".

CONCEITOS GERAIS

Clique nos links abaixo para acessar as referências utilizadas através dos sites correspondentes.

Anatomia Topográfica - Estudo das estruturas anatômicas obtido através da dissecação de cadáveres com a finalidade de aprendizagem, ensino e pesquisa semiológica e cirúrgica. Também é denominada anatomia descritiva.

Anatomia Macroscópica - Visualização das estruturas anatômicas sem o uso de aparelhos microscópicos.

Anatomia Patológica - Modificações anatômicas provocadas por processos patológicos.

Anatomia Radiográfica - Visualização das estruturas anatômicas através de imagens radiografadas.

Anatomia Sistêmica - Estudo anatômico dos sistemas orgânicos.

Anatomia Regional - Estudo das regiões do corpo. Exemplo: Região radial, temporal, mandibular...

Anatomia Microscópica - Compreende o estudo estrutural das células e dos tecidos com o auxílio do microscópio.

POSIÇÕES

A posição anatômica (norma anatômica) é com a pessoa ereta, com o olhar direcionado para frente horizontalmente. Os membros superiores alinhados ao longo do tronco com as palmas voltadas para frente. Os pés voltados para frente com as plantas totalmente apoiadas no solo.

PLANOS

Plano Sagital

Plano Coronal ou Frontal

Plano Mediano

Plano Transverso

TERMOS DIRECIONAIS

Proximal - próximo ou em direção à região cefálica

Distal - distante da região cefálica

Superior - Cefálica

Inferior - Podálica

Anterior - Frente/Ventral

Posterior - Dorsal

Medial

Lateral

Ipsilateral - mesmo lado

Contralateral - Lado oposto

NOMINA ANATÔMICA (A NOVA TERMINOLOGIA ANATÔMICA)

Abaixo clique no link para visualizar a tabela da nova nomenclatura anatômica:

Nomina Anatômica

REFERÊNCIAS

1.Siessére S. Semprini M. Anatomia Topográfica: Noçoes Básicas. Pólo de Odontologia Digital Aplicada à Educação. PODAE. Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Disponível em URL: http://podae.forp.usp.br/index.php?option=com_content&task=view&id=92&Itemid=43. Consultado em 12/02/2011 às 23h24min. Brasil

Tortora G. Grabouski SR. Princípios de Anatomia e Fisiologia Humana, 2008

Site disponível para visualização de imagens anatômicas radiografadas. http://www.imaios.com/br/e-Anatomia/extremidades/Extremidade-inferior-Radiografias

Nomenclatura anatômica: http://biosonialopes.editorasaraiva.com.br/navitacontent_/userFiles/File/
SoniaLopes_Powerpoints/SoniaLopes_Saibamais/nomina.pdf

Abordagens anatômicas: Disponível em URL em http://www.auladeanatomia.com/generalidades/abordagens.htm, acessado em 22/02/2011.


Autora: Maria Beatriz
Fonte:http://anatomiaefisiologiahumana.blogspot.com/2011/02/introducao.html

DIABETES

DIABETES - FISIOPATOLOGIA E ETIOPATOGENIA


Diabetes mellitus tipo 1 - geralmente associado ao tipo de doença auto-imune (doença auto-imune): Está fortemente associado ao complexo HLA, desenvolvendo-se quase exclusivamente em indivíduos que possuem predisposição em expressar moléculas geradoras da resposta imune, denominadas DR3 ou DR4 ou ambas. Há forte ligação na expressão destas moléculas relacionadas ao gene DQB, o qual possui alelos DQB1-0302 e DQB1 0201.

Estas moléculas são as responsáveis por predispor um indivíduo ao DMT1 enquanto o alelo DQB1-0602 é eminentemente um gene protetor que atua como modulador. NE verdade, predisposição genética múltipla é um fator importantemente contribuinte e necessário, mas não suficiente para causar a doença. Outros fatores como os ambientais (ainda pouco definidos) estão relativamente associados e podem dar início ao processo autoimune nas células β, engatilhando o desenvolvimento da doença. Ainda, dentro do contexto imune, uma insulite oriunda de etiologia viral ou tóxica pode atingir células β de forma progressiva cansando destruição das células β pancreáticas.

A intensidade da resposta imunológica seria determinada pelos genes HLA que conferem susceptibilidade ou proteção e pelo nível de resposta em citocinas, que também pode ser geneticamente determinada. A insulite é um processo inflamatório que leva à destruição das células β envolve a imunidade celular e com isto, consequentemente há manifestação de linfócitos T (“helper”, citotóxico/supressor, células “natural killer – NK”) que interagem com células apresentadoras de antígeno (neste caso, as células β), o que culmina com a secreção de citolisinas e certamente ao processo de apoptose das células β. Adicionalmente, macrófagos presentes neste processo inflamatório produzem e liberam citocinas: IL-1 e TNFα, cujos efeitos destrutivos sobre as células β são iminentes.

Potencialmente favorável, os efeitos lesivos da IL-1 sobre as células β podem ser mediados pelos radicais livres derivados do oxigênio devido ao fato de células β pancreáticas serem extremamente sensíveis a ação de radicais livres, incluindo os ânions superóxidos, o peróxido de hidrogênio e os radicais hidroxilas. As ações da IL-1 sobre as células β são muito potenciadas pelo TNF-α e INF-γ e pela estimulação da atividade secretória das células β. Em um primeiro momento , embora a massa de células β diminua, a reserva funcional de células β ainda permanece suficiente para a manutenção de níveis normais de glicemia.

Contudo, o processo auto-imune e lesivo às células β é continuamente progressivo, e a perda destas é agora de tal grandeza que causa diminuição de secreção de insulina ao estímulo com glicose e finalmente altera o teste oral de tolerância à glicose (TOTG ou GTT). Como a destruição das células β é contínua, os níveis glicêmicos em estado de jejum se elevam e o diabetes se manifesta clinicamente.

Diabetes tipo 2 - conceituada como doença ou síndrome frequentemente associada à forte predisposição de cunho genético. Segundo alguns estudos épidemiológicos, a estatística diz que 38% dos irmãos e um terço dos filhos de diabéticos tipo 2 têm diabetes ou tolerância à glicose diminuída (TGD) e a concordância de DMT2 entre gêmeos monozigóticos é em torno de 70 a 80%.

Há certa polêmica quando se discute os aspectos genéticos desta forma de diabetes, sendo considerada de forma complexa e muito provavelmente poligênica. Isto ainda necessita de maiores esclarecimentos científicos e um concenso clínico bem definido, fatos estes que estão ainda distantes de ocorrer. Duas ocorrências importantes são indiscutíveis no que tange aos desajustes que manifestam o DMT2: (1) resistência à insulina e (2) deficiência de secreção de insulina.

Certamente, manifestações genéticas podem ser influenciadas pelos fatores ambientais, mas as manifestações importantes ocorrem em indivíduos que apresentam predisposição genética sensível aos fatores ambientais. Assim, o risco de desenvolver o DMT2 aumenta, peincipalmente à medida com que ocorre o avanço da idade, da obesidade central e com o sedentarismo.

Fisiopatologia

Os níveis de glicose sérica são normalmente mantidos numa faixa relativamente estreita, aproximadamente entre 70 e a 99 mg/dL, levando em conta, as variações que ocorrem entre a glicose que chega e a que deixa a célula após refeições e durante exercício físico. De grande importância, o organismo realiza a manutenção dos níveis glicêmicos de forma importante para a sobrevivência. Esta manutenção na faixa de normalidade é de fundamental importância e para isto é indispensável a atuaçlão do sistema hormonal.

De um lado a insulina - ação regulatória - do outro, o glucagon, as catecolaminas, o cortisol e o hormônio do crescimento - GH - ação contra regulatória. A insulina liberada nos períodos pós prandiais pelos níveis aumentados de glicose sérica e o glucagon nos períodos de jejum, pelos niveis diminuídos de glicose sérica.

A glicose, principalmente, mas também por aminoácidos, ácidos graxos livres, as sulfoniluréias e as glinidas São substâncias que estimulam a liberação de insulina pelas células β. A glicose é transportada de forma eficaz para o interior das células β pelo transportador GLUT2. Em seguida é fosforilada em glicose-6P pela glicokinase, que é considerada o sensor de glicose para as células β.

A glicose-6P é oxidada e com isto há aumento dos níveis intracelulares da relação ATP/ADP que promovem o fechamento dos canais de K+ quimicamente regulados sensíveis ao ATP das células β. Há então desporalização da membrana destas células com abertura dos canais de Ca++ voltagem dependentes, aumento da concentração do Ca++ intracelular, e o Ca++ atua como 2º mensageiro promovendo a ativação de kinases, com expulsão dos grânulos secretores e liberação de insulina na forma; pró insulina → insulina + peptídeo C.

A secreção de insulina é bifásica. Nos primeiros 10 minutos após o estímulo, sendo aguda e de curta duração inicia-se a ocorrência da primeira fase que é constituída pela insulina pré-formada. É de fundamental importância para o controle dos níveis glicêmicos pós-prandiais e é a primeira a ser alterada no DM. Persistindo o estímulo glicêmico, ocorre a 2a fase, que é menos intensa e mais prolongada. O receptor da insulina é um hétero-tetrâmero constituído de duas subunidades α, extracelulares e duas subunidades β, transmembrana celulares e intracelulares: β-α-α- β.

A ação da insulina começa com sua ligação às subunidades α, que muda de conformação e ativa a subunidade β, que é uma tirosina kinase. Assim, inicia-se a transdução de sinais com a fosforilação em cascata de substratos e enzimas, que culmina com as ações da insulina: anabolismo, estímulo do transporte da glicose pelo GLUT4 (músculo, tecido adiposo), crescimento celular.

As principais ações metabólicas da insulina são: estimular a captação de glicose e sua utilização produzindo energia por meio da oxidação da glicose ou o que chamamos de glicólise e/ou armazenando-a na forma de glicogênio por meio do processo denominado glicogenogênese, por, atualmente modificado para glicogênese e, síntese de triglicerídeos por meio do processo de lipogênese; estimular o depósito de AGL no tecido adiposo; estimular a captação de aminoácidos e a síntese protéica.

As células α são estimuladas quando os níveis glicêmicos estão abaixo do limite inferior de normalidade, < 70 mg/dl (jejum), por aminoácidos e por vários hormônios: catecolaminas, cortisol, GH, β-endorfina, vasopressina. A insulina, exerce efeito inibitório sobre a secreção de glucagon. O glucagon é então liberado na circulação e, sem necessitar de transportador, atinge seus receptores nos órgãos-alvo. A ligação glucagon receptor causa acúmulo citoplasmático de AMPc e Ca++.

Os efeitos do glucagon ocorrem principalmente no metabolismo intermediário hepático por meio dos segundos mensageiros antes citados, que ativam as proteínas kinases A e C. Estas kinases, por sua vez, afetam um amplo espectro de processos enzimáticos, incluindo ativação da glicogenólise e da neoglicogênese com aumento da produção hepática de glicose, cetogênese pelo fígado e da síntese de uréia. Assim, no estado pós-prandial é importante que os alimentos sejam aproveitados seja para a produção de energia ou para seu armazenamento.

Por outro lado, no estado pós-absortivo é importante que o organismo produza glicose e que os tecidos periféricos utilizem AGL como principal fonte energética, poupando a glicose, como substrato energético, para o sistema nervoso central, o que é realizado pelas ações do glucagon. Os hormônios insulina e glucagon inteferem nas vias metabólicas de formas opostas: a) por meio de controle rápido dos complexos enzimáticos por fosforilação fosforilaçãodesfosforilação; b) por meio de controle de longa duração por regular a síntese das várias enzimas.

Os hormônios liberados em situações de estresse: catecolaminas, cortisol e GH atuam metabolicamente aumentando a lipólise, a glicogenólise e/ou neoglicogênese e diminuindo a captação e a utilização periférica da glicose. Portanto, intensificam as ações metabólicas do glucagon. No Diabetes mellitus o mecanismo fisiopatológico fundamental é a diminuição da razão: insulina/glucagon, que é mais intensa no DMT1 que no DMT2.

Tal ocorre por diminuição de secreção de insulina, que é grave no DMT1 e menos intensa e associada a resistência à insulina no DMT2, e por secreção aumentada de glucagon. Conseqüentemente, ocorrerão, em grau variável de intensidade, os distúrbios metabólicos apresentados na Tabela 2, que caracterizam um estado catabólico.

Bibliografia

GROSS JL; FERREIRA SRG; FRANCO LJ; SCHIMIDT; MI; MOTTA DG; QUINTÃO E; NETTO AP;. Diagnóstico e classificação do diabetes melito e tratamento do diabetes melito tipo 2. Arq Bras Endocrinol Metab 44 (supl 1):5-32, 2000.

The Diabetes Control and Complications Trials (DCCT) Research Group. The effect of intensive treatment of diabetes on the development and progression of long-term complications in insulin-dependent diabetes mellitus. N Engl J Med 329:977-986, 1993.

The Expert Committee on the Diagnosis and Classification of Diabetes Mellitus. Report of the Expert Committee on the diagnosis and classification of diabetes mellitus. Diabetes Care 25 (suppl 1):S5-S20, 2002.


UK Prospective Diabetes Study Group. Intensive blood-glucose control with sulphonylureas or insulin compared with conventional treatment and risk of complications in patients with type 2 diabetes (UKPDS 33). Lancet 352:837-853, 1998.


Autor: DR. DERMEVAL R. JUNIOR - CRBM1 - 8102
Fonte: http://fisiologia-patologia.blogspot.com/2010/06/diabetes-etiopatogenese-fisiopatologia.html

Cora Coralina: Homenagem ao Dia Internacional da Mulher

O Poeta e a Poesia




Não é o poeta que cria a poesia.E sim, a poesia que condiciona o poeta. Poeta é a sensibilidade acima do vulgar. Poeta é o operário, o artífice da palavra. E com ela compõe a ourivesaria de um verso. Poeta é ser ambicioso, insatisfeito,procurando no jogo das palavras, no imprevisto texto, atingir a perfeição inalcançável. 


O autêntico sabe que jamais chegará ao prêmio Nobel. O medíocre se acredita sempre perto dele. Alguns vêm a mim.  Querem a palavra, o incentivo, a apreciação. Que dizer a um jovem ansioso na sede precoce de lançar um livro...Tão pobre ainda a sua bagagem cultural, tão restrito seu vocabulário, enxugando lágrimas que não chorou, dores que não sentiu, sofrimentos imaginários que não experimentou. 


Falam exaltados de fome e saudades, tão degastadas de tantos já passados. Primário nos rudimentos de sua escrita e aquela pressa moça de subir. Alcançar estatura de poeta, publicar um livro. Oriento para a leitura, reescrever, processar seus dados concretos. Não fechar o caminho, não negar possibilidades. É a linguagem deles, seus sonhos. A escola não os ajudou, inculpados, eles. Todos nós temos a dupla personalidade.


O id e o ego. Um representa a sua vida física, material completa. Pode ser brilhante, enriquecida de valores que ajudam a ser felizes, pode ser angustiada e vacilante, incerta, insatisfeita. Mesmo possuindo o que deseja, nada satisfazendo.


O id representa sua vida interior paralela, ambivalente, exercendo seu comando em descargas nervosas, no eterno conflito entre a razão e o impulso incontrolado. Dupla vida inter e extra, personalidade se contrapondo. Pode ser trivial e dependente, podemos fazê-la rica e cheia de nobreza, nos valendo da força incomensurável do pensamento positivo emanado da vida interior que é o nosso mundo, invisível a todos, sensível ao nosso ego. 


Há sempre uma hora maldita na vida de um homem. Pode levá-lo ao crime e às paredes sombrias de uma cela escura. Um curto circuito nas suas baterias carregadas, uma descarga nas linhas de transmissão potencial. Daí, fatos aberrantes que surpreendem. Conclusões demolidoras de um passado brilhante. Eu Creio. Creio nos valores humanos e sou a mulher da terra ...


Creio na força do trabalho como elos e trança do progresso. Acredito numa energia imanente
que virá um dia ligar a família humana numa corrente de fraternidade universal. Creio na salvação dos abandonados e na regeneração dos encarcerados, pela exaltação e dignidade do trabalho ...


Acredito nos jovens à procura de caminhos novos abrindo espaços largos na vida. Creio na superação das incertezas deste fim de século. Considerações de Aninha Melhor do que a criatura, fez o criador a criação. A criatura é limitada. O tempo, o espaço, normas e costumes. Erros e acertos. A criação é ilimitada. Excede o tempo e o meio. Projeta-se no Cosmos. 


Todas as Vidas Vive dentro de mim uma cabocla velha de mau-olhado acocorada ao pé do borralho, olhando para o fogo.Benze quebranto. Bota feitiço... Ogum. Orixá. Macumba, terreiro. Ogã, pai-de-santo...


Vive dentro de mim a lavadeira do Rio Vermelho. Seu cheiro gostoso d'água e sabão.Rodilha de pano. Trouxa de roupa, pedra de anil. 


Sua coroa verde de São Caetano. Vive dentro de mim a mulher cozinheira. Pimenta e cebola. Quitute bem feito. Panela de barro. Taipa de lenha. Cozinha antiga toda pretinha. Bem cacheada de picumã.Pedra pontuda. Cumbuco de coco. Pisando alho-sal. Vive dentro de mim a mulher do povo.Bem proletária. Bem linguaruda, desabusada, sem preconceitos, de casca grossa,de chinelinha e filharada. 


Vive dentro de mim a mulher roceira. Enxerto da terra, meio casmurra. Trabalhadeira. Madrugadeira. Analfabeta. De pé no chão. Bem parideira.Bem criadeira. Seus doze filhos. Seus vinte netos. Vive dentro de mim a mulher da vida.
Minha irmãzinha... tão desprezada, tão murmurada... 


Fingindo alegre seu triste fado. Todas as vidas dentro de mim: Na minha vida, a vida mera das obscuras. Mulher da Vida Mulher da Vida, minha Irmã. De todos os tempos. De todos os povos. De todas as latitudes. Ela vem do fundo imemorial das idades e carrega a carga pesada dos mais torpes sinônimos, apelidos e apodos: Mulher da zona, Mulher da rua, Mulher perdida, Mulher à-toa. Mulher da Vida, minha irmã. Pisadas, espezinhadas, ameaçadas.

Desprotegidas e exploradas. Ignoradas da Lei, da Justiça e do Direito. Necessárias. Indestrutíveis.Sobreviventes. Possuídas e infamadas sempre por aqueles que um dia as lançaram na vida. Marcadas. Contaminadas, Escorchadas. Discriminadas. Nenhum direito lhes assiste.


Nenhum estatuto ou norma as protege. Sobrevivem como erva cativa dos caminhos, pisadas, maltratadas e renascidas. Flor sombria, sementeira espinhal gerada nos viveiros da miséria, da pobreza e do abandono, enraizada em todos os quadrantes da Terra.


Um dia, numa cidade longínqua, essa mulher corria perseguida pelos homens que a tinham maculado. Aflita, ouvindo o tropel dos perseguidores e o sibilo das pedras, ela encontrou-se com a Justiça. 


A Justiça estendeu sua destra poderosa e lançou o repto milenar:
“Aquele que estiver sem pecado atire a primeira pedra”. As pedras caíram e os cobradores deram 
as costas. O Justo falou então a palavra de eqüidade: “Ninguém te condenou, mulher...nem eu te condeno”. 


A Justiça pesou a falta pelo peso do sacrifício e este excedeu àquela. Vilipendiada, esmagada. Possuída e enxovalhada, ela é a muralha que há milênios detém as urgências brutais do homem para que na sociedade possam coexistir a inocência, a castidade e a virtude. 


Na fragilidade de sua carne maculada esbarra a exigência impiedosa do macho. Sem cobertura de leis e sem proteção legal, ela atravessa a vida ultrajada e imprescindível, pisoteada, explorada, nem a sociedade a dispensa nem lhe reconhece direitos nem lhe dá proteção.E quem já alcançou o ideal dessa mulher, que um homem a tome pela mão, a levante, e diga: minha companheira. Mulher da Vida, minha irmã. 


No fim dos tempos. No dia da Grande Justiça do Grande Juiz. Serás remida e lavada de toda condenação. E o juiz da Grande Justiça a vestirá de branco em novo batismo de purificação. Limpará as máculas de sua vida humilhada e sacrificada para que a Família Humana possa subsistir sempre, estrutura sólida e indestrurível da sociedade, de todos os povos, de todos os tempos. Mulher da Vida, minha irmã.



Fonte: http://blogs.abril.com.br/sandraebisawa/2009/12/sobre-cora-coralina-as-tantas-mulheres-viventes-num-so-corpo.html

Poema: Homenagem ao dia Internacional da Mulher

Mulher


Você que busca no dia a dia sua


independência, sua liberdade, sua


identidade própria;


Você que luta profissional e


emocionalmente, para ser


valorizada e compreendida;


Você que a cada momento tenta ser a


companheira, a amiga, a "rainha do lar";

Você que batalha incansavelmente por seus


próprios direitos e também por um mundo


mais justo e por uma sociedade sem


violências;

Você que resiste aos sarcasmos daqueles


que a chamam de, pejorativamente, de


feminista liberal e que já ocupa um


espaço na fábrica, na escola, na


empresa e na política;


Você, eu, nós que temos a capacidade de


gerar outro ser, temos também o dever de


gerar alternativas para que a nossa Ação


criadora, realmente ajude outras


mulheres a conquistarem


a liberdade de Ser...

Autor@: Ilsa da Luz Barbosa



Fonte: http://www.arteducacao.pro.br/homenagem/mulher.htm